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PostHeaderIcon Dar Tempo

Toda experiência requer tempo e espaço para que haja uma adaptação à novidade. Não adianta querer e imaginar que tudo pode acontecer rapidamente ou mesmo de forma mágica. Não estou dizendo nenhuma novidade, mas o São Paulo, que apresentou nesta segunda o técnico colombiano Juan Carlos Osório, deve ter consciência disso ao trazer um profissional estrangeiro que chega a um mercado de trabalho complicado e cheio de pressão.

A maneira que o Tricolor usou para trazer um técnico não foi a ideal no meu modo de ver. Depois da saída de Muricy Ramalho, deixou no comando da equipe um profissional (Milton Cruz) claramente sem condições de ser um treinador de fato. Muito mais um auxiliar amigo dos jogadores e de alguns jornalistas – que não o questionam pelos seus erros – ele não foi capaz de fazer com que o São Paulo avançasse tanto no Campeonato Paulista, quanto na Libertadores. Penso que a direção do clube deveria ter pensado em um nome para treinar o time de forma mais ágil, tendo uma opção mais viável para ter alguma chance na principal competição Sul-Americana. juan carlos osório são paulo bola parada

O que me chama a atenção é que, ainda que sempre tivesse mostrado interesse em trazer um profissional de fora do país (haja visto as conversas feitas com Alejandro Sabella e Jorge Sampaoli), fico em dúvida de quanto o São Paulo conhece o trabalho do colombiano Osório. Sim, ele treinava o Nacional de Medelín e obteve sucesso nacional e internacional (chegando à final da Copa Sul-Americana, eliminando o próprio clube paulista por exemplo). Mas ainda precisamos ver o quanto a diretoria são-paulina sabe do método do trabalho de seu novo contratado e se terá força para dar apoio e tempo ao trabalho que será realizado pelo estudioso treinador, que chamou a atenção por demonstrar muito respeito pelo clube em suas declarações.

Vivemos em uma era de muita informação, mas muitas vezes feita de forma distorcida e com finalidade de criar uma reação polêmica em tudo. Se o São Paulo não tiver bons resultados de cara, pode sofrer com uma mídia ávida a criar factoides e discussões sem sentido. A mesma imprensa que pede tempo de trabalho para o técnico, cria enquetes em seus programas para saber “qual Oliveira cairia primeiro” (vi isso na semana passada na ESPN Brasil), o do Cruzeiro (Marcelo) ou o do Palmeiras (Osvaldo). Então não será surpresa se tentarem ridicularizar algum jeito peculiar de trabalhar de Osório, como a entrega de bilhetes aos jogadores para passar alguma orientação.

A iniciativa de trazer um treinador estrangeiro é louvável. Disse ano passado isso sobre Ricardo Gareca no Palmeiras e Diego Aguirre este ano no Internacional. O intercâmbio de bons profissionais é algo que pode fazer com que o futebol brasileiro evolua sobre alguns aspectos. Acho que o momento em que o São Paulo trás o treinador pode ser perigoso, por ser no meio de uma temporada, mas a vontade de sair um pouco da mesmice de nomes e vícios dos treinadores locais deve ser valorizada. Mas nada adianta se ela não vier acompanhada de conhecimento e firmeza para dar tempo à Osório se firmar no cargo e suportar as pressões. Tanto das arquibancadas quanto das mesas-redondas, que em muitos casos estão cada vez mais quadradas.

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PostHeaderIcon Virando a Página

Depois de um bom Campeonato Brasileiro, havia a expectativa de uma boa campanha do São Paulo neste ano de 2015. A base da equipe estava mantida, com exceção das saídas de Kaká e Álvaro Pereira, Muricy conhecia bem o clube e o time, a torcida estava animada…Porém, tudo isso não está sendo suficiente para que a equipe mostre força, principalmente nos jogos contra adversários mais fortes nesta temporada até agora. Ontem o time perdeu para o San Lorenzo na Argentina pela Libertadores e teve sua classificação complicada para o restante do torneio continental. Além disso a equipe já vinha de atuações tenebrosas contra Corinthians e Palmeiras.

