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PostHeaderIcon Quando Mais Ainda é Pouco

Primeiramente peço desculpas pelo pequeno sumiço do blog. Trabalho e outras pendências causaram essa minha ausência, mas estamos aí na atividade!

Finalmente tivemos uma definição mais clara sobre as divisões de cotas de TV paga para o Campeonato Brasileiro a partir de 2019. A Globo, se vendo pressionada pela proposta da Turner/Esporte Interativo, teve de abrir um pouco mais a carteira e tentar fisgar times que estão com certos graus de problemas financeiros, ainda que em situações um pouco diferentes entre si. Com isso a emissora que tradicionalmente já detém os direitos de transmissão do futebol nacional já consegue uma boa vantagem para manter essa predominância.

Segundo o presidente do Botafogo Carlos Eduardo Pereira, Atlético Mineiro, Corinthians, Cruzeiro, Sport, Vasco e Vitória, além do próprio Botafogo, aceitaram os termos de renovação com a Globo e tudo já estaria acertado para que as transmissões continuem no Sportv com a validação do novo contrato a partir de 2019, inclusive aceitando, segundo informação de Paulo Vinicius Coelho no UOL, que exista certa redução no todo da receita devido à alguns adiantamentos. Não é possível saber quanto seria essa redução total, pois cada um negociou individualmente. O São Paulo ontem, em reunião do seu Conselho Deliberativo, também aceitou a renovação “global” e se gabando de ter acertado um adiantamento (chamado pelos seus diretores de “luvas” sem comprometimento de receitas futuras) de R$60 milhões, que já seriam usados para que o time salde algumas pendências financeiras atuais. Além disso, segundo os são-paulinos, a emissora carioca aceitou uma adaptação do modelo inglês do rateio do dinheiro: 40% igualmente, 30% por performance e 30% por exposição na emissora.

Teoricamente a Globo percebeu a ameaça do dinheiro da Turner e resolveu não privilegiar tanto Flamengo e Corinthians na divisão das rendas. Porém temos de lembrar que esse acordo ainda é apenas para a TV Fechada (Sportv). O pay-per-view, onde o Premiere (também da Globo) não tem concorrência já deve ser renovado quase que automaticamente. Mas na TV aberta é necessário constatar se esse sistema mais dividido de cotas será utilizado também. Ainda não dá para dizer que foi uma grande vantagem desses clubes renovar “à toque de caixa” com a vênus platinada.

O que podemos saber já com certeza é que mais uma vez os clubes, de pires na mão, não conseguem se unir para discutir um contrato conjunto e que privilegie e ajude a TODOS. Não igualmente pois vivemos em um sistema capitalista, então é impossível uma “socialização” de toda a renda. Mas que o abismo entre os que ganhem mais seja menos em direção aos que ganham menos. Além disso a proposta de uma divisão de redes, com jogos sendo mais pulverizados em 2 ou 3 canais nem foi considerada; aqui no Brasil quem vence a “concorrência” leva tudo quase que de “porteira fechada” e não se pensa numa pluralidade de emissoras mostrando (e valorizando mais o campeonato). turner esporte interativo bola parada

Sobre a Turner/EI penso, vendo com mais calma e tempo agora, que fizeram de forma correta o ataque, tentando contactar times que se mostram descontentes com o atual sistema comandado pela Globo. O Santos, ainda sem confirmação 100% oficial, teria já apalavrado um acordo com a Turner, o que faria com que os jogos santistas em TV fechada não fossem transmitidos, a não ser que a emissora esportiva novata consiga fechar com mais clubes. Segundo informações tentariam pelo menos 8 para mostrar jogos dessas equipes. É algo que também acontece no México, onde existem times que “pertencem” à uma ou outra emissora, sendo que isso se reflete até no Brasil; a ESPN Brasil e o FOX Sports dividem e transmitem (com certo desdém) a competição mexicana e certos times passam apenas na ESPN Br e outros apenas no FOX.

Dentro de uma iniciativa de conquista de território a Turner até conseguiu provocar algum barulho (e após a segunda rodada de oitavas de final da Champions League procurarei fazer um post sobre a transmissão do EI). Mas ainda faltou uma maior agregação entre os clubes e seus dirigentes (esses os maiores culpados pela penúria da maior parte dos clubes) para se conseguir acordos melhores e mais dinheiro dos canais de TV, tanto Globo quanto EI.

