Destaques
Campeão Indiscutível

Campeão Indiscutível

Uma das maiores vantagens de um campeonato por pontos corridos é que o vencedor costuma ser indiscutível. A exceção, quando ocorrer, é mais por alguma ...

Veja mais

Quando o 100% Não é o Bastante

Quando o 100% Não é o Bastante

O futebol muda muito rapidamente em vários aspectos. Nenhuma fase boa dura para sempre, e nem um mau momento é eterno. Portanto, de modo geral, ...

Veja mais

Internacional na Libertadores 2006

Internacional na Libertadores 2006

É inegável que os colorados estão tendo um 2016 triste e frustrante. O Internacional vem colecionando derrotas e recordes negativos. Lutar contra o rebaixamento é ...

Veja mais

O STJD e um alerta para alguns clubes

O STJD e um alerta para alguns clubes

O futebol brasileiro roda, roda, roda e continua cometendo os mesmos erros de sempre. Chega a ser cansativo! Mas novamente temos o STJD entrando em ...

Veja mais

Curtinhas do Mundo da Bola

Curtinhas do Mundo da Bola

A coluna de hoje vai ser no estilo curtinhas. E começo pela seleção brasileira. O Tite consegui 4 vitórias nos primeiros jogos e o Brasil ...

Veja mais

Fim de Uma Era

Fim de Uma Era

Depois de 22 anos o jornalista José Trajano foi demitido da ESPN Brasil na última semana. Após ser diretor do canal e responsável pela formação ...

Veja mais

Posts Tagged ‘diretoria’

PostHeaderIcon Virando a Página

Depois de um bom Campeonato Brasileiro, havia a expectativa de uma boa campanha do São Paulo neste ano de 2015. A base da equipe estava mantida, com exceção das saídas de Kaká e Álvaro Pereira, Muricy conhecia bem o clube e o time, a torcida estava animada…Porém, tudo isso não está sendo suficiente para que a equipe mostre força, principalmente nos jogos contra adversários mais fortes nesta temporada até agora. Ontem o time perdeu para o San Lorenzo na Argentina pela Libertadores e teve sua classificação complicada para o restante do torneio continental. Além disso a equipe já vinha de atuações tenebrosas contra Corinthians e Palmeiras.

Penso que um conjunto de fatores faz com que a situação esteja dessa forma. A diretoria, encabeçada pelo novo presidente Carlos Miguel Aidar e pelo diretor Ataíde Gil Guerreiro, subdimensionaram parte do elenco. A defesa não recebeu reforços na zaga (apenas Breno, que sabe lá quando poderá jogar). Alguns jogadores experientes como Lugano e Edu Dracena foram descartados de forma eloquente por Ataíde. Esses dois podem não estar mais no auge mas, pelo que temos visto pelo desempenho dos atuais zagueiros do Tricolor, os dois experientes poderiam jogar facilmente na defesa são-paulina de hoje. Dois laterais do Fluminense (Bruno e Carlinhos) vieram e já estão no banco. Carlinhos ao menos já teve bons desempenhos no Cruzeiro e no próprio Fluminense, mas é irregular na marcação. Bruno passa a impressão de ser mais um lateral-direito comum que foi superestimado por alguns. muricy aidar ataíde bola parada

Além disso a saída de Kaká fez com que o time perdesse duas vezes. Primeiro, tendo em vista os relatos da própria comissão técnica, dentro do próprio grupo, que perdeu sua referência técnica e de exemplo de motivação (fator que está em falta no atual time Tricolor). Segundo na inércia da diretoria em trazer alguém de nível diferenciado para jogar no lugar do ex-camisa 8. Falou-se de Conca, Diego, entre outros e no final não veio ninguém. Um pouco até pelos problemas financeiros do clube, que foram aumentados na gestão calamitosa de Juvenal Juvêncio (gestão esta que foi sustentada juridicamente por Aidar, que agora é ‘inimigo” de Juvenal, por picuinhas internas do clube, que não vêm ao caso falar por aqui).

Falando em termo de motivação, quem hoje poderia ser solução no campo não consegue ser confiável; Ganso e Pato ontem, em um jogo em que o time precisava deles, não conseguiram mostrar futebol e se esconderam na maior parte da partida contra os argentinos. Isso certamente passa um pouco por uma análise de exagero, naquele conceito de “craques” que já falamos aqui no blog. A palavra é meio que banalizada e os dois foram tachados de jogadores acima da média antes de se firmarem no futebol. Além disso, passa a impressão de que pensam que apenas a técnica resolverá os problemas do jogo, o que não é realidade. rogério luis fabiano bola parada

Dentro de campo também ainda temos um clube refém de algumas referências, mas que hoje em dia não se sustentam. Luis Fabiano na realidade nunca foi uma referência de fato dentro do gramado. É ídolo de uma parte da torcida que se deixou enganar pelo jeito intempestivo do atacante, mas que na realidade é muito mais um jeito irresponsável de ser. Tão irresponsável que ontem, em mais um jogo decisivo, ele ficou de fora, com mais uma daquelas “misteriosas” contusões musculares.

Rogério Ceni, por mais história que tenha no clube e por mais que mereça homenagens por tudo que já fez, exerce certamente uma influência que passa perto da formação de um feudo. Até hoje por exemplo não vi o goleiro Renan Ribeiro, que hoje é reserva imediato, jogar como titular. Não houve uma preparação para a substituição de Rogério e o clube parece ficar contando com mais um título para que aconteça uma despedida inesquecível do jogador que mais atuou com a camisa Tricolor. Talvez uma renovação de comando dentro do grupo fosse positiva nesse momento.

E uma renovação também passaria pelo comando técnico. Muricy, Tata e Milton Cruz (esses dois como auxiliares), parecem ser as mesmas figuras que estavam no clube em 2006, ano em que Muricy regressou pela primeira vez depois de ter saído nos anos 90. E pelo sexto ano desde então ele começa o ano não conseguindo fazer o time jogar um bom futebol. Em 2006/2007/2008 ele teve tempo e conseguiu arrumar a equipe para fazer um bom Campeonato Brasileiro, em que a regularidade é tão ou mais importante do que um futebol encantador. Em 2014 vimos algo parecido e o título só não veio pela vantagem que o Cruzeiro já possuía. Em 2009 ele não teve oportunidade de continuar e foi demitido logo após a eliminação da Libertadores.

Como disse acima, o São Paulo parece refém de alguns nomes e perdido dentro de uma gestão que ainda não se definiu em sua forma. Demitir Muricy é algo que vai além de ser apenas um choque no time atual, seria uma mudança de era no São Paulo que cada vez mais parece precisar virar a página de algumas figuras que estão por lá, inclusive na gestão fora de campo. O time pode até se classificar ainda para o mata-mata da Libertadores, mas será que conseguirá mostrar algum futebol para não dar vexame em uma possível fase de oitavas de final? Não me parece ser o caso…

Share Button

PostHeaderIcon Arenas Vazias e o Mecenas

Ontem, num jogo comum, o São Paulo botou 43.000 torcedores no Morumbi. Poderiam ser mais pagantes, se um show não estivesse programado pro estádio. Sei que o retorno do Muricy “Trabalho” influenciou para elevar o número de presentes. Mas o fator decisivo foi a redução, expressiva, no preço de alguns ingressos.

Por outro lado tenho visto numerosas cadeiras vazias nas novas arenas; em Brasília, Recife, Salvador, Rio… Em Brasília nem o recente jogo do “time” da CBF conseguiu lotar o estádio. Em Pernambuco e na Bahia é quase comum lotar os estádios. Ou era; antes das arenas caras e elitistas. No Maracanã o público varia, dependendo do interesse de cada partida. Mas o quadro atual é grotesco, com a parte central vazia e as cadeiras atrás dos gols lotadas. O gueto reservado aos que não podem pagar 150,00 ou 250,00.
maracanã vazio
Muitos podem dizer que a média de público do Brasileirão sempre foi baixa, longe das médias de outros campeonatos, especialmente europeus. Tudo bem. Mas isso não pode ser a explicação definitiva. Temos público pra lotar as arquibancadas em jogos importantes. Em qualquer capital. Apesar de todos os problemas conhecidos: acesso, segurança, conforto, etc… Alguns desses problemas foram amenizados com as novas arenas. Mas foi criado num novo, o preço dos ingressos. E aí não dá pra contornar, o bolso do torcedor não suporta.

Parece que essa é a triste e inevitável sina do futebol brasileiro, criar dificuldades e inventar problemas. E depois os gênios do futebol correm desesperados pra consertar seus próprios erros. E dar desconto pro sócio torcedor ou abaixar o preço do ingresso quando precisam lotar a arquibancada. Tudo feito no atropelo e sem o menor planejamento. Nas coxas!

* * * * *

Não sou tão velho, mas peguei o tempo do mecenato no futebol. E a fase dos bicheiros pagando as contas. Era comum fazer uma vaquinha entre os torcedores ricos e reforçar o bicho por vitórias e títulos. Hoje a situação mudou. Mas nem tanto.

O Fluminense conta com um patrocínio que não é exatamente um patrocínio. Lembra mais o tempo dos bicheiros. O mecenas do Flu banca as contas. E mete o dedo em tudo. Até onde não deveria. Ultrapassando a relação entre dirigentes e o clube. Como no caso do Sandrão, denunciado por reportagem da Gabriela Moreira, da ESPN.

Qualquer pessoa do meio sabe que a relação entre Unimed e Fluminense passou do limite saudável. Nos bastidores, muita coisa é dita. Mas pouco é revelado ao torcedor. Salvo em casos raros, como esse da ESPN. Na verdade a imprensa esportiva prefere ressaltar os pontos positivos e as conquistas. É o que julga interessar e agradar o torcedor.

Nem preciso fazer força para relembrar de casos antigos, envolvendo empresas (patrocinadoras ou sócias) e clubes. O final é quase sempre trágico. E o clube acaba com o pincel na mão. Sem a escada! Temo que o Fluminense seja o próxima da lista.

Share Button

PostHeaderIcon Sai Autuori e entra Muricy (e a diretoria continua…)

Depois de pouco mais de quatro anos e muitas trocas de treinadores nesse período, o São Paulo recontrata Muricy Ramalho. E em uma situação pouco imaginável pelo histórico do clube do Morumbi, a de “salvador da pátria”. Como disse muito bem o Marco no texto sobre os treinadores, esse é um rótulo que os dirigentes de clube gostam que seja propagado pelos torcedores e pela mídia. Tendo um novo “Messias” fica mais fácil esquecer as besteiras feitas por quem comanda de fato, cenário que cabe bem para a atual diretoria do São Paulo. muricy-ramalho1

Ney Franco foi demitido no primeiro jogo após uma parada de quase 1 mês para a Copa das Confederações. Obviamente ele não foi demitido apenas por aquele jogo contra o Corinthians pela Recopa Sul-Americana, ou seja, já havia essa vontade. Se ela existia, porque não demiti-lo durante a “intertemporada”? Como falei no primeiro texto que fiz sobre o Tricolor Paulista, não penso que Ney era o principal culpado da má fase, mas tinha se perdido no mau momento, sem conseguir fazer o time reagir.

Paulo Autuori chegou e mostrou a mesma falta de capacidade de animar e tranquilizar a equipe. Ainda que em jogos como contra o Fluminense e Botafogo, o time tenha mostrado uma certa melhora defensiva, tudo veio abaixo em uma derrota inesperada contra o Criciúma em casa. O desânimo do time mostrado principalmente no primeiro tempo do jogo de domingo contra o Coritiba foi crucial para a diretoria fazer o que a torcida pedia há muito tempo, que era a volta do treinador tri-campeão brasileiro em 2006, 2007 e 2008. muricy-juvenal-e-leco1

E essa atitude de Juvenal Juvêncio e sua trupe, mostra bem o porque do São Paulo estar nessa situação. Além de mostrar incompetência e demora para contratar (e quando faz, trás jogadores de qualidade duvidosa ou em má fase), foi reticente com a preferência dos torcedores que, já de algum tempo, pediam a volta de Muricy. Por teimosia e birra Juvenal perdeu a chance de fazer a troca com mais tempo de fazer o time melhorar e escapar da situação ruim que atravessa. Além disso, me parece claro que, em termos de elenco, o São Paulo não é tão ruim como a tabela sugere, e que os jogadores dentro de campo têm de responder, jogando com o mínimo de vontade, coisa que faltou no último domingo. Mas o descalabro administrativo, com disputas internas e antecipação do período eleitoral de ambos os lados, ajuda no clima ruim.

Falando especificamente do novo comandante: Em termos teóricos, Autuori pode até ter mais conhecimento e estratégia, mas vem em má fase a algum tempo como treinador. Muricy também não vem bem; seu último trabalho no Santos, principalmente após a derrota para o Barcelona em 2011 foi muito fraco. Mas ele tem uma identificação com o São Paulo (ainda que tenha reforçado um certo passado palmeirense quando pulou o muro…) e joga um futebol mais “pegador” que pode funcionar nesse momento de crise, principalmente com uma equipe mais fechada na defesa. Não será surpresa para mim se ele reintegrar Lúcio pois, na zaga, ele deve acabar com improvisações. Só que ele precisa também resolver o excesso de passes errados que o time vem cometendo e também o ataque, pois o time sofre sem um diferencial na frente.

Teoricamente isso pode ser suficiente pra conseguir evitar o pior, mas o time precisa jogar um pouco mais pois apenas a camisa, mesmo sendo de um gigante, não vai salvar a situação. E mesmo a fuga da degola não vai (e nem pode) apagar as inúmeras besteiras que a diretora Tricolor fez nos últimos tempos.

Share Button

PostHeaderIcon A situação do São Paulo

O São Paulo vive uma situação praticamente inédita em sua história, que é brigar na parte de baixo da tabela em um Campeonato Brasileiro. É tentador dizer que, “pelo elenco que possui, o time vai dessa”, bordão sempre repetido quando um clube grande fica nessa posição da classificação. Ainda que isso possa vir a acontecer será um longo caminho, pois mesmo nivelado por baixo em vários momentos, o Brasileirão tem seu grau de dificuldade aumentado para alguém que quer sair da degola. Para tentar entender o que se passa, vou falar mais sobre o time dentro de campo, apesar de que claramente a diretoria Tricolor, comandada por Juvenal Juvêncio, que obteve um imoral terceiro mandato em 2011 com a mudança do estatuto do clube, é a responsável pela montagem do time e pela sua desestabilização. Mesmo que possamos considerar o elenco paulista superior a pelo menos metade dos times do campeonato, o Tricolor montou um grupo desequilibrado, que começou a chegar nessa situação ano passado, mesmo com o título da Copa Sul-Americana.

Quando foi concretizada a venda de Lucas para o Paris Saint-Germain no segundo semestre de 2012, o goleiro Rogério disse que o time perderia 40% de sua força. Não chegaria a tanto em termos de número mas, somada à uma carência antiga do São Paulo no ataque, isso acabou se confirmando dramaticamente. Pode soar estranho dizer que o SP sofre no ataque, tendo o sexto maior artilheiro de sua história vestindo a camisa 9, mas é o que vem acontecendo. Luis Fabiano continua com seu comportamento errático, insistindo em ser “o cara que se esforça”, tentando sempre jogar para a torcida sua raça, para ter seu nome gritado no Morumbi. O problema é que ele já é um jogador marcado pelos árbitros por seus equívocos e parece que ele não faz nenhum esforço para mudar, acumulando assim cartões e suspensões, principalmente em jogos decisivos, o que já faz uma parte da torcida ser contrária à sua presença no time.images1