Penso que um conjunto de fatores faz com que a situação esteja dessa forma. A diretoria, encabeçada pelo novo presidente Carlos Miguel Aidar e pelo diretor Ataíde Gil Guerreiro, subdimensionaram parte do elenco. A defesa não recebeu reforços na zaga (apenas Breno, que sabe lá quando poderá jogar). Alguns jogadores experientes como Lugano e Edu Dracena foram descartados de forma eloquente por Ataíde. Esses dois podem não estar mais no auge mas, pelo que temos visto pelo desempenho dos atuais zagueiros do Tricolor, os dois experientes poderiam jogar facilmente na defesa são-paulina de hoje. Dois laterais do Fluminense (Bruno e Carlinhos) vieram e já estão no banco. Carlinhos ao menos já teve bons desempenhos no Cruzeiro e no próprio Fluminense, mas é irregular na marcação. Bruno passa a impressão de ser mais um lateral-direito comum que foi superestimado por alguns. muricy aidar ataíde bola parada

Além disso a saída de Kaká fez com que o time perdesse duas vezes. Primeiro, tendo em vista os relatos da própria comissão técnica, dentro do próprio grupo, que perdeu sua referência técnica e de exemplo de motivação (fator que está em falta no atual time Tricolor). Segundo na inércia da diretoria em trazer alguém de nível diferenciado para jogar no lugar do ex-camisa 8. Falou-se de Conca, Diego, entre outros e no final não veio ninguém. Um pouco até pelos problemas financeiros do clube, que foram aumentados na gestão calamitosa de Juvenal Juvêncio (gestão esta que foi sustentada juridicamente por Aidar, que agora é ‘inimigo” de Juvenal, por picuinhas internas do clube, que não vêm ao caso falar por aqui).

Falando em termo de motivação, quem hoje poderia ser solução no campo não consegue ser confiável; Ganso e Pato ontem, em um jogo em que o time precisava deles, não conseguiram mostrar futebol e se esconderam na maior parte da partida contra os argentinos. Isso certamente passa um pouco por uma análise de exagero, naquele conceito de “craques” que já falamos aqui no blog. A palavra é meio que banalizada e os dois foram tachados de jogadores acima da média antes de se firmarem no futebol. Além disso, passa a impressão de que pensam que apenas a técnica resolverá os problemas do jogo, o que não é realidade. rogério luis fabiano bola parada

Dentro de campo também ainda temos um clube refém de algumas referências, mas que hoje em dia não se sustentam. Luis Fabiano na realidade nunca foi uma referência de fato dentro do gramado. É ídolo de uma parte da torcida que se deixou enganar pelo jeito intempestivo do atacante, mas que na realidade é muito mais um jeito irresponsável de ser. Tão irresponsável que ontem, em mais um jogo decisivo, ele ficou de fora, com mais uma daquelas “misteriosas” contusões musculares.

Rogério Ceni, por mais história que tenha no clube e por mais que mereça homenagens por tudo que já fez, exerce certamente uma influência que passa perto da formação de um feudo. Até hoje por exemplo não vi o goleiro Renan Ribeiro, que hoje é reserva imediato, jogar como titular. Não houve uma preparação para a substituição de Rogério e o clube parece ficar contando com mais um título para que aconteça uma despedida inesquecível do jogador que mais atuou com a camisa Tricolor. Talvez uma renovação de comando dentro do grupo fosse positiva nesse momento.

E uma renovação também passaria pelo comando técnico. Muricy, Tata e Milton Cruz (esses dois como auxiliares), parecem ser as mesmas figuras que estavam no clube em 2006, ano em que Muricy regressou pela primeira vez depois de ter saído nos anos 90. E pelo sexto ano desde então ele começa o ano não conseguindo fazer o time jogar um bom futebol. Em 2006/2007/2008 ele teve tempo e conseguiu arrumar a equipe para fazer um bom Campeonato Brasileiro, em que a regularidade é tão ou mais importante do que um futebol encantador. Em 2014 vimos algo parecido e o título só não veio pela vantagem que o Cruzeiro já possuía. Em 2009 ele não teve oportunidade de continuar e foi demitido logo após a eliminação da Libertadores.

Como disse acima, o São Paulo parece refém de alguns nomes e perdido dentro de uma gestão que ainda não se definiu em sua forma. Demitir Muricy é algo que vai além de ser apenas um choque no time atual, seria uma mudança de era no São Paulo que cada vez mais parece precisar virar a página de algumas figuras que estão por lá, inclusive na gestão fora de campo. O time pode até se classificar ainda para o mata-mata da Libertadores, mas será que conseguirá mostrar algum futebol para não dar vexame em uma possível fase de oitavas de final? Não me parece ser o caso…

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PostHeaderIcon Luxa, Entre o Amor e o Ódio

Acho que vou ficar velho e não vou entender os critérios de nossos clubes para contratar (ou demitir) técnicos. Há menos de 1 mês eu escrevi sobre uma inevitável dança das cadeiras envolvendo os treinadores de alguns dos principais clubes brasileiros, AQUI. Acontece que a dança das cadeiras foi antecipada. Primeiro pelo Vasco, agora pelo Fluminense.

No caso do Vasco apostaram num possível salvador da pátria. Mas tenho dúvidas se isso vai funcionar. O problema ali não é exatamente o técnico. Em parte sim, mas o Adilson Batista, apesar do estilo boleiro, não terá vida fácil. No Fluminense… Aí eu acho que eles simplesmente cansaram da retórica Luxemburguiana. É compreensível. Só não entendi a “solucionática” encontrada, o Dorival Jr.
vanderlei luxemburgo
Em menos de 1 ano o Dorival vai passar por 3 clubes cariocas. Foi mal no Flamengo e acabou demitido. Como prêmio foi contratado pelo Vasco. E novamente ficou devendo. Mas recebeu um novo prêmio, dirigir o Flu. Quem explica isso? Qual o critério de contratação? Aliás, o Fluminense já havia errado feio ao demitir o Abel e contratar o profexô Luxemburgo. O Luxa tá devendo, e não é de hoje.

A situação do Luxemburgo é das coisas mais inexplicáveis no futebol brasileiro. Lembro dele começando no Bragantino, depois no Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro, etc… Os primeiros trabalhos até justificaram a fama repentina. Algumas variações táticas, treinamentos específicos e uma maior cobrança do elenco produziram bons resultados. Depois o Luxa passou a exigir jogadores de ponta e também colheu alguns títulos. E a imprensa esportiva não economizava nos elogios à filosofia do profexô. Sua metodologia e seus nós táticos eram cantados em prosa e verso e discutidos em milhares de debates esportivos.

Eu nunca engoli a versão midiática do Luxemburgo, apesar dos vários títulos conquistados. Uma parte por não gostar de verdades absolutas, outra por causa dos elencos estrelados que ele, quase sempre, dirigiu. Ainda posso acrescentar uma pitada de antipatia pela falação do profexô. Mas a atitude da imprensa era muito, muito diferente. O Luxa era o cara!

Nos últimos 10 anos a carreira do Luxemburgo deu uma guinada declinante. Passou a colecionar fracassos constantes. Talvez a mudança de rota tenha acontecido na sua passagem pelo Real Madri. E a imprensa foi mudando junto. Primeiro com ironias e sarcasmo. Mais recentemente com críticas abertas e profundas. Alguns chegando a afirmar que o Luxemburgo é uma fraude e quem o contrata é burro. Curiosamente são, em grande parte, os mesmos que o idolatravam no passado. O que só comprova a tese de que a maioria da imprensa analisa resultados. Se o resultado é bom, buscam teorias que justifiquem o fato. Se o resultado é negativo, usam outras teorias para explicar o fracasso. Nada mais.

O Vanderlei Luxemburgo, mais que qualquer outro técnico, experimentou os dois pratos prontos servidos pela imprensa esportiva. Um doce e um salgado. Em parte, merecidamente. Só não sei se esses extremos são tão verdadeiros. Mas não vou falar muito mais. Deixo a falação pra quem rasgava elogios e agora rasga o verbo contra o Luxa.

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PostHeaderIcon A situação do São Paulo

O São Paulo vive uma situação praticamente inédita em sua história, que é brigar na parte de baixo da tabela em um Campeonato Brasileiro. É tentador dizer que, “pelo elenco que possui, o time vai dessa”, bordão sempre repetido quando um clube grande fica nessa posição da classificação. Ainda que isso possa vir a acontecer será um longo caminho, pois mesmo nivelado por baixo em vários momentos, o Brasileirão tem seu grau de dificuldade aumentado para alguém que quer sair da degola. Para tentar entender o que se passa, vou falar mais sobre o time dentro de campo, apesar de que claramente a diretoria Tricolor, comandada por Juvenal Juvêncio, que obteve um imoral terceiro mandato em 2011 com a mudança do estatuto do clube, é a responsável pela montagem do time e pela sua desestabilização. Mesmo que possamos considerar o elenco paulista superior a pelo menos metade dos times do campeonato, o Tricolor montou um grupo desequilibrado, que começou a chegar nessa situação ano passado, mesmo com o título da Copa Sul-Americana.