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PostHeaderIcon Tática Zero

O Mesa Redonda é um programa conhecido da TV aberta paulistana. Há muitos anos, no fim da noite de domingo, temos um debate marcado pelo baixo nível das análises técnica, muita camaradagem com os amigos (técnicos, cartolas e jogadores) que participam da atração, muito destaque para o Corinthians e ainda mais destaque para o excesso de merchandising. Pois eu me senti assistindo ao Mesa Redonda ao ver uma chamada, pasmem, do Sportv!

Roberto Avallone, ex-apresentador do programa da TV Gazeta, agora participa do Redação Sportv e o “canal campeão” fez uma vinheta mostrando-o no seu tradicional estilo de levantar “polêmicas”, ao falar sobre Carlos Amarilla, juiz de Corinthians x Boca Juniors da Libertadores de 2013. É uma chamada pequena, nem de 30 segundos. Mas que mostra bem a nova postura dos canais esportivos da TV paga por aqui.

Primeiro, a popularização forçada de seus inúmeros programas de debate. Sempre têm de se buscar a polêmica, a discussão, o erro de arbitragem, ou algum fato que gere falatório durante a semana, normalmente envolvendo a troca de técnico. E a presença do Avallone representa isso, mesmo que seja num programa que, hoje em dia, é até melhor que alguns da concorrência. O Redação Sportv, na média, é melhor que o lamentável Bate-Bola primeira edição, que entrou no lugar do finado Pontapé Inicial e também superior ao circense Fox Sports Rádio da hora do almoço.

O programa, até por já ter o nome de redação no título, muitas vezes trás coisas interessantes sobre detalhes de matérias e reportagens, algo válido. Mas poderia parar de investir no caminho “mais do mesmo” dos outros programas, que lotam os espaços com entrevistas coletivas, muitas vezes enfadonhas, de técnicos e jogadores. Além disso algo que falta a TODOS os programas esportivos brasileiros, continua a ser negligenciado. avallone redação sportv bola parada

Não existe uma discussão minimamente séria sobre O JOGO. Não sobre os detalhes periféricos como, por exemplo, jogador chiliquento chutando garrafinha de água depois de ser substituído. Isso muitas vezes é algo mais comentado do que o principal a meu ver, que é a tática; como time A venceu o B. Como uma substituição mudou a partida. Quais as intenções do treinador para fazer uma troca? Ficamos apenas no terreno raso da análise do resultado pura e simplesmente. No oba-oba combinado com o desconhecimento. Quem por exemplo, nesse programas de debate, assiste MESMO jogos como Avaí x Chapecoense ou Goiás x Figueirense.

Penso que deveríamos ter um programa específico na TV sobre tática de jogo. Acho que existem pessoas preparadas para a função e existe público para isso. O 7×1 que sofremos dentro de campo se reflete também fora, no despreparo e mesmo na preguiça e na má vontade da imprensa ao analisar taticamente uma partida. E isso não contribui em nada na melhora do nosso futebol.

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resenha espn bola paradaAgora mesmo a ESPN investiu em mais um programa de debates, o ‘Resenha”, só com ex-jogadores batendo papo e contando histórias sobre a carreira. Ok é um programa até agradável com a apresentação do Rodrigo Rodrigues, que é melhor que todos os “novos” apresentadores das 387 edições do Bate-Bola (com exceção do “Canalha”). Porém perde-se mais uma oportunidade de se discutir futebol, não de forma acadêmica, mas com um pouco mais de cuidado sobre as mudanças que acontecem dentro de campo. Ficam muitas vezes no terreno da especulação e das teorias prontas, como apontar que time tal pode chegar bem no Brasileirão porque “têm camisa”. Convenhamos isso é pouco para ser uma análise real sobre o futebol praticado hoje no Brasil. E pelo que temos visto a coisa está ruim dentro e fora de campo.

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PostHeaderIcon Clássico Clandestino

Mais uma vez a maioria dos assinantes e fãs de futebol ficaram privados, em termos de transmissão pela TV, de assistir no último domingo o clássico espanhol entre Barcelona e Real Madrid. O jogo que acabou com a vitória do Barcelona por 2×1 só foi exibido no canal Sports + que é literalmente da Sky. Não oficialmente falando, pois não assumem que o canal pertence à operadora, mas fica bem clara essa situação.

