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PostHeaderIcon Uma Breve Despedida?

O quanto um resultado pode mudar uma história? Como a influência de um lance pode alterar toda uma carreira ou dar uma dimensão maior ou menor à quem erra ou acerta? Depois da final da Copa América entre Argentina e Chile, pudemos ver novamente essa situação voltar à tona.

O time chileno não vence a Argentina em jogos de Copa América há inacreditáveis 27 jogos, com 20 derrotas e 7 empates! Trocou de treinador (Jorge Sampaoli por Juan Antônio Pizzi) e parecia ter caído um pouco de desempenho, após perder para os argentinos na primeira fase por 2×1. Mas depois de uma vitória acachapante contra o México (7×0) conseguiu se fortalecer no torneio e, passando pela Colômbia nas semifinais, venceu, nos pênaltis, a Argentina, depois de um 0x0 no tempo normal.

Mas o assunto que dominou o noticiário, muito mais do que o título dos chilenos, foi a aposentadoria, ainda não totalmente definitiva, de Lionel Messi da seleção argentina. Digo não definitiva pois com os apelos de tantas pessoas e mesmo com visão de que pode ser algo que foi feito no calor de um momento de tristeza, a maioria imagina que o camisa 10 vai voltar atrás em sua decisão e retornar à seleção na busca pela vaga na Copa do Mundo de 2018. 

Passado um certo tempo do anúncio já feito, podemos imaginar se ele teria feito o mesmo, caso o resultado da final tivesse sido outro. Também podemos pensar que a ação de Messi tenha tido um pouco a ver com a bagunça na AFA (Associação de Futebol Argentino) e o seu gesto possa vir a ser um certo protesto contra a atual condição de bagunça com a qual os jogadores têm de conviver. Também podemos imaginar que o camisa 10 do Barcelona tenha tentado tirar o foco da derrota de seus companheiros, trazendo para si as críticas e toda a discussão pós-jogo. Ou mesmo podemos imaginar que ele simplesmente se mostrou mais humano e falível e simplesmente se cansou. messi argentina bola parada

É difícil julgar alguém de longe e a dor e o sentimento são fatores extremamente pessoais, mas de modo geral, levando em conta a importância que têm no futebol, penso que a atitude de Messi foi um pouco precipitada. Sendo líder de uma seleção tão importante, ele deveria ao menos levar o seu atual fardo de não conquistas até a Copa de 2018, onde pode ainda conseguir superá-lo. E caso aí não conquiste esse tão almejado troféu, possa refletir se permanece ou não jogando para seu país. É claro que o problema da AFA não se resolveu com a repentina saída de Messi, tanto que o treinador Gerardo “Tata” Martino, saiu do cargo, ou seja, os problemas do futebol sul-americano vão muito além do que acontece dentro de campo. E a melhor forma de Messi contribuir seria continuar jogando.

Além disso para quem gosta de futebol, é sempre bom vê-lo no gramado. Ele fez uma boa Copa América, se mostrando cada vez mais solidário com os companheiros em campo, jogando muitas vezes um pouco mais recuado para poder servir aos outros atacantes. Deu belos passes e criou chances de gols, além de fazer os seus. Portanto, ainda que seja algo estritamente pessoal, seria ótimo que Messi revesse sua decisão e pudesse retornar a usar a camisa 10 argentina. Esperemos que isso ocorra.

*****

Assim como a Seleção Argentina, no Brasil a confusão antes da Olimpíada também foi vista na escolha de quem seria o treinador e mesmo de quem faria a lista final de convocados. Ao menos houve um pouco de bom senso e Rogério Micale, treinador da Seleção Sub-20 foi o escolhido para dirigir o time no Rio de Janeiro. Quem nos acompanha aqui no blog sabe que não enxergo a Olimpíada como prioridade para o prosseguimento de um trabalho para um ciclo de Copa do Mundo. Claro que tudo vale como análise, mas esse trabalho já é feito pelas Seleções menores, em Mundiais Sub-17, Sub-20, entre outros campeonatos. micale seleção olímpica bola parada

Além disso é criada uma obrigação muito grande para se vencer um torneio com seleções que não são totalmente representativas de suas categorias de base. Alemanha e Argentina por exemplo não virão com todos os seus jovens talentosos, pois o torneio olímpico de futebol é um “corpo estranho” dentro do calendário de futebol internacional. A meu ver deveria ser um torneio apenas Sub-20, sem essa necessidade (ou atração forçada) de se levar 3 jogadores acima de 23 anos, coisa que nem todos os países fizeram. 

