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PostHeaderIcon Seleção do Brasileirão 2015

E chegamos ao momento mais aguardado pelos boleiros de todo o planeta; quiçá da galáxia: a escolha da seleção do Brasileirão. É o Bola Parada Golden Awards. Mas, diante dessa crise toda, abandonamos a parte do golden e investimos todos os recursos do blog no awards. Isto posto, vamos ao que interessa, a lista com os melhores do campeonato:

  • Danilo Fernandes – Além de ser uma revelação, o Danilo acabou sendo o goleiro mais regular no meio de tantos outros destaques. Menção honrosa para o Alex Muralha.
  • Apodi – A posição anda bem carente. Até mesmo em nível mundial. Mas eu e o Alexandre acabamos escolhendo o lateral da Chapecoense.
  • Gil – Um zagueiro tranquilo e muito eficiente. É raro ver o Gil cometendo uma falha grosseira ou apelando pra violência. Uma escolha bem merecida.
  • Geromel – Chegou ao Grêmio sob uma grande desconfiança, mas acabou se firmando. Hoje é um dos melhores da posição e está na nossa seleção.
  • Renê – Tivemos alguns bons laterais esquerdos neste Brasileirão. Mas o lateral do Sport foi o mais regular durante a competição.
  • Wallace – Outra posição bem servida; foi até difícil escolher o melhor volante do ano. Optamos pelo Wallace por causa da regularidade e eficiência.
  • Renato Augusto – Talvez tenha sido o melhor jogador do Brasileirão. Eficiente na armação e ainda colaborou muito com os volantes. Sem esquecer de marcar alguns gols importantes.
  • Jádson – Começou o ano meio desacreditado e quase foi para a China. Acabou ficando e sendo decisivo no título do Corinthians. Escolha fácil.
  • Lucas Lima – É um meia clássico; posição bem carente em nosso futebol. Teve seu ano de afirmação, inclusive na seleção brasileira. Se continuar evoluindo terá um futuro glorioso.
  • Luan – O meia atacante gremista une habilidade, rapidez e um bom poder de finalização. Já tem presença na seleção olímpica e pode até conseguir uma vaga na principal.
  • Ricardo Oliveira – Chegou ao Santos como uma grande interrogação. Mais pelo aspecto físico; futebol ele sempre teve. Acabou sendo o artilheiro disparado do Brasileirão 2015.
  • Técnico: Tite – Essa escolha foi tão óbvia que nem merece maiores explicações. Até os torcedores rivais do Corinthians reconhecem a importância do Tite para o time.

renato augusto

Essa foi a nossa seleção do Brasileirão 2015. Se tiverem uma, deixem nos comentários.

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PostHeaderIcon 11 Revelações do Brasileirão 2015

Escolhemos algumas revelações do atual Campeonato Brasileiro. Revelações tanto no sentido de novidade, de aparecer agora, mas também algumas no sentido de maior destaque neste torneio, mesmo já tendo atuado em outras edições da competição. Vejam se concordam com a lista das 11 revelações do Brasileirão 2015:
valdívia revelação do Brasileirão

  • Danilo Fernandes (Sport): Ex-reserva do Corinthians, foi para o Sport e fez partidas espetaculares. Até deixar o antigo titular Magrão no banco.
  • Apodi (Chapecoense): Não é um jogador novato, mas foi neste ano que teve um maior destaque. Como a posição anda carente, foi nosso escolhido.
  • Felipe (Corinthians): Começou o ano contestado, mas se firmou na melhor defesa do campeonato. Tem potencial para evoluir mais.
  • Jemerson (CAM): Jogou algumas partidas ano passado, mas foi neste campeonato que virou titular e confirmou sua qualidade na zaga.
  • Douglas Santos (CAM): Tivemos vários bons jogadores na lateral esquerda: Renê, Jorge, Zeca… Mas optamos pelo lateral do Atlético. Bom na defesa e preciso nos cruzamentos.
  • Rodrigo Dourado (Internacional): Outra posição com fartura de revelações: Wallace, Otávio (CAP), Thiago Maia… Mas o volante do Inter demonstrou grande poder de marcação e muita aplicação em campo.
  • Gustavo Scarpa (Flu): Este foi um dos melhores jogadores do Fluminense no Brasileirão. Bom na armação e ainda chega na área para finalizar.
  • Marquinhos Gabriel (Santos): Ele demorou para se firmar num grande clube. Mas é inegável o excelente Brasileirão que o meia santista fez. Se seguir neste ritmo, o futuro é promissor.
  • Malcom (Corinthians): Depois de exagerarem nos elogios quando apareceu, caiu um pouco de rendimento, mas foi muito importante na reta final do campeonato e para o título corintiano.
  • Valdívia (Internacional): Não apareceu agora, mas este foi o campeonato e o ano da sua afirmação, vinha jogando muito bem até se contundir. Vamos ver se volta jogando bem.
  • Luan (Grêmio): Se afirmou neste ano. Cumpriu bem a função, pela esquerda, e ainda ajudou na posição de 9. Foi muito importante pro Grêmio e já conquistou seu espaço na seleção sub-20.

