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PostHeaderIcon Brasileirão Se Definindo e Seleção Indefinida

Já completamos 2/3 do campeonato brasileiro. E o cenário está bem consolidado. Tanto no topo, no meio, quanto nos que lutam contra o rebaixamento. Não acredito que teremos grandes saltos no terço final do campeonato. O que é um mau sinal para os clubes tradicionais que estão no fundo da tabela. Especialmente o Internacional.

O Colorado passou o ano flertando com o perigo. Teve erros na direção. Fez escolhas ruins, de técnicos e jogadores. Deu azar com algumas contusões. Se somarmos tudo isso… Olha, nem somando tudo dá pra entender a posição do Inter. Ou o desempenho do time. Ainda mais comparando a sua pontuação com a de elencos mais modestos, como da Ponte, Botafogo ou Chapecoense; todos no meio da tabela. Mas eu sou teimoso e ainda acho que o Inter vai escapar. Só que vai ser sofrido. Até pra aprender a não fazer tanta bobagem. Só não sei se entenderam a lição.

Não sou vidente, mas vou arriscar um palpite: Acho que o América, Santa Cruz e Figueirense já estão rebaixados. A ultima vaga fica entre o Inter, Vitória, Cruzeiro, Coritiba e Sport. São Paulo e Botafogo correm um risco mínimo, abaixo de 1%. Até pra tristeza de um certo comentarista da Band. Aquele mesmo que cravou o rebaixamento do alvinegro carioca após a 4ª rodada. Fato que até poderia acontecer. Mas só se o time continuasse inerte. Fato que não ocorreu; ao contrário.

* * * * *
Não disputa pelo título não vejo chances de surpresa. Vão ser os mesmos que já estão na disputa. Palmeiras, Flamengo e Atlético estão num nível bem próximo. Tanto que nem vou arriscar um palpite. A única diferença que vejo é que o Flamengo é mais equilibrado entre defesa e ataque. Uma pequena vantagem. A outra pode ser a torcida, mesmo jogando longe do Maracanã. Ou não…

* * * * *

tite convocação

Hoje o Tite anunciou sua segunda convocação. E tivemos algumas novidades; e outras voltas. Fernandinho, Oscar, Firmino, Douglas Costa e Thiago Silva estão de volta. O retorno mais surpreendente é o do Thiago Silva, que havia entrado para o time dos renegados. Vamos ver se agora o Thiago se recupera do fiasco das últimas passagens pela seleção. Vai depender mais de sua cabeça do que do futebol.

A novidade ficou com a convocação do Muralha, goleiro do Flamengo. Ele me agrada, mas não sei se chega ao ponto ser titular da seleção. Pode ser só um teste do Tite. Assim como alguns outros que o técnico já convocou: Fagner, Giuliano, Weverton, Taison… São nomes questionáveis. O que não se discute é a volta do Marcelo. É muito talentoso para ser esquecido, como o Dunga fez.

E vou mais longe. O Marcelo é tão habilidoso e tecnicamente diferenciado que eu, se fosse técnico, já teria testado ele na linha de meio-campo. Claro que o ideal seria essa alteração ocorrer primeiro no clube. Mas, não havendo tal possibilidade, que seja na seleção. Meio parecido com o Alaba na seleção austríaca. Acho que o Marcelo e o Neymar fariam um lado esquerdo sensacional.

* * * * *

Ainda sobre a seleção… Nos últimos tempos a mídia esportiva se aprimorou na arte de propagar teorias e e descrever narrativas fantasiosas. Já ouvi de tudo. Começou, pra mim, com o overlapping. Depois tivemos a fase de matar os pontas e colocar meias no lugar. Depois tiraram um dos meias e usaram 2 volantes. Depois veio o papo do quadrado mágico. E assim foi indo.

Agora, com o Tite, a imprensa boleira passou a divulgar o tal “futebol apoiado”. Sinceramente, é uma bobagem sem tamanho. Lembra as propagandas de sabonete ou shampoo, que todo ano apresentam uma nova fórmula. E tem quem acredite nisso. Mas eu já passei dessa fase. Ou nunca estive.