O Brasil escolheu por levar Neymar; uma escolha óbvia, mas errada no meu ponto de vista, pois ele deveria estar junto da Seleção principal na Copa América. Fernando Prass no gol é um goleiro de qualidade e faz sentido sua convocação pela experiência e também porque outros jogadores de idade menor não puderam ser chamados. E Douglas Costa fez boa temporada no Bayern e existe uma esperança dele ser desequilibrante no time futuro de Tite, ainda que não o coloque como protagonista no nosso futebol.

Sinceramente teria levado um zagueiro mais experiente, pois como o time ainda não existe em sua totalidade de armação, a presença de um jogador de mais cancha na defesa seria importante. Vamos ver como Micale monta a equipe e voltaremos ao tema por aqui.

(Assim como as semifinais da Libertadores e as fases finais da Eurocopa que serão abordadas nos próximos textos).

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PostHeaderIcon Verdade Entre Aparências

Depois de muita especulação, nenhuma novidade. Messi foi eleito novamente o “melhor jogador do mundo” pela FIFA em eleição entre jogadores, treinadores e jornalistas de todo o planeta. A especulação fica muito em torno da imprensa que gosta de promover um circo que, em muitas vezes, tem suas cartas marcadas.

Primeiro que as eleições desse tipo se revertem muitas vezes em repetições do mesmo tema. Desde 2008 Messi e Cristiano Ronaldo se revezam como vencedores da premiação em questão. Além disso a “memória afetiva” das pessoas se mostra muito forte, mesmo em anos em que os jogadores mais conhecidos não são efetivamente os melhores da temporada. Lembro sempre do exemplo de 2010, em que o argentino venceu sua segunda Bola de Ouro mesmo brilhando menos que o holandês Sneijder que, mesmo fazendo uma grande Copa do Mundo e ajudando a levar a Internazionale ao título da Champions League, não ficou nem entre os 3 indicados finais.

Além disso o fato de jogadores poderem votar em compatriotas ou em jogadores do mesmo time, faz com que aconteçam algumas distorções. Cristiano Ronaldo, por exemplo, votou em Benzema como melhor do mundo, uma clara amostra de como uma premiação pode ser distorcida se não houver melhoria nas formas de votação. messi bola de ouro bola parada

Dizendo tudo isso não quero aqui falar que Messi não merece o prêmio, muito pelo contrário. Ele É o melhor jogador do mundo a alguns anos. O fato dele em algum dos últimos 8 anos não ser o melhor indiscutível não o deixa menor no tamanho de sua genialidade e no papel em que ele já se encontra na história do futebol devido sua habilidade, técnica e capacidade de conclusão à gol. Cristiano Ronaldo e Neymar são grandes atacantes, merecem ser também reconhecidos, mas não alcançaram o patamar do argentino a meu ver. Como disse em OUTRO texto, Suárez e Thomas Muller, só para citar dois nomes, poderiam também ser lembrados na temporada, o que mostra que Messi tem sim uma concorrência interessante. Mas o fato é que ele se destaca pelo modo único com que atua.

Outros dois pontos a se destacar na cerimônia: A vitória do brasileiro Wendell Lira mostra que se nós brasileiros se mobilizassem na vida em geral como muitos se mobilizaram em eleger o gol do atleta goiano, poderíamos brigar por muito mais coisas além de querer fazer um jogador brasileiro bater um argentino em uma eleição. O gol de Wendell é bonito, o reconhecimento para ele é merecido, mas vamos ver se a cobrança que ele sofrerá depois dessa eleição será justa e compatível com o futebol que ele têm de verdade.

E chamou a atenção como nenhum jogador, técnico, dirigente ou participante da festa fez alguma menção sobre os escândalos de corrupção que assolaram a FIFA nos últimos tempos. Claro que não seria totalmente agradável tocar diretamente nesse assunto numa festa, mas acho que uma palavra sobre todo o acontecido seria interessante para sairmos de um mundo cheio de aparências em que as verdades ficam muitas vezes escondidas.