(A lista foi formulado por mim e pelo Alexandre. Mas só após acaloradas discussões, xingamentos e brigas violentas. 😛 )

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PostHeaderIcon O Mobral Concluído e a Incompetência

Alguns anos atrás o então presidente do São Paulo Juvenal Juvêncio deu uma entrevista dizendo que o problema do também ex-presidente do Corinthians Andrés Sanches era o “mobral inconcluso”. Isso representava uma superioridade do Tricolor Paulista em relação ao time de Parque São Jorge em termos estruturais e de grife. Inclusive foi Juvenal que definiu a alcunha de “Soberano”, que simbolizava o período de três títulos brasileiros vencidos em sequência entre 2006 e 2008.

Porém tudo na vida pode mudar, ainda mais se você não faz nada para manter a sua superioridade e principalmente quando você se acha muito superior aos demais. Depois dos tri-campeonato nacional, o São Paulo perdeu profissionais importantes na fisiologia e na preparação física. Achou que apenas a estrutura físíca faria o clube se manter no topo enquanto naufragava em gestões desastradas no futebol, com contratações erradas, absurdas e até mesmo suspeitas. Não que na época em que o time vencia mais tudo era perfeito. Mas ao menos havia uma maior capacidade de gestão dentro e fora de campo. Além disso algumas figuras se perpetuaram no clube, desde Juvenal Juvêncio que conseguiu um imoral terceiro mandato que prejudica a instituição desde então, tanto em termos políticos quanto financeiros, até chegar a Milton Cruz, um auxiliar-técnico que nunca quis ser técnico pois sabidamente não tem capacidade para tal.

E não deixa de ser simbólico que Milton Cruz tenha sido dublê de treinador mais uma vez na vextória derrota para o Corinthians no domingo passado. Poucas vezes um time teve tanto a cara do seu treinador. Acomodado, superestimado e displicente, o Tricolor foi presa fácil para o time de Parque São Jorge que teve a celebração perfeita para o seu título nacional, mesmo atuando com muitos reservas.

Da mesma forma que, quando o São Paulo venceu seus títulos brasileiros não havia perfeição em todos os aspectos do clube, o mesmo acontece agora com o Corinthians. O time chegou a dever direito de imagem a seus atletas durante a competição e sofreu com a saída de algumas peças importantes como Guerrero e Fábio Santos. Some-se a isso uma certa rejeição que o Corinthians sofre por ter uma exposição massiva e exagerada na mídia o que, somado a uma certa proximidade de algumas figuras do clube com pessoas até mesmo do Governo Federal faz com que qualquer erro favorável ao time seja visto como algo acima do normal. Os erros de fato, em determinado momento, se sucederam de forma estranha, mas como o Marco já ressaltou aqui no blog, existem níveis diferentes e não se pode colocar todos os equívocos no mesmo cesto. E isso não apaga o mérito da administração corinthiana que mostra que dar mais tempo ao treinador e a um grupo de jogadores pode ajudar no fim das contas. são paulo corinthians bola parada

Tite conseguiu remontar a equipe e fazer com que um time com dois meias armadores clássicos (Renato Augusto e Jadson) conseguisse render, sendo ao mesmo tempo criativo e compacto, conceitos que, para muitos, são excludentes. Foi possível ver nesse campeonato que isso não é verdade. Renato Augusto se recuperou de uma fase em que vivia mais machucado do que em campo e foi fundamental na conquista, assim como Jadson que sempre foi bom jogador, mas passou um período ruim no São Paulo e foi usado por algumas pessoas como um dos símbolos do desinteresse e do pouco caso de alguns jogadores do Tricolor em campo. Temos aí então um caso simbólico que mostra que o ambiente de trabalho nos dois clubes é diferente a algum tempo e dentro de um sistema eficiente as peças de qualidade podem sim render.

Ainda que o São Paulo consiga, quase que de forma inacreditável e muito devido a incompetência alheia, a vaga para a Libertadores, é mais do que necessária uma mudança de rota; no jeito de comandar, de gerir e administrar dentro e fora de campo. Diminuir a soberba e a arrogância também seria um bom caminho, inclusive para tratar com o pessoal que não tinha “concluído o Mobral”. Pois hoje o Corinthians conseguiu, administrativamente falando, se formar com louvor e competência e com isso os resultados aparecem em campo.

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PostHeaderIcon Hora da Onça Beber Água

Muita gente, após os 7×1 pra Alemanha, saiu anunciando o “fim do mundo” do futebol brasileiro. Só que não era (é) bem assim. Nosso futebol vinha mal há muito tempo, aquilo foi só o registro. Deveriam ter visto o problema antes, bem antes.

Não posso dizer que resolvemos todos os defeitos do futebol brasileiro. Mas melhoramos em alguns pontos, principalmente dentro de campo. Tenho visto vários bons jogos neste brasileiro. Jogos com intensidade, equipes valorizando a posse de bola, jogando verticalmente, tentando compactar suas linhas. E isso não acontece somente com o líder, como em anos passados. Neste Brasileirão já vi bons jogos do Corinthians, do Galo, do Palmeiras, Santos, Grêmio, até do São Paulo e Flamengo em menor grau.

Aqui no Bola Parada a gente é bem crítico, principalmente quando os fatos exigem reprovação. Mas também sabemos elogiar quando a coisa melhora. E eu espero que essa melhora não seja passageira, mas o início de uma “revolução”. Precisamos e devemos acreditar nisso. Até exigir! E não quero nada impossível de se realizar. Basta ver o Grêmio como exemplo. No começo do ano, ainda dirigido pelo Felipão, era um tormento assistir 15 minutos de um jogo do tricolor gaúcho. Hoje, sem nenhum grande reforço, o time mudou 180º. Bastou um técnico com ideias mais atualizadas e um elenco que aceite o que foi proposto.

* * * * *
brasileirão
Estamos chegando num momento decisivo do Brasileirão. Ainda que, obviamente, todas as rodadas tenham o mesmo valor e importância. Mas estamos chegando na hora da onça beber água, como diziam os mais antigos. Na próxima rodada os 3 clubes da ponta jogam fora de casa, contra adversários duros. Já o Flamengo e São Paulo recebem adversários mais “ganháveis”. Quem busca o título, ou a vaga na Libertadores, precisa jogar pra tanto, dentro ou fora. Assim como os mesmos fizeram ontem, vencendo a Chapecoense e o Grêmio.

E esse é outro ponto que sempre me incomodou. Nunca aguentei ver um time grande, daqueles que dizem que querem ganhar títulos, jogando fora e passando 90 minutos retrancados, sonhando com um empate. Quem entra pensando em 1 ponto, acaba sem nenhum. E clube que só é valente em casa, termina no meio da tabela. Ou nem isso…

* * * * *

É inevitável, quase toda rodada temos N casos de erros de arbitragem. Tanto que nem costumo comentar isso na minha coluna. Mas na semana passada a CBF pediu autorização da FIFA pra testar o árbitro de vídeo. Não sei se a FIFA vai aprovar ou como seria a participação efetiva desse auxiliar. Dependendo do “como”, pode ser bastante útil. Especialmente em casos de erros claros e evidentes.

