Destaques
Campeão Indiscutível

Campeão Indiscutível

Uma das maiores vantagens de um campeonato por pontos corridos é que o vencedor costuma ser indiscutível. A exceção, quando ocorrer, é mais por alguma ...

Veja mais

Quando o 100% Não é o Bastante

Quando o 100% Não é o Bastante

O futebol muda muito rapidamente em vários aspectos. Nenhuma fase boa dura para sempre, e nem um mau momento é eterno. Portanto, de modo geral, ...

Veja mais

Internacional na Libertadores 2006

Internacional na Libertadores 2006

É inegável que os colorados estão tendo um 2016 triste e frustrante. O Internacional vem colecionando derrotas e recordes negativos. Lutar contra o rebaixamento é ...

Veja mais

O STJD e um alerta para alguns clubes

O STJD e um alerta para alguns clubes

O futebol brasileiro roda, roda, roda e continua cometendo os mesmos erros de sempre. Chega a ser cansativo! Mas novamente temos o STJD entrando em ...

Veja mais

Curtinhas do Mundo da Bola

Curtinhas do Mundo da Bola

A coluna de hoje vai ser no estilo curtinhas. E começo pela seleção brasileira. O Tite consegui 4 vitórias nos primeiros jogos e o Brasil ...

Veja mais

Fim de Uma Era

Fim de Uma Era

Depois de 22 anos o jornalista José Trajano foi demitido da ESPN Brasil na última semana. Após ser diretor do canal e responsável pela formação ...

Veja mais

Posts Tagged ‘televisão’

PostHeaderIcon O Pan e o Campeonato Espanhol

Ontem foi divulgado o resultado sobre os direitos de transmissão do campeonato espanhol. A ESPN foi a vencedora e exibirá o torneio nos próximos anos; até a temporada 19/20. E os direitos serão sublicenciados para a Fox Sports. O detalhe curioso é o valor anual do negócio, U$ 50 milhões. Mais do que os 45 milhões que a Turner (Esporte Interativo) pagou pela Champions League. São valores altos, inflacionados pelo aumento da concorrência entre os canais fechados. E astronômicos ao compararmos com o valor cobrado pelos direitos do Brasileirão no exterior.

O acordo foi muito benéfico para a ESPN, que vem perdendo vários torneios. Também é bom para quem prefere um mercado televisivo mais desconcentrado. E com alguma qualidade nas transmissões.
espn brasil bola parada
Outro fator positivo é que a ESPN terá mais assunto para seus programas. Não precisa perder horas falando sobre filmes e animações da Disney. Fato que vem se tornando constante e repetitivo. Gostaria muito que eles parassem com essa propaganda ostensiva e desnecessária. Mas não creio que a emissora vai mudar este hábito questionável. Vai continuar com o apelido de Disney Sports por um bom tempo. Merecidamente!

* * * * *

Igualmente questionável foi a opção da Record ao desprezar o Pan e exibir o mínimo possível dos jogos. Passar a competição na Record News é um desrespeito aos fãs do esporte. Ainda mais com a cobertura precária do canal, que não é esportivo. Também não é aceitável a justificativa de que repassou o Pan para um canal fechado, o Sportv. Aliás, o Sportv acabou sendo a melhor opção para quem queria ver a competição. Ou a única, em muitos casos.

Essa atitude da Record soterra, definitivamente, o discurso vazio de ser a emissora do esporte olímpico. A Record não é, nunca foi e não será. A Record não merece o esporte olímpico. E o esporte olímpico não merece a Record. Felizmente ela não terá a exclusividade na Olimpíada do Rio.

Espero que o fato também diminua o fervor da claque de fãs da emissora. Canal de televisão não é clube de futebol. Ainda que muitos torçam por A, B ou C. Isso é infantilidade. Ou má fé. Quero muita distância desse tipo de gente. Meu negócio é esporte, só esporte.