O pior é que esse canal já foi investigado pela ANCINE e já teve até seu funcionamento cassado no ano passado (veja NESTE link). Mas como muita coisa que acontece aqui no Brasil, tudo foi jogado para baixo do tapete. A “emissora” continua funcionando normalmente e assim sendo, continua sonegando o direito de muitos assistirem os eventos que ficam sendo exclusivos da operadora.

O mais bizarro disso tudo é ver o quanto a ESPN Brasil apanhou nas redes sociais com fãs irados por ela, mais uma vez, transmitir um evento e não exibir um jogo importante dele. Essa situação, justiça seja feita, já vem de antes da gestão criticadíssima do João Palomino. Em alguns anos a ESPN chegou até a ficar sem o Campeonato Espanhol. Agora consegue “meio” torneio. Melhor que nada certamente, mas fica com esse gosto amargo de não poder passar alguns jogos decisivos. sports + sky bola parada

Pensando como assinante, creio que o melhor seria que os canais chegassem a um acordo para que um jogo tão importante pudesse ser visto por todos. Mas para os diretores de programação vale mais aquele selinho de exclusivo nas chamadas do que o bem de quem paga (caro) para ter uma TV por assinatura. Sobre o canal que é (ou não) da Sky, primeiramente que eles anunciem mais as suas transmissões, pois pelo pouco que acompanho dele, parece que gosta de ser clandestino até para anunciar seus eventos. Depois que esclareçam a situação e não fique sempre essa suspeita de ser um canal irregular.

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Vejam que nem citei algum canal de TV aberta como um possível exibidor do clássico espanhol. O fim de semana já está cheio de “ótimas” atrações na Bandeirantes, SBT, Record…Antigamente ao menos havia a iniciativa de se transmitir algo diferente. É claro que hoje existe a concorrência dos canais pagos, mas ninguém ousa algo de diferente. A Record principalmente poderia usar o fim de semana para fazer esporte, como já citei NESTA coluna, mas pelo visto isso é mais do que ilusão; esporte para Record só a cada dois anos…Assim sendo, os campeonatos europeus ficam distante de quem não tem TV por assinatura. tv aberta bola parada

E olha que o jogo de domingo era um daqueles que a TV aberta adora promover como um “duelo” de estrelas, como existe na Liga dos Campeões. Parece que só existem Barcelona e Real Madrid, como mais uma vez veremos nas quartas de final da Champions League. Globo, Bandeirantes e Esporte Interativo continuam privilegiando os times espanhóis em detrimento dos outros; claro que pelo número de grandes jogadores que essas equipes possuem é natural que tenham jogos exibidos, mas não precisavam exagerar nessa preferência.

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seleção sportv bola paradaO Sportv estreou na semana passada o “Seleção Sportv” diário, para concorrer com o intragável novo formato do Bate-Bola atual da ESPN e o circo do Fox Sports Rádio. Vi um pedaço do primeiro programa com o Dunga. Achei um programa até de bom nível, pelo menos nessa edição que vi, com menos fanfarronice do que na concorrência. Porém essa ideia de querer que tudo seja “ao vivo” cria uma enorme tendência de repetição, um “deja vu” eterno. Acho que temos um exagero nas palavras, que não dizem muitas coisas, de técnicos e jogadores.

Acho importante que se escute os treinadores, mas além do dia a dia e das obviedades do pós-jogo. Mas esse excesso de programas repetitivos muitas vezes não acrescenta tanto a meu ver. As emissoras poderiam pensar em novidades informativas para tentar mudar essa mesmice.

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PostHeaderIcon Jornalismo Deixado de Lado

Na última semana, o jornalista Lúcio de Castro deu ESTA entrevista ao blog do Rogerio Jovaneli no Yahoo! em que ele analisa os rumos do jornalismo esportivo no Brasil. Pode-se discutir se Lucio é um bom analista de futebol (ou “campo e bola” como ele costuma dizer), mas ele possui méritos indiscutíveis como jornalista e repórter. Como já comentamos aqui no blog, ele foi afastado das participações ao vivo na ESPN Brasil por causa das “limitações” da sede do canal no Rio de Janeiro. Porém essa desculpa dada pela direção da emissora não foi passada para o jornalista, que disse que ainda espera explicações para o fato de ter sido tirado do ar. Além desse assunto, ele abordou algumas questões importantes sobre o que vemos hoje em nossa televisão de modo geral.