Eu, assim como o Renan falou nos comentários, não me incomodo com aqueles erros de centímetros, que precisam de 10 replays e da linha pra definir. Essa falha é totalmente aceitável, ainda que indesejada. O que me irrita, profundamente, são erros como no 2º gol do Avaí, contra o Goiás. Como o juiz e o bandeira não viram o André Lima atropelando e montando nas costas do goleiro Renan? Até na várzea aquilo é falta, não se discute. Talvez, se houvesse um árbitro de vídeo, esse lance fosse anulado e o Goiás não acabasse no prejuízo. Ainda que, na minha cabeça, um lance tão claro não deveria precisar do recurso. Mas o nível da nossa arbitragem é tão ruim que acaba abrindo espaço pra todas as teorias e ilações. Mesmo infundadas.

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PostHeaderIcon Mão na Roda

O 1º turno do Brasileirão já é passado. E já podemos listar algumas características deste campeonato:

– É um campeonato com clubes mais empobrecidos que nos anos anteriores. Mesmo com uma ou duas exceções, a média recuou bastante. É inegável que a maioria precisou apertar o cinto. Quase desesperadamente em certos casos. Espero que nos próximos anos a projeção de receita X despesa seja feita com mais lucidez. E no começo da temporada (ou no final da anterior).

– Aumentou o público nos estádios; ainda que estejamos longe do ideal. A redução no valor dos ingressos, os jogos as 11 horas do domingo, o novo estádio do Palmeiras e as promoções para mais sócios-torcedores explicam, em grande parte, este incremento.

– Nossa arbitragem, mais que em qualquer outro país, está batendo cabeça com a recomendação sobre bola na mão que a FIFA lançou ano passado. Parte da culpa é da própria FIFA, que piorou uma regra já confusa. Depois a arbitragem brasileira resolveu personalizar a interpretação da regra. Cada juiz apita o toque de um jeito. E todos os clubes acabam prejudicados em algum momento. Quem interpreta é artista, não árbitro de futebol. É melhor apagar tudo e voltar ao que era antes.

– E, repetindo edições anteriores, o troca-troca de técnicos segue desenfreado. Contratam sem um motivo sólido e demitem sem qualquer coerência. Talvez, num futuro distante, aprendam.

* * * * *

Sobre o rendimento dos clubes, eu consigo separar eles em 4 grupos. Basta ver a imagem anexada. O grupo verde (até o 6º) deve lutar na ponta da tabela. Desse pessoal, só o Fluminense é surpresa pra mim. Não aposto muitas fichas no tricolor carioca.
02-classi
O 2º pelotão é o marcado em azul. São clubes sem grande elenco, verba, tradição, mas que estão arrumados e podem incomodar. Na verdade eles estão ocupando o lugar dos listados em vermelho. Em condições normais de temperatura e pressão o bloco em vermelho deveria estar em posição melhor. Mas estão devendo, e muito!

Finalmente, do Figueirense pra baixo, a briga é pra escapar do rebaixamento. Exceto pro Vasco. Sim, pra mim o Vasco já está rebaixado. Não consigo acreditar que faça 30 pontos no 2º turno e escape da degola. Mesmo que eu possa queimar a língua. Acho mais fácil que alguém vá pra Sibéria.

* * * * *

Falei sobre a arbitragem na primeira parte da coluna. E vou voltar ao tema. Igual fazem os programas esportivos. Mas não sou oportunista nem busco audiência fácil. É mais pra registrar os absurdos que tenho assistido, em praticamente todos os jogos. São erros bizarros, inacreditáveis. E tantos que dá pra pensar que há alguma sujeira por trás.

Nem quero criar mais uma teoria da conspiração. Mas parece que essa nova regra (recomendação), de mão na bola, é uma “mão na roda” pra quem deseja favorecer A ou B. Quanto mais um juiz puder interpretar, mais oportunidades para prejudicar ou ajudar um clube. Então é bom reduzir essas regras interpretativas. Ou eliminar.

Outro aspecto é que os “inventores de regras” deveriam consultar jogadores e técnicos antes de fazer bobagem. Ninguém corre com os braços colados ao corpo. Nem salta assim. Nem dá carrinho assim. Talvez um robô consiga, mas para os seres humanos é quase impossível. Qualquer pessoa que tenha jogado futebol sabe disso. É elementar.