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PostHeaderIcon Prêmios, Incoerências e Melhorias

Depois de sete anos o Brasil volta a ter um representante na festa de escolha do “melhor jogador do mundo”. Neymar está entre os três indicados à premiação, juntamente dos cativos Messi e Cristiano Ronaldo. É uma vitória pessoal do jogador do Barcelona e para o futebol brasileiro é bom ter um jogador nesta situação, midiaticamente falando. Mas será que isso é um bom ou mau sinal?

Primeiramente deixo claro que não acho as premiações um parâmetro definitivo sobre qualquer coisa. Já até dissemos isso aqui. Tudo gira em torno de algo extremamente midiático e comercial, infelizmente algo comum no mundo de hoje. Não é surpresa termos sempre jogadores dos mesmos times disputando essa honraria, desde que ela existe em escala mundial a partir de 1991. Clubes mais poderosos financeiramente conseguem os melhores ou mais famosos atletas e isso faz com que a disputa seja polarizada, além de ser marcada pela lembrança automática de alguns nomes. É claro que Messi e Cristiano Ronaldo tem mantido uma média muito alta de atuação, mas alguns nomes são esquecidos em determinados momentos.

Para ficar apenas em dois nomes atuais, Luis Suárez e Thomas Muller vem atuando com regularidade a algum tempo e mereciam certamente uma lembrança mais efetiva. Contra o uruguaio pesa o histórico de mau comportamento em campo e isso pode ser sempre usado contra ele. Já o alemão não tem nem o estereótipo (cada vez mais antigo e esquecido, é bom ressaltar) de jogador alemão sem habilidade, mas também não tem a leveza de um Messi ou Neymar, nem a força física de Cristiano Ronaldo, o que o deixa num meio termo, ainda que ele venha jogando com grande efetividade a muito tempo. bola de ouro 2015 bola parada

Além disso a questão de eleger O MELHOR é bem relativa. Se você premia por um ano apenas, nem sempre quem é o melhor de fato (e para mim a algum tempo Messi é o jogador mais diferenciado), fez a melhor temporada que todos. Um caso clássico aconteceu em 2010, quando Sneijder fez uma temporada espetacular tanto na Liga dos Campeões com o título da Internazionale quando na Copa do Mundo com o vice-campeonato mundial da Holanda. Mesmo assim, nem foi lembrado na votação. Portanto temos de relativizar algumas vezes essa parte “festeira” da mídia que adora apenas jogar confete e promover “duelos” entre os jogadores mais famosos.

O fato de Neymar chegar à esse posto mostra mais uma vez que não temos outro protagonista de maior relevância no momento. Mais uma vez caímos naquela discussão de que temos uma geração até com alguns bons jogadores mas que, na média, continua abaixo de outros momentos de nossa história futebolística. Mas não acho necessariamente bom construirmos um time em torno do, provavelmente, “terceiro melhor jogador do mundo” (e já prevejo gente da mídia reclamando da votação, como acontece sempre…). Temos de ter uma Seleção que jogue um futebol mais evoluído para que, dentro de uma melhor organização, Neymar possa ser mais útil.

A chegada de Neymar nessa condição mostra duas coisas; primeiro, algo já conhecido, que os olhos do mundo para qualquer eleição se voltam apenas para a Europa (bom lembrar que mesmo antes de jogar lá, Neymar conseguiu um título continental jogando pelo Santos). E segundo o fato que a performance dele na Seleção contou pouco para a sua indicação, o que demonstra, além do fato de que o futebol de clubes hoje tem um valor até superior ao das nações, pelo menos no ponto de vista midiático-comercial, que o futebol jogado pelo Brasil precisa melhorar. Até mesmo para disputar premiações.

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PostHeaderIcon Os Canhotas de Ouro

Gerson, ex-meia do Flamengo, Botafogo, São Paulo, Fluminense e da Seleção Brasileira dos anos 60 e 70, é conhecido também pelo apelido de “Canhotinha de Ouro” pelos lançamentos mágicos que ele fazia com sua perna esquerda. Com outro estilo de jogo, mas com também grande qualidade na canhota, Messi e Robben conduziram Argentina e Holanda às semifinais da Copa do Mundo, quando as duas seleções se enfrentarão buscando uma vaga na final.