O problema é que o SP vive aquela clássica situação de “ruim com ele, pior sem ele”. A diretoria não aproveitou a janela de transferências para buscar um outro atacante de alto nível e Luis Fabiano, ainda mais nessa situação terrível no campeonato, continua sendo muito necessário para o time, até porque os seus substitutos no elenco são limitados. Aloísio é muito esforçado, bom complemento para o grupo, mas tem claras limitações técnicas. Ademílson ainda é uma promessa, que faz poucos gols e Osvaldo, além de nunca ter sido um artilheiro, voltou muito mal da Seleção e da contusão que sofreu na semifinal do Paulistão e até hoje não reencontrou seu futebol.

Com a saída de Lucas, a diretoria tentou dar um golpe em um rival e trouxe Paulo Henrique Ganso para o lugar do ex-camisa 7. Claramente ainda longe de um futebol que apareceu chamando muito a atenção em 2010, o ex-meia do Santos, ainda sofre para jogar em seu melhor nível, o que talvez seja difícil pelo número de lesões que já sofreu e pelo estilo de jogo que muitas vezes é insuficiente em termos de participação na partida. Com essa contratação, o time passou a ter 2 meias (Jadson e Ganso), que basicamente jogam na mesma faixa de campo e não ter alguém que partia para cima da defesa adversária, conseguindo decidir jogos na individualidade, como Lucas fazia. Não acho que é totalmente incompatível um time atuar com 2 meias mais clássicos, mas o ex-treinador do SP Ney Franco tentou o quanto pode manter o time da maneira em que ele atuava com a presença de Lucas, só que sem ter alguém da mesma qualidade ou característica no lugar. Resumindo, o time não jogava nem de uma forma, nem de outra.

Além disso a defesa que tinha se acertado com Rafael Tolói e Rodolpho no fim do ano passado, foi remontada em torno da contratação do pentacampeão mundial Lúcio. Nessa, eu até isento um pouco a diretoria. Eu também teria o contratado, por ser um jogador de personalidade, experiente e que poderia ajudar na Libertadores. Só que deu tudo errado dentro e fora de campo. Mais à frente na cabeça de área, a diretoria não teve a iniciativa de contratar um cabeça de área mais pegador, o que poderia ser importante para a Libertadores e acreditou muito na juventude de Denilson e Wellington, o que se mostrou insuficiente para encarar a competição Sul-Americana.

Soma-se a isso os problemas internos entre Ney Franco e parte do elenco, o que minou a confiança do grupo, com as sucessivas derrotas. Paulo Autuori chegou e pegou um grupo despedaçado em termos de confiança e qualidade. Aos poucos vem tentando fazer o time jogar de forma mais simples, com os 2 meias e com uma maior segurança defensiva. Talvez em termos psicológicos, o time possa ganhar muito com a vitória de ontem sobre o Fluminense. Não foi uma grande atuação, mas o time mostrou mais força na defesa, ainda que ajudado pela fraca partida do time carioca. No entanto, a equipe continua falhando em matar as partidas e esse problema do ataque continua, ainda mais agora com outra suspensão de Luis Fabiano, dessa vez para o jogo contra o Botafogo.

Existem campeonatos em que os objetivos são menores e parece ser o caso desse BR-13 para o São Paulo. Talvez seja necessário acontecer isso para que um clube grande possa acordar e ver que não apenas pela camisa pode vencer e sempre estar no topo. Vamos ver se esse susto acorda quem comanda o São Paulo para que isso não se repita. O time dentro de campo parece ter despertado, falta agora quem está mais acima pensar e agir como a grandeza do clube pede, não apenas com discursos vazios e soberbos, mas com ações mais inteligentes.

Share Button

  • Enquete

    • Qual clube corre mais risco de rebaixamento?

      Veja Resultados

      Loading ... Loading ...