Mas, como a seleção comandada pelo Adenor venceu as 2 primeiras partidas, tudo tá valendo. Tudo cola. Vamos ver a narrativa quando a seleção levar duas pancadas seguidas.

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PostHeaderIcon As Velhas Ausências

Dunga convocou a Seleção Brasileira para os amistosos contra a Costa Rica e os Estados Unidos no mês de Setembro. Algumas coisas chamam a atenção na lista. As presenças de Kaká e Neymar seriam perfeitamente justificáveis pelo ponto de vista técnico. O ex-meia do São Paulo, dentro do atual cenário do futebol brasileiro ainda poderia estar jogando na Seleção, até pela falta de opções na posição. Mas o fato dos jogos serem realizados nos EUA faz muitos pensarem que a convocação se deu mais por questões ligadas aos patrocinadores. Assim como a chamada do camisa 11 do Barcelona, que ainda se recupera de uma caxumba.

Outra questão que se faz notar é que não tivemos convocações de jogadores que atuam no chamado “mundo árabe” ou mesmo na China. Penso que se tivéssemos jogadores de calibre indiscutível atuando por lá eles deveriam ser chamados mesmo atuando nesses mercados periféricos do futebol. Mas não é o caso dos atletas anteriormente convocados. Não temos nenhum “acima da média” de fora da lista, com exceção de Thiago Silva, que tem pagado o pato por alguns erros individuais, apesar de ser bem superior, tecnicamente falando, a David Luiz. As voltas do Lucas do Paris- Saint Germain e do Oscar e a primeira lembrança do Lucas Lima são boas notícias; assim podemos vir a ter meias que poderão ser úteis no futuro do time. Douglas Costa é muito mais um ponta, com temos visto nesse início dele no Bayern de Munique e não pode ser considerado nessa função de armar um time, o que muitos pensaram erroneamente durante a Copa América. dunga lista bola parada

Porém, conceitualmente falando, temos duas ausências que explicitam algumas debilidades em nossa geração. Na cabeça de área continuamos insistindo com a presença de Fernandinho e agora até com o retorno de Ramires. No entanto continua faltando alguém quem pense o jogo, que arme a equipe na saída para o ataque. Elias é muito mais um condutor de bola; não é esse jogador para organizar as jogadas e nem está em grande fase no Corinthians, em que pese o momento de liderança da equipe no Brasileiro. Continuamos dividindo a equipe em setores que muitas vezes ficam distantes entre si e não tendo tantas formas diferentes de se atuar.

Além disso mais uma vez não temos um centroavante de ofício na lista. Evidente que podemos pensar em uma equipe sem alguém fixo na área. Roberto Firmino, em que pese não ser um jogador acima da média, pode fazer essa função de ser o atacante mais adiantado, além claro do próprio Neymar. Porém chama a atenção o fato de vivermos essa entressafra incrível na posição do antigo “camisa 9”. Os melhores que temos atualmente, jogando por aqui, são os velhos conhecidos Ricardo Oliveira e Fred. Sim, o Fred, tão criticado durante a Copa, ainda é relevante jogando para o Fluminense e não temos alguém ainda tão superior à ele, o que prova o momento complicado para a função.

Durante a coletiva da convocação Dunga disse que o caminho para qualquer time, desde que quando ele começou no futebol é “jogar pelas pontas”. De fato é bom poder abrir o jogo e procurar fortalecer o lado de campo. Porém é preciso saber e poder variar de tática, além de principalmente procurar tentar controlar o jogo e não apenas correr a esmo, algo que temos visto frequentemente no atual momento do futebol brasileiro.

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PostHeaderIcon Coerência x Lealdade e a Confiança Cega

Mais uma vez após uma convocação da Seleção Brasileira para uma Copa do Mundo, podemos discutir não tanto os nomes chamados, mas o critério de lealdade, muito usado pelos últimos treinadores, para definir o grupo para o Mundial.