Quando foi concretizada a venda de Lucas para o Paris Saint-Germain no segundo semestre de 2012, o goleiro Rogério disse que o time perderia 40% de sua força. Não chegaria a tanto em termos de número mas, somada à uma carência antiga do São Paulo no ataque, isso acabou se confirmando dramaticamente. Pode soar estranho dizer que o SP sofre no ataque, tendo o sexto maior artilheiro de sua história vestindo a camisa 9, mas é o que vem acontecendo. Luis Fabiano continua com seu comportamento errático, insistindo em ser “o cara que se esforça”, tentando sempre jogar para a torcida sua raça, para ter seu nome gritado no Morumbi. O problema é que ele já é um jogador marcado pelos árbitros por seus equívocos e parece que ele não faz nenhum esforço para mudar, acumulando assim cartões e suspensões, principalmente em jogos decisivos, o que já faz uma parte da torcida ser contrária à sua presença no time.images1

O problema é que o SP vive aquela clássica situação de “ruim com ele, pior sem ele”. A diretoria não aproveitou a janela de transferências para buscar um outro atacante de alto nível e Luis Fabiano, ainda mais nessa situação terrível no campeonato, continua sendo muito necessário para o time, até porque os seus substitutos no elenco são limitados. Aloísio é muito esforçado, bom complemento para o grupo, mas tem claras limitações técnicas. Ademílson ainda é uma promessa, que faz poucos gols e Osvaldo, além de nunca ter sido um artilheiro, voltou muito mal da Seleção e da contusão que sofreu na semifinal do Paulistão e até hoje não reencontrou seu futebol.

Com a saída de Lucas, a diretoria tentou dar um golpe em um rival e trouxe Paulo Henrique Ganso para o lugar do ex-camisa 7. Claramente ainda longe de um futebol que apareceu chamando muito a atenção em 2010, o ex-meia do Santos, ainda sofre para jogar em seu melhor nível, o que talvez seja difícil pelo número de lesões que já sofreu e pelo estilo de jogo que muitas vezes é insuficiente em termos de participação na partida. Com essa contratação, o time passou a ter 2 meias (Jadson e Ganso), que basicamente jogam na mesma faixa de campo e não ter alguém que partia para cima da defesa adversária, conseguindo decidir jogos na individualidade, como Lucas fazia. Não acho que é totalmente incompatível um time atuar com 2 meias mais clássicos, mas o ex-treinador do SP Ney Franco tentou o quanto pode manter o time da maneira em que ele atuava com a presença de Lucas, só que sem ter alguém da mesma qualidade ou característica no lugar. Resumindo, o time não jogava nem de uma forma, nem de outra.

Além disso a defesa que tinha se acertado com Rafael Tolói e Rodolpho no fim do ano passado, foi remontada em torno da contratação do pentacampeão mundial Lúcio. Nessa, eu até isento um pouco a diretoria. Eu também teria o contratado, por ser um jogador de personalidade, experiente e que poderia ajudar na Libertadores. Só que deu tudo errado dentro e fora de campo. Mais à frente na cabeça de área, a diretoria não teve a iniciativa de contratar um cabeça de área mais pegador, o que poderia ser importante para a Libertadores e acreditou muito na juventude de Denilson e Wellington, o que se mostrou insuficiente para encarar a competição Sul-Americana.

Soma-se a isso os problemas internos entre Ney Franco e parte do elenco, o que minou a confiança do grupo, com as sucessivas derrotas. Paulo Autuori chegou e pegou um grupo despedaçado em termos de confiança e qualidade. Aos poucos vem tentando fazer o time jogar de forma mais simples, com os 2 meias e com uma maior segurança defensiva. Talvez em termos psicológicos, o time possa ganhar muito com a vitória de ontem sobre o Fluminense. Não foi uma grande atuação, mas o time mostrou mais força na defesa, ainda que ajudado pela fraca partida do time carioca. No entanto, a equipe continua falhando em matar as partidas e esse problema do ataque continua, ainda mais agora com outra suspensão de Luis Fabiano, dessa vez para o jogo contra o Botafogo.

Existem campeonatos em que os objetivos são menores e parece ser o caso desse BR-13 para o São Paulo. Talvez seja necessário acontecer isso para que um clube grande possa acordar e ver que não apenas pela camisa pode vencer e sempre estar no topo. Vamos ver se esse susto acorda quem comanda o São Paulo para que isso não se repita. O time dentro de campo parece ter despertado, falta agora quem está mais acima pensar e agir como a grandeza do clube pede, não apenas com discursos vazios e soberbos, mas com ações mais inteligentes.

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