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PostHeaderIcon (Quase) Nada Diferente

Algum tempo atrás escrevi aqui no blog que a possível e ainda não confirmada candidatura de Zico à presidência da FIFA era apenas um factoide. Não acreditava que ela iria adiante e para ser sincero ainda não acredito. Não é muito compreensível uma pessoa que nunca foi dirigente de qualquer entidade esportiva querer, logo de saída, postular o cargo mais alto do esporte no qual milita. Seria muito mais lógico que o ex-jogador tentasse a presidência da Federação Carioca de Futebol ou mesmo da CBF. Poderia buscar moralizar e melhorar o seu próprio quintal antes de tentar vôos mais altos.

Dizendo que ter experiência em gestão é importante não estou aqui endossando a candidatura representada na pessoa de Michel Platini ao cargo mais poderoso do futebol. O ex-camisa 10 francês hoje é muito mais um político do que ex-atleta. Porém, dentro do que se propõe a ser a FIFA, uma entidade muito mais ligada ao jogo de bastidores do que propriamente uma confederação esportiva, o nome do atual presidente da UEFA está mais dentro do contexto e conta com mais chances reais de vitória. No mundo ideal, seria bom vermos alguém de fora desse círculo vicioso de poder entrar na disputa, vencê-la, e realmente provocar mudanças na entidade, democratizando-a verdadeiramente. No entanto estamos longe de viver em um mundo que esteja sequer perto do melhor dos nossos sonhos. zico del nero bola parada

Sendo assim a “candidatura” de Zico não serve nem para um início de esperança. Ele não tem força política nem representatividade para ter chance real de vencer. E se alguém tinha alguma boa vontade de imaginar de que ele era “diferente”, perdeu toda essa ilusão ao vê-lo indo “beijar a mão” de ninguém menos do que Marco Polo Del Nero, atual presidente da CBF e que ultimamente tem se notabilizado pelo medo de sair do Brasil para qualquer evento da FIFA, possivelmente por temer ter o mesmo destino de que seu ex-amigo do peito José Maria Marin, que hoje mora na Suíça, atrás das grades. Se Zico precisava do apoio de alguém tão desqualificado para se candidatar, era melhor ter abortado a ideia no início e não precisar passar por momento tão constrangedor e patético.

Muitos que adoram blindar o ex-camisa 10 do Flamengo já estão justificando a atitude como uma jogada para constranger ainda mais o atual mandatário da CBF, que ficaria ainda em pior situação com a opinião pública se negasse o apoio à candidatura brasileira. Mas penso que nada vale mais a pena do que você viver a sua consciência tranquila. Era preferível Zico não ter de passar mais um recibo e cometer outra mancada, tendo que pedir apoio a alguém que pode ser condenado e defenestrado a qualquer momento do comando do futebol brasileiro. Se é para fazer diferente, ele já começou MUITO mal. Sempre haverá quem o defenda, mas o “Galinho” é perito em cometer esses deslizes…

*****

No jogo contra o Atlético/MG no Mineirão o São Paulo teve uma boa atuação tática. Juan Carlos Osório arrumou bem o time paulista e conseguiu mais uma vez ter uma boa posse de bola e controlar a partida em muitos momentos. Porém individualmente o Tricolor falhou tanto no ataque, perdendo muitos gols, quanto na defesa, evidenciando a falta de qualidade no setor. O time não tem um grande zagueiro, alguém que comande e imponha respeito e ajude na coordenação e organização. O time mineiro foi eficiente e conseguiu definir o jogo com duas falhas de cobertura e passe do São Paulo e contando com a qualidade de Pratto na frente. são paulo atlético mg bola parada

Ficou claro que o Atlético tem um bom caminho para poder brigar pelo Brasileiro. É um time com confiança e bem armado, mesmo sem ser brilhante em muitas vezes. O São Paulo tem um treinador que possui boas ideias e que pode fazer um bom trabalho se tiver tempo e derem essa oportunidade à ele. Discordo, como disse no texto abaixo, do fato dele não de desfazer de alguns jogadores que já não rendem mais de acordo com o necessário. Mas o fato é que ele pegou um barco andando e tem muitas vezes de remar com a maré e procurar não criar mais problemas. É um processo e pode levar certo tempo para poder ter resultado.

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