Os dois praticamente conduziram suas seleções a esse estágio decisivo do Mundial. Contra a Bélgica, Messi não fez gol, mas iniciou a jogada do tento de Higuain, além de logo depois dar um lançamento espetacular para Di Maria ter uma chance de gol onde, infelizmente, se machucou e pode não ter condição de disputar os jogos decisivos da Copa. E por aí passa um fator que pode decidir a partida, caso o meia do Real Madrid não possa mesmo atuar.

A Argentina não mostrou até agora um grande futebol. Até vem tendo um desempenho melhor do que o esperado com sua defesa tão contestada, com os reforços de Biglia e Demichelis no jogo contra os belgas, mas o time não tem jogado com muita variação ofensiva, sempre dependendo de Messi para poder resolver as partidas. E Di Maria, que agora é dúvida, era o coadjuvante mais ativo do time de Sabella.

Nesse ponto a Holanda conta com jogadores mais presentes. Sneijder, depois de começar mal a Copa, fez dois bons jogos contra México e Costa Rica. Van Persie, apesar de não estar no melhor de sua forma, é um centroavante ainda mais perigoso que Higuain (ainda que eu goste do 9 argentino). Além disso, Louis Van Gaal no comando técnico holandês, mostra mais habilidade para mudar a forma de jogar da equipe, com variações táticas interessantes, além de até trocar o goleiro na hora das penalidades, como aconteceu na partida de quartas de final contra os costa-riquenhos.

Porém temos de admitir que a Holanda não deveria passar as dificuldades que teve contra México e Costa Rica (ainda que os goleiros Ochoa e Keylor Navas tenham sido ótimos em seus duelos). Muitas vezes o time se ressente de outras opções pelas laterais e pelas pontas, já que os extremos dessa geração holandesa não são os melhores já surgidos no país. E em alguns momentos a impressão que fica é que o time se resume em “passa a bola para o Robben que ele resolve”. Claro que todo time com um jogador de tamanha qualidade, em algum momento, vai depender mais de seu craque, mas em várias ocasiões o nível de atuação do meia/ponta do Bayern de Munique se sobressaiu bem mais do que o dos seus companheiros. messi robben copa 2014 bola parada

Em resumo, penso que a Holanda têm um time mais interessante e variado, mas a presença de seus craques em uma maior intensidade pode ser ainda mais decisiva e nesse ponto a Argentina tem um craque ainda mais soberbo. De toda maneira o jogo deve ser interessantíssimo, no mínimo em termos de emoção.

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PostHeaderIcon Da Bola de Ouro aos Estaduais

Como já disse outras vezes aqui mesmo no blog, acho um pouco exagerado esse frisson que o prêmio da FIFA causa, inclusive com todos os canais esportivos do Brasil transmitindo. Parece que não havia mais nada de importante no esporte no momento, nem mesmo em outra modalidade. Até mesmo dentro do prêmio existe uma separação, pelo menos para a nossa mídia. Boa parte dessa imprensa sempre cobra apoio da CBF e até do governo federal (como se fosse a obrigação dele…) para o futebol feminino. E não vi nas propagandas de nenhum canal que transmitiu a premiação nos dias anteriores da festa alguma menção ao prêmio disputado pelas mulheres, mesmo com a presença da brasileira Marta entre as 3 mais votadas. Sem espaço nas grades de programação, tirando um ou outro torneio, fica complicado pedir atenção a qualquer modalidade. Digo que não sou entusiasta do futebol feminino, mas acho que é complicado cobrar por algo apenas para posar de “bom samaritano”, como me parece que parte da mídia faz. cristiano ronaldo bola de ouro bola parada

Sobre a premiação masculina: Fazem uma seleção e colocam o Daniel Alves de lateral-esquerdo, além de escalar Xavi e Iniesta (os 2 são grandes jogadores, mas que não jogaram mais que Yayá Touré e Schweinsteiger no ano passado). Além disso elegem um gol de 2012(!!!) como o mais bonito de 2013(????!!!). É algo que movimenta a mídia, atrai atenção para o esporte, mas não seria muito mais um “Troféu Imprensa com grife”? Ao menos Cristiano Ronaldo mereceu a honraria pois, individualmente, foi mesmo o melhor jogador do ano que passou, ainda que Messi, como já disse o Marco por aqui, seja o melhor jogador do mundo da nossa era.