Share Button

PostHeaderIcon Flores, Neto e Asneiras

No Linha de Passe da última segunda o Juca Kfouri resolveu criticar o coleguinha do Sportv, Roger Flowers. Admito que essa não é a função específica do Juca. Também concordo que ele não é a pessoa mais indicada para apontar os erros dos ex-boleiros travestidos de comentaristas. Mas ele estava certo ao criticar as bobagens do Roger. Eu assisti o Troca de Passes onde o Roger falou besteira. E também ouvi inúmeras outras asneiras e erros do sr. Roger. Incontáveis!

Se a gente rodar pelos canais abertos e fechados vai encontrar dezenas de “Rogers”. Com destaque pro time da Band, repleto de baita comentaristas. A maioria fazendo comentários parciais, analisando lances isolados, torcendo, falando bobagens, errando, agredindo a língua portuguesa… Eu poderia citar dezenas de exemplos. Mas acho que não preciso perder tempo com isso. Qualquer telespectador mais exigente e atento sabe do que estou falando.

Em recente entrevista, pra ESPN, ao falar sobre a final da Copa de 98 e a preleção do Zagallo, o Edmundo disse que o técnico citou uma Copa, onde o Pelé estava machucado e foi substituído pelo Amarildo. E o Amarildo foi decisivo. Mas ele não sabia exatamente qual Copa foi; não era do tempo dele! Ora, a Copa de 62 também não é do meu tempo. Mas sei da história. E de muitas outras. Basta ler, ou ouvir falar. Mas o Edmundo não sabe da Copa de 62. Talvez não saiba da Copa de 50, de 58, 70, 74, 78… Nada disso é do tempo dele. Pouco importa se jogou por quase 20 anos e se é comentarista há 5 ou 6 anos.
mensagem pro Neto
Não sou daqueles que acham que só jornalistas podem comentar sobre esporte. Minha única exigência é que o sujeito entenda do assunto e saiba se expressar, com clareza e objetividade. Será que isso é pedir muito?

Acontece que nossas emissoras preferem “famosidades esportivas” na função de comentaristas. Exigem que o ex-boleiro seja popular, falante, engraçadinho… E só!! Acreditam, com certa razão, que o espectador se contenta com isso. E oferecem isso. São as maiores culpadas pelo nível de seus contratados. Melhor dizendo, as únicas responsáveis.

Ao telespectador exigente só restam 2 saídas:
1- Gritar com o televisor, dizendo um palavrão como esse da faixa ostentada na arquibancada (imagem ao lado);
2- Botar o televisor no mudo e escutar a narração de alguma rádio.

Eu optaria pelas duas alternativas.

Share Button

PostHeaderIcon O Improvisado Campeonato Brasileiro Feminino

Dentre os assuntos que eu planejava abordar, o futebol feminino estava entre os primeiros. Mas foi atropelado pelos acontecimentos. Até ontem, quando fiquei sabendo da nova edição do Campeonato Brasileiro Feminino. E confesso, foi uma surpresa.

Minha intenção inicial era criticar a falta de apoio da mídia e dos patrocinadores para o futebol feminino. E questionar a falta de iniciativa das emissoras, que só abrem espaço pras mulheres em torneios ocasionais ou em época de Mundial, Olimpíada e eventos FIFA. Praticamente só na Band.
futebol feminino
Agora chega essa notícia de que a SportPromotion, a CBF e o Ministério dos Esportes resolveram criar o campeonato feminino. Do dia pra noite. Ou vice-versa. E contando com um milionário patrocínio da Caixa (sempre ela); 10 milhões anuais. Um valor que só se explica por uma decisão política. Nenhuma empresa privada investiria tal quantia num campeonato que ainda não existe, de futuro incerto, sem os grandes clubes e com transmissão em dois canais fechados, Fox Sports e Band Sports.

No meio das declarações dos criadores do “pojeto” li algumas frases que explicam a situação: “… Não é o ideal, mas é fazer agora ou nunca.” … “… Temos que ser otimistas.” … “… Ano que vem poderemos ter mais clubes.” e coisas do tipo. As declarações são autoexplicativas. E revelam o motivo principal pro futebol feminino nunca ter emplacado no Brasil.

Outro ponto que chamou minha atenção foi a lista dos clubes participantes do campeonato. Nada contra os clubes pequenos. Mas não creio que eles tenham estrutura pra montar um time, custear a comissão técnica, formar jogadoras, etc. Eles nem conseguem fazer isso com o time masculino. Sem esquecer da falta de apelo desses clubes. O ideal, mesmo, era contar com os clubes de massa, do “G 13”. Só assim, talvez, quem sabe…

A (falta de) divulgação também revela o improviso e amadorismo do projeto. No site da Fox Sports não encontrei uma linha sobre o Campeonato Brasileiro Feminino. E eu ainda fiz uma busca. No site do Band Sports também faltam informações. Nem confirmam se vão transmitir a competição. Temos que adivinhar. Ou buscar notícias soltas pela internet. É assim que se inicia e promove um campeonato?

Gostaria muito de ver um campeonato feminino de futebol. Bem feitinho, com alguns dos clubes populares, transmitido em TV aberta, recebendo cobertura da mídia, apoiado por vários patrocinadores, organizado… Mas não acho que seja agora. Falta vontade dos interessados. Se é que existem tantos interessados assim. A televisão já demonstrou que não liga muito. E sem ela fica difícil.

Share Button

PostHeaderIcon Super Dependência do Vôlei

Começou a nova temporada da Superliga de vôlei. Esta temporada, 13/14, é exclusiva do “canal campeão”. E a maior novidade é a redução dos pontos por set. Uma mudança muito conveniente, pra televisão. Tanto que, no jogo de estreia, o narrador do Sportv repetiu dezenas de vezes que a novidade traria mais emoção às partidas.

O mesmo canal também exibiu uma matéria onde recebia elogios do Ary Graça e o Nalbert defendia o novo sistema de pontuação. Foi curioso assistir o Ary vibrar com o fato da Superliga receber pela transmissão, quando antigamente pagava pra aparecer na telinha. Fico imaginando com que cara ele, futuramente, irá negociar um valor maior a ser pago pela televisão. Ou se, eventualmente, tentará colocar a Superliga em alguma emissora aberta. Do jeito que está satisfeito, sei não…
superliga de vôlei
A opinião do Nalbert, não vou discutir. Ele tem todo direito de gostar dos sets de 21 pontos. Mas a reportagem do Sportv deveria ter ouvido os que são contrários à alteração. E muitos jogadores, técnicos e dirigentes não gostaram da mudança. O Bernardinho, por exemplo, é um dos insatisfeitos. Por qual motivo o Sportv não entrevistou os que criticam o novo modelo de pontuação?

Agora eu fico pensando. O Sportv defende que o set com 21 pontos trará mais emoção. Beleza, então um set com 17 pontos deve ser mais emocionante ainda. Com 13 deve ser muito mais. E o que me dizem com 9 pontos? Se a lógica é essa, vamos reduzir ainda mais. Não é mesmo?!

* * * * *

Dentro das mudanças anunciadas pela CBV, uma chama a atenção. É a participação dos clubes na administração da Superliga. Mas eu ainda quero ver até onde os clubes terão voz. Um belo teste seria definir o nome dos clubes. Um exemplo: Pra CBV existe o Sada Cruzeiro, pra Globo (e Sportv) é só Cruzeiro. E duvido muito que mudem isso. Talvez nem consigam aumentar o número de jogos em TV aberta. Pelo menos enquanto estiverem tão dependentes da Globo.