Primeiramente ele fala sobre o fato de termos um sério problema que reside na dificuldade de um canal ou grupo de comunicação criticar um evento que ele mesmo transmite. E isso a meu ver é maior do que falar que um jogo de um campeonato está ruim, ou dizer agora que os Estaduais não valem nada (o que hoje em dia é quase um lugar comum, apesar de que só não vale para quem ganha…). O exemplo que ele cita sobre Olimpíada no Rio de Janeiro, em que o campo de golfe que será usado foi escolhido por uma suposta aproximação do prefeito da cidade com o grupo que administra o lugar, mostra que a promiscuidade entre imprensa e donos do poder é bem maior do que imaginamos, pois pouco se ouve falar do assunto na imprensa televisiva. lúcio de castro espn bola parada

Assim sendo, ao invés de fazer um jornalismo mais sério e crítico, vivemos a era do “link ao vivo”. O que, na maioria das vezes, se resume a transmitir entrevista de um técnico ou jogador, onde invariavelmente vemos e ouvimos as mesmas respostas para as mesmas perguntas (ainda que alguns questionadores se esforcem na arte de ser “engraçadinhos sem graça”). Ontem por exemplo após o clássico carioca em que o Fluminense venceu o Botafogo, chegamos ao cúmulo de termos os três principais canais de esporte mostrando ao vivo, ao mesmo tempo, a entrevista do técnico Cristóvão Borges (e olha que dizem que o Estadual não serve para nada hein…).

É compreensível, como o próprio Lucio diz na entrevista, que um canal para preencher seus horários tenha que fazer uma programação voltada muitas vezes para o factual, ainda que ele possa vir a ser repetitivo. Mas fazer isso sem qualidade e apenas para “cumprir tabela” como temos visto ultimamente, principalmente na ESPN que antigamente se destacava por tentar dar um contraste às suas coberturas, é algo que desanima.

O que também desanima é ele lembrar da antiga formação do Bate-Bola do meio do dia (no tempo em que o programa tinha apenas duas edições). A queda de qualidade é evidente e o programa em que PVC, Mauro Cezar Pereira, João Carlos Albuquerque e o próprio Lucio participavam faz muita falta. Mas o pior é ter a lembrança do link, que permitia a discussão entre os debatedores mesmo com um deles estando no Rio de Janeiro, e ver que isso foi usado como desculpa, como disse no primeiro parágrafo, para que o programa fosse desfeito. Desculpa bem esfarrapada pelo visto…

Todos esses pontos são importantes a meu ver mas o principal é lembrar, como bem disse o entrevistado, que não existe o “jornalismo esportivo”. A expressão é meio que usada para descaracterizar ou mesmo rebaixar o que é feito em termos de informação esportiva. É evidente que não é necessário todo noticiário que fala de esporte se transformar em algo acadêmico. Mas o jornalismo de fato, que é tão judiado hoje em dia em nossa TV, pode sim aparecer, mesmo em reportagens esportivas.

*****

sportv bola paradaMas infelizmente o caminho para isso é longo e não parece ser fácil de ser retomado. Um bom exemplo disso acontece no Sportv, que relega para a madrugada um bom programa jornalístico (Sportv Repórter) para dar espaço a um programa que é pretensamente de humor, mas que apenas consegue ser constrangedor na maioria do tempo (o tal Extra Ordinários). Claro que existe público para um bom programa em qualquer horário, mas a definição de prioridades do “Canal Campeão” muitas vezes prejudica a exibição de boas atrações (e tê-las hoje em dia é uma raridade na TV…)

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PostHeaderIcon ESPN Descendo os Degraus

Eu não acompanhei o início da ESPN. E nem o “meio”. Muito raramente, na casa de algum conhecido que era assinante, assistia um jogo ou programa. Só ouvia falar, quase sempre bem. E ficava encucado, pois nunca fui muito fã de alguns nomes mais conhecidos da emissora. Basicamente os da velha guarda; a geração mais nova eu só lia alguma coluna pela internet. E olhe lá.

Mas nos últimos 4 (ou pouco mais) anos, eu assisti muita coisa na ESPN. Até por não ter grandes opções; alguns jogos no Sportv (Premiere) e … E aquele canal fantasma. A Raposa Esportes ainda não atende minhas expectativas.
logo espn
Acho que dei azar. Só tenho visto a ESPN regredir. Ela vem perdendo eventos, pessoal e qualidade. É claro que a chegada de um grande concorrente (Fox Sports) iria causar impacto. Isso começa pelas concorrências internacionais, e não é de inteira responsabilidade da direção local da ESPN. Mas o resto é, e aí tenho que reclamar. Mesmo respeitando as opiniões contrárias, não concordo com as seguintes opções da ESPN:

1- Com a perda de torneios, a emissora optou por rechear a grade com mais edições do Bate-Bola e do SportsCenter. Mas exagerou, ninguém aguenta tanta “figurinha” repetida.

2- Não bastasse as várias edições destes programas, a linha editorial foi alterada, privilegiando brincadeiras e assuntos popularescos. Estão muito perto do estilo Milton Neves de ser.

3- Também exageram no uso da interatividade com redes sociais. As # e mensagens do Twitter ganharam um espaço indevido. Não suporto mais ver/ler mensagens mal redigidas e sem sentido rodando nos letreiros do rodapé.

4- Demitiram profissionais mais experientes e contrataram outros de qualificação discutível. Principal sintoma dessa opção foi a “quase” demissão do Lúcio de Castro. Não foi, mas não fica nem no banco de reservas.

5- A sucursal do Rio deixou de ter um estúdio e entradas ao vivo. Virou uma redação fantasma. Pra quem deveria ampliar as sucursais pra outros Estados, péssimo sinal.

6- Não vejo sentido algum na manutenção de 3 canais (ou 5 contando os HD). A emissora não tem produtos para preencher tanto espaço. Nem apelando pra esportes de longa duração, como o tênis e o futebol americano.

No próximo ano a ESPN vai perder a Bundesliga, talvez a Champions (isso ainda será definido). E as alternativas são pouco animadoras, o Portuguesão, o Russão, o Tequilão, a Copa da Argentina e por aí vai. Mesmo o Francesão, não é essa champanhe toda. Se usarmos a Teoria do Degraus (do PVC), a ESPN terá descido uns 3 degraus em pouco tempo. Ainda faltam vários degraus pra chegar no patamar da Band Sports, mas tá indo pelo mesmo caminho.

* * * * *

Por força maior, assisti duas edições (ou parte), do Extra Ordinários. A teoria é até interessante, mas a prática é horrível. Juntaram vários destrambelhados (e engraçadinhos) pra falar sobre qualquer coisa. Inclusive futebol. Mas não se aproveita quase nada. Se é pra falar sobre o nada, prefiro uma reprise do Seinfeld.

* * * * *

A Fox Sports tá virando um Benja Show. Ou já é. É Benjamim 24 horas!
E outra coisa, vocês sabem me dizer a diferença entre o FS Rádio e o Expediente Futebol?? Talvez a cor da mesa seja diferente.

Por outro lado, na Fox Sports 2, o WWE tá dominando tudo. As crianças estão adorando.

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PostHeaderIcon Belas do Sportv

O Alexandre postou 2 beldades do BandSports, o canal fantasma, então resolvi dedicar essa coluna de hoje a duas belas repórteres/apresentadoras do Sportv.

A primeira é Maíra Lemos. A mocinha ganhou destaque depois da Libertadores do ano passado, quando cobria o Atlético e ficou nos holofotes nacionais por um tempo. Ela já era bem conhecida por essas bandas aqui, mas a campanha (e o pedido de namoro de Ronaldinho) serviram para alavancar a carreira e a fama de Maíra.

A outra graça do “Canal Campeão” é a Domitila Becker. O nome é difícil mas a moça é linda. Ela trabalha já há algum tempo no canal e fazia cobertura na Espanha. Mais recentemente apresenta o É Gol, no lugar de Aurora Bello.

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