Minha Seleção de 2013: Neuer, Lahn, Thiago Silva, Kompany e Alaba (pode não ser um gênio na lateral-esquerda, mas foi certamente o mais regular). Yayá Touré, Schweinsteiger e Vidal. Messi, C.Ronaldo e Ribéry.

Poderiam entrar no time: Buffon, Hummels, Pirlo e Suárez. E você, quem escalaria? fernanda lima bola de ouro bola parada

Ressalto também que foi muito justa a lembrança do Jupp Henyckes como melhor treinador do ano, fez um trabalho de alto nível no Bayern de Munique. Assim como a homenagem ao Pelé; dentro de campo o que ele fez deve ser sempre reverenciado. Além evidentemente da apresentadora da atração…

*****
Os campeonatos estaduais de alguns estados do Nordeste já começaram. Em Pernambuco e no Ceará por exemplo já estamos com algumas rodadas em andamento. Penso ser interessante que isso aconteça, mesmo que muitos dos jogos sejam deficitários. Porém a experiência vale pelo simples detalhe de que os grandes clubes de cada estado (exceção feita ao Fortaleza que está na série C) só entrem na competição mais tarde. Esse expediente não é novo. No centro-sul do país isso já aconteceu no fim dos anos 90 e poderia voltar a ocorrer. estaduais bola parada

Com isso poderíamos ter o tão sonhado “mês de pré-temporada” para os clubes maiores se prepararem para o ano que se inicia. Além disso, sempre me lembro da fórmula da Copa da Liga Inglesa, que é um torneio que à primeira vista, incha o calendário da terra da Rainha. Porém, por ser um mata-mata, ele consegue ser resolvido em poucas datas. Não digo que, por exemplo, o Campeonato Paulista deva ser totalmente no formato eliminatório, mas esse expediente poderia ser usado em alguma das fases do torneio.

Como disse o atual técnico do Santos Osvaldo de Oliveira ao programa Linha de Passe da ESPN Brasil, falar em extinção dos estaduais no Brasil não é algo razoável. São tradicionais e movimentam os clubes do país, desde os maiores até os mais humildes. Claro que eles devem ser racionalizados, mas não podem levar a culpa de todo o mal que acontece no futebol brasileiro.

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PostHeaderIcon Messi, o Melhor do Mundo

Mais alguns dias e teremos a escolha do melhor jogador do ano. É aquele prêmio da FIFA e da revista France Football. É um prêmio importante, mas que não muda a ordem do universo. Ainda mais sendo feito do modo que é. Mas esse não é o foco deste post. Quero falar sobre o melhor jogador do mundo – que eu vi.

Já aviso que não avalio jogadores por ouvir falar. Especialmente por conhecer o costume, quase universal, de supervalorizar as coisas do passado. No futebol então, o varandão da saudade vive repleto. Sem esquecer que o futebol de antigamente é muito diferente do atual. Não dá pra comparar jogadores de épocas distintas. Eu vi parte da carreira do Zico, do Maradona e daí em diante. E só falo dos jogadores que vi.
messi craque

Dos que eu acompanhei, o melhor é o Messi. É totalmente diferenciado. Perderia muito tempo enumerando suas qualidades. Mas o que mais chama minha atenção é que ele não é apenas difícil de marcar. É difícil até fazer faltas nele. É liso, rápido e definidor. É implacável com as defesas adversárias e com os concorrentes ao título de melhor do mundo.

Neste ano o Leonel Messi passou por contusões e alguns problemas pessoais. Talvez tenha sido o pior ano de sua carreira. O Cristiano Ronaldo deve levar a Bola de Ouro da FIFA, com justiça. Mas o Messi é o cara! Vejam alguns lances do gênio e depois digam se já viram alguém melhor. Eu não vi.


Messi Show – o melhor do mundo

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