Devido ao seu passado de muitas vitórias (e alguns tropeços notáveis, como qualquer treinador têm), mas principalmente pelo título da Copa das Confederações do ano passado, Felipão não vem sendo muito questionado na montagem do time que vai disputar a Copa em casa daqui a pouco mais de um mês. Nesta quarta (7/5) ele divulgou a lista com poucas novidades em relação ao grupo que conquistou o título da competição “preparatória” inventada pela FIFA, um ano antes de cada Mundial. A maior surpresa da lista foi o chamado do zagueiro Henrique, ex-Coritiba e Palmeiras, e atualmente no Napoli. Henrique trabalhou por dois anos com Felipão no Palmeiras e certamente isso pesou no chamado do zagueiro, que até é bom jogador, mas não vive uma fase esplendorosa na carreira. Além disso, nos poucos jogos em que atuou com a camisa amarela ele não foi bem. henrique seleção bola parada

Certamente eu, se fosse o técnico da Seleção, chamaria Miranda no lugar de Henrique. O atual zagueiro do Atlético de Madrid vive uma fase muito superior, sendo peça fundamental na ótima temporada do time madrilenho. Porém o fato de já ter comandado o atual beque (e algumas vezes lateral direito improvisado) do Napoli muito provavelmente fez a balança pesar para o lado de Henrique.

Neste ponto podemos nos perguntar: Até que ponto podemos criticar um treinador por formar um grupo e confiar nele “até no inferno” (palavras do próprio Felipão), mesmo com alguns atletas não vivendo um grande momento? Bernard por exemplo; Desde que saiu do Atlético/MG não se destacou ainda jogando pelo Shakhtar Donetsk. Jô também não vive uma grande fase, assim como Paulinho. Mas são nomes que foram importantes na conquista da Copa das Confederações e, pelo visto, não foram nunca postos em dúvida pelo treinador da Seleção. dunga doni bola parada

Na última Copa tivemos o exemplo de Dunga que confiou cegamente em atletas que mostraram “comprometimento”
durante os 4 anos de trabalho. O problema é que muitos desses convocados nunca mostraram grande qualidade para estarem na lista final. Estão aí Doni, Kléberson, Grafite e alguns outros que não me deixam mentir. Até não vejo tanto isso nesta Seleção atual. O time tem qualidade técnica e Felipão também privilegiou o bom momento de alguns, como no caso de Victor, Fernandinho e William.

Mas o que me incomoda é o fato de muitos confiarem apenas nos jogos de uma competição não tão competitiva, como é a Copa das Confederações, como base de sucesso absoluto da Seleção para o que realmente importa, que é a Copa do Mundo. O nível técnico da Copa promete ser bom, e só não será melhor porque muitos jogadores chegarão no chamado “bagaço” físico depois de temporada estafante na Europa, onde a maioria atua (mas isso é assunto para outra coluna). Um ano é muito tempo para que uma equipe evolua e também seja mais observada. felipão copa das confedeações bola parada

Em resumo: Penso que o Brasil pode ir bem na Copa, tem jogadores e um clima favorável dentro de campo para tal, mas precisa mostrar qualidade além da que mostrou ano passado. Confiar apenas na torcida cantando o hino para fortalecer o time é um grande risco.

Sobre a lista: Penso que o Kaká poderia ser chamado para dar uma opção de experiência no meio campo. Não para ser titular absoluto, mas para ajudar e criar uma variação no time em algum jogo mais intrincado. No ataque não levaria o Jô, mas não temos grandes nomes para usar como camisa 9. No gol não sou fã do Jefferson, gosto mais do Diego Cavallieri. E na lateral esquerda prefiro o Filipe Luiz ao Maxwell. Mas de modo geral não houve um grande absurdo, ainda mais sabendo que cada um tem a sua preferência e suas confianças inabaláveis.

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