Share Button

PostHeaderIcon Preferidos do Programador

A mídia esportiva também será assunto do Bola Parada. Motivos não faltam, vocês sabem. Nessa primeira coluna vou tratar de um dogma, uma verdade incontestável. Isso lá “pras negas” deles. Eu contesto sim! E estou falando da fixação da televisão nos 2 clubes de maior torcida do país.
Nada contra os clubes. A minha reclamação é com a televisão, principalmente. Contra os gênios que fazem a escala. Eles que, pra defender alguns pontos de audiência, optam, invariavelmente, pelos clubes com maior torcida. Essa escolha é praticamente uma justificativa, caso a audiência fique abaixo do esperado. Imagino um deles dizendo: “Botei o jogo do XXX, não sei como tivemos essa audiência”.
poltrona bola
Acontece que a teoria não se aplica com exatidão matemática. Nem sempre o clube com maior torcida rende mais audiência. É provável, mas não é garantido. Existem muitos outros fatores. Posso citar a importância do jogo, a situação do time no momento, a qualidade do futebol jogado, o nível do adversário, a frequência do time em TV aberta… Até mesmo o clima interfere no resultado da audiência. Sem esquecer que torcedores de outros times podem ver tal partida.
Mas meus argumentos não são teoria vazia. Os números evidenciam que tenho um pouco de razão. Vejam alguns casos:
1- Na quarta passada o jogo entre Cruzeiro e Flamengo, pela Copa do Brasil, rendeu 22 pontos de média, pra Globo. Isso no Rio.
2- Na quarta anterior, pelo Brasileirão, Atlético e Botafogo atingiu 23 pontos. Também no Rio e na Globo.
3- Luverdense X Corinthians, para São Paulo, deu míseros 20 pontos, na noite de quarta.

Alguém acha que o Flamengo tem menos torcida que o Botafogo? Como a torcida do Corinthians, sozinha, não deu mais de 20 pontos numa noite de meio de semana? As respostas são bem óbvias. O telespectador só vai ficar na poltrona se o jogo lhe interessar minimamente. Mesmo que seja o seu clube de coração. Ele é fiel ao time, não ao jogo que a televisão programa.
Duvido muito que algum dia as emissoras utilizem critérios mais amplos na hora de programar os jogos transmitidos. A escolha é sempre baseada no número de torcedores. Mesmo que eles tenham optado por ir ao cinema com a namorada.

Share Button

PostHeaderIcon Copa do Brasil e a TV

Bola rolando, pela Copa do Brasil, e eu aqui teclando. E vou falar disso mesmo, nossa copa nacional. É um torneio interessante, num formato, de mata-mata, que muitos gostam. Sem esquecer que permite ocasionais surpresas, como a de ontem, quando o Luverdense pregou um susto no Corinthians.
Outra vantagem da Copa do Brasil é correr paralela ao Brasileirão. Pode ser uma saída honrosa para os clubes que estejam mal no campeonato brasileiro. Salva o ano. Ou afunda completamente.
Mas a fórmula implantada neste ano é um erro. Clube entrando no meio da competção não é muito bacana. Nem justo. Especialmente com os pequenos, que já entram em desvantagem técnica e financeira. Mas ninguém liga pros pequenos, não é mesmo? Especialmente a mídia.
E essa mudança no regulamento da Copa do Brasil tem o dedo sujo da televisão, pelo que percebo. A televisão é a maior interessada na entrada dos clubes que estavam na Libertadores, os peixes grandes. É vantagem pra quem busca audiência. Mas é ruim pra quem vinha jogando as fases iniciais.
Tenho certeza que meus argumentos serão rejeitados pelo torcedor comum. Esse quer ver seu clube em mais um torneio, buscando outro título. Não está ligando pro justo ou equânime. Quer é festejar.
Outro aspecto, o financeiro, também me desagrada. Os valores que os clubes recebem na CB é muito inferior ao do Brasileirão. É óbvio que não estou exigindo uma paridade, mas valores mais condizentes com essa fórmula inchada. Ainda mais que a Copa do Brasil é exibida em 2 redes abertas e 3 emissoras fechadas. E cada televisão fatura um pouco com a competição. Então é justo pedir que paguem mais.

* * * * *

Fazer previsões é bastante arriscado. E nunca foi meu forte. Mas é muito, muito provável que o Paulinho tenha sucesso no futebol inglês. Não pelos gols, como o feito hoje pela Liga Europa. É mais pelo estilo de jogo e mobilidade do volante/armador. Se encaixa bem no jogo de lá. A torcida do Tottenham terá muitos motivos para aplaudir o Little Paul.

Share Button

  • Enquete

    • Qual clube corre mais risco de rebaixamento?

      Veja Resultados

      Loading ... Loading ...