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PostHeaderIcon Violência e Politicagem

Na última segunda o presidente em exercício da CBF Coronel Nunes, deu uma entrevista em que mostrou com toda a clareza o seu grau de desconhecimento sobre o futebol que ele comanda no momento, afinal está substituindo o licenciado Marco Polo Del Nero. Foi algo meio constrangedor até com o próprio Coronel, que claramente é um “laranja” colocado ali para perpetuação do mesmo poder. Mas não deixa de ser algo revelador, mostrando o estado de podridão do futebol brasileiro, algo de muito tempo até.

No dia anterior tivemos mais uma morte envolvendo outra briga de gangues que usam o futebol como meio para poderem cometer a mais variada gama de atrocidades e conflitos com seus “rivais”. Uma pessoa inocente, que estava passando no local em que baderneiros que usam as cores de Palmeiras e Corinthians, morreu atingida por uma bala perdida, engrossando assim o número já elevadíssimo de mortes relacionadas ao futebol nos últimos anos no Brasil.

Olhando rapidamente pode parecer que uma coisa não tem tanto a ver com a outra. A violência hoje em dia, infelizmente, é uma constante no Brasil e não aparece apenas relacionada ao futebol. Mas como nos casos envolvendo o esporte a repercussão é maior parece que elas são mais localizadas e sabemos que não é o caso. Porém no que é ligado de alguma forma à ação de gangues organizadas, o Estado Brasileiro, contando com a ajuda dos clubes e das federações e também da Confederação Brasileira de Futebol, poderia desenvolver saídas para minimizar o problema de alguma forma. E me chama a atenção como pouco ou quase nada sobre o assunto foi falado nos últimos anos, partindo da entidade que comanda o esporte mais popular do país. Não estou pedindo aqui que a CBF resolva essa questão, mas que ao menos se posicionasse. violência no futebol bola parada

Digo isso porque as soluções acabam sendo isoladas e, na maior parte das vezes, insuficientes. Como já aconteceu por algum tempo no estado de Minas Gerais, a polícia de São Paulo, junto à Federação local, decidiu que os clássicos no estado, pelo menos até o fim do ano, serão disputados com a chamada torcida única, ou seja, apenas o mandante do jogo terá direito de ter a sua torcida no recinto. Uma medida que já se mostrou insuficiente, pois a maioria das brigas nos últimos tempos têm acontecido em locais até razoavelmente distantes dos campos, como em estações de metrô por exemplo.

Além do mais essa situação escancara a incapacidade do Estado como um todo de controlar a violência de forma minimamente tolerável para o cidadão de bem. A inteligência para a precaução de conflitos, que muitas vezes são marcados pela internet e principalmente a punição para os brigões (alguns até muito conhecidos dos policiais) seriam ações fundamentais e muito mais efetivas para que a situação possa realmente melhorar. Locais que nem tinham muitos registros de violência desse porte como Goiânia, Belém e Fortaleza, se tornaram também recentemente palcos de espetáculos lamentáveis de arruaceiros que parecem felizes de aparecer na mídia toda vez que ocorre alguma ação mais chamativa dos seus bandos.

Um exemplo até não tão drástico também está nessa mania de bandos organizados invadirem os locais de trabalhos dos atletas para “cobrar mais empenho” de forma nada amistosa e contando com a conivência dos dirigentes da maioria das equipes. Recentemente vimos isso acontecer na Ponte Preta, no Palmeiras e no Flamengo, para ficarmos apenas em times da Série A de 2016. Isso para mim é algo que mostra também claramente a culpa dos clubes nessa situação pois são coniventes com esse tipo de gente, inclusive cedendo ingressos gratuitos para jogos. E essas invasões me cheiram a algo muito pior acontecendo. Talvez no dia de alguma coisa grave acontecer com algum jogador pensem em cortar relações com essa gente.

O futebol não é o principal problema do país, mas não deixa de ser um reflexo de algo que está errado em toda a sociedade. Sendo assim enquanto o Estado e os órgãos que controlam o esporte fizerem apenas ações midiáticas e populistas após cada tragédia, continuaremos apenas a lamentar os mortos que surgem em cada dia de clássico pelo país.

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PostHeaderIcon Melhorar Para Onde?

Como o Marco já tinha comentado no último texto, o Brasil vem de atuações sofríveis nas Eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia de 2018. Depois de ceder um empate de 2×2 ao Uruguai depois de estar vencendo a partida por 2×0 na última sexta, o time de Dunga empatou de forma semelhante (mas invertida) com o Paraguai na última terça em Assunção. Após começar perdendo o jogo, o time brasileiro conseguiu empatar no finalzinho e no sufoco.

É muito evidente para qualquer um que assiste à qualquer partida do time brasileiro que a equipe não tem outro plano de jogo a não ser correr desesperadamente com a bola, abrir a jogada pelas pontas e esperar que algum de seus extremos resolva a situação; na maior parte das vezes Neymar, mas que contra os uruguaios jogou mais pelo centro do ataque. A entrada de Renato Augusto na equipe melhorou um pouco o toque e o controle de bola no meio-campo, mas ainda é pouco para que o time possa realmente deter o comando de um jogo, principalmente em uma situação adversa. Contra o Uruguai o time adversário marcou bem as laterais, mesmo com o atacante Cavani ajudando pelo lado esquerdo, e o Brasil não soube como sair da armadilha (nem tão surpreendente assim) dos uruguaios.

Contra o Paraguai a forte marcação e a saída em velocidade dos adversários foi muito para o time brasileiro, que preferiu usar um centroavante (Ricardo Oliveira) no lugar de Neymar, suspenso. Não é bem o problema do Brasil o fato de jogar com um camisa 9; não é isso que enfraqueceu mais a equipe e sim duas faltas que são bastante claras na equipe nacional.

Uma delas, e bem clara, é a posição de treinador. Dunga, que já havia passado por um ciclo completo de Copa do Mundo para trabalhar como selecionador nacional, retornou sem grande motivo aparente, a não ser pelo mérito de ter sido o primeiro a levantar a taça de Campeão do Mundo em 1994. Não tem currículo e nem mostrou evolução para ser novamente alçado ao posto de técnico da Seleção. Obviamente não deveria ter retornado. dunga lista bola parada

Porém vejo um certo movimento, na mídia e junto à torcida brasileira por consequência, pedindo, quase implorando o chamado de Tite para ser treinador do Brasil, o mais rápido possível. É normal e até justo que o atual técnico do Corinthians tenha o cartaz atual que possui, devido aos títulos que conquistou recentemente. Porém tenho receio que apenas a troca de treinador mascare um pouco a situação do nosso futebol que, na média, não vem bem fora de campo também.

É evidente que o técnico faz diferença. E a geração brasileira de jovens jogadores não é horrorosa. Mas também não é maravilhosa. Já até discutimos isso por aqui em outro texto. Não temos tantos craques decisivos e protagonistas nos times internacionais e isso não mudará de uma hora pra outra com Tite ou qualquer outro no comando. Temos um bom time, mas não tão bom que “voaria” com outro treinador, como alguns comentaristas defendem.

Além disso temo que a chegada do Tite, com alguns bons resultados que possam vir a acontecer, possa esconder a outra falta em nosso esporte, haja vista que os problemas do nosso futebol vão além do “campo e bola”. Esse mesmo efeito que aconteceu com a chegada de Felipão (que era quase a mesma unanimidade antes da Copa de 2002). O desempenho e a qualidade dentro de campo devem, e até podem melhorar, mas não devemos nos esquecer que a situação do lado de fora está ainda pior. E aí é tanta coisa que fica para outro texto…

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PostHeaderIcon Seleção Devendo e Gênio Partindo

E ontem o Brasil completou sua 5ª partida nas eliminatórias para a Copa da Rússia. O empate com o Uruguai, em 2×2, rendeu o 8º ponto em 15 disputados. Apesar da campanha mediana é improvável que a seleção não se classifique. Acredito que passe. Mas será igual um aluno que sempre tira nota 6. Não é um vexame, mas não empolga.

O começou da partida de ontem deve ter enganado muita gente. Jogadas pelos lados, infiltrações dos meias, 2 gols em pouco tempo de jogo. Mas o time uruguaio não se desesperou e foi encontrando a marcação. Apesar de um miolo de zaga fraquíssimo. Muito diferente do ataque deles, perigosíssimo. Tanto que nossos defensores abusaram das faltas. E das falhas. Novamente! E assim o Uruguai chegou ao empate.

O problema é que o time do Dunga já realizou vários amistosos, jogou a Copa América e agora está no meio das eliminatórias. Não é pouco tempo. Já deveria estar rendendo mais. Mas eu ainda não sei se o Brasil vai ter um centroavante fixo ou um falso 9. Nem quantos meias teremos. Ao final do jogo de ontem haviam 3 meias em campo. Pelo que vimos, a coisa não tá funcionando. Willian aberto na direita, Douglas Costa na esquerda e ninguém na área. O Neymar passou a maior parte do jogo numa posição que não é a dele; muito longe do gol. Tanto que pouco rendeu.

A zaga segue sendo uma dor de cabeça. E a cabeça de alguns jogadores continua entrando em pane nos jogos mais complicados. Já vi este filme. E sei como termina.

* * * * *

Tem coisa de 1 ano que escrevi uma coluna cobrando uma atitude mais incisiva do Paulo Henrique Ganso. Dentro de campo, evidentemente. Pedi que ele chutasse mais ao gol, cobrasse mais faltas e até pênaltis. Achava pouco ver o Ganso tocando de lado e enfiando uma ou outra bola pros atacantes. Alguns leitores devem ter concordado comigo, outros não.

Eis que de repente, do nada, o Ganso começa a arriscar e acertar alguns chutes em gol. Cobrou até um pênalti num jogo da Libertadores. Perdeu, mas isso é do futebol. O importante é que ele saiu do marasmo, da passividade. E isso é o mínimo que devemos cobrar dele. Na verdade, ele é quem deve ser cobrar. Espero que este “novo Ganso” seja o real e definitivo. Capacidade pra tanto ele tem!

* * * * *

Não gosto muito da seção obituário. Mas é impossível não abordar o falecimento do craque Johan Cruyff. Foi um jogador genial e um técnico revolucionário. E vice-versa, se preferirem. Ou usem os adjetivos que julgarem melhores. Não será um exagero. O fato é que a carreira do Cruyff foi marcante, dentro e fora de campo. Fará falta!
johan Cruyff

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PostHeaderIcon Fair Play furado

Outro dia estava comentando com o Marco sobre a supremacia do PSG no Campeonato Francês. O time que conta com vários brasileiros no elenco venceu o título com incríveis 8 rodadas de antecedência. Ele fez um comentário pertinente. Se algo assim acontecesse no Brasil muita gente já pediria o fim do campeonato de pontos corridos para a volta do mata-mata. Devido à eterna discussão a respeito do tema, é algo que faz a gente pensar.

Na Europa estamos vendo um domínio realmente expansivo de alguns times em determinados campeonatos. Na Alemanha e na França, Bayern e PSG comandam o cenário com certa folga a algum tempo. Em outros centros menores como a Ucrânia também temos um time (Shakhtar Donetsk) que está controlando o torneio local com um predomínio de muitos anos. Me parece claro que o sistema de disputa não é bem o problema, mas sim o abismo financeiro de alguns clubes sobre os outros. A distância de times que permanentemente disputam a UEFA Champions League em relação aos seus concorrentes locais parece só aumentar com o passar dos anos.

Assim sendo a grande questão para mim passa ser a análise sobre o Fair Play Financeiro, que a UEFA (confederação de futebol que comanda o futebol europeu). Segundo o próprio site da entidade, a medida visa melhorar a saúde financeira global do futebol europeu de clubes. A partir de 2013 os clubes passaram a ter de respeitar uma gestão equilibrada que, por princípio, significa que não gastam mais do que ganham, restringindo a acumulação de dívidas e fazendo com que não tenham balanços negativos no fim de cada época. Porém isso não é o que temos visto, senão na acumulação de dívidas mas, pelo menos, no gasto do dinheiro. uefa fair play financeiro bola parada

Quem tem um “padrinho” forte, como é bem claro no caso francês com o PSG larga BEM na frente dos outros, causando um desequilíbrio enorme na força de um campeonato que prima por um certo nivelamento financeiro e mesmo equilíbrio entre os participantes. Além disso, muitas das dívidas dos clubes são escamoteadas e não vem à tona por empréstimos e pelo dinheiro dos donos que podem ainda sair do comando das equipes ou vendê-las no primeiro sinal de problemas. O espanhol Málaga e o francês Mônaco são clubes que tiveram grande aporte financeiro por causa de donos milionários, mas logo sentiram os efeitos da retirada de maiores investimentos quando, por questões fora do futebol, seus mandatários pararam de injetar tantos recursos como fizeram no início de suas atividades.

Mesmo o novo “queridinho” do futebol internacional no momento, o Leicester da Inglaterra, possui um dono “endinheirado”. O tailandês Vichai Srivaddhanaprabha (é esse mesmo o nome dele) comprou o clube em 2010 e é, segundo a revista Forbes, a 714ª pessoa mais rica no mundo, com um patrimônio de US$ 2,2 bilhões. Claro que os investimentos dele, em relação a outros gigantes do futebol da terra da Rainha, são muito mais modestos, mas com algum dinheiro e um bom trabalho dentro de campo (além de contar com a incompetência alheia), o seu clube está muito próximo de conseguir uma façanha e o primeiro título inglês da sua história (sobre o Leicester especificamente, voltaremos ao tema em breve).

O que fica claro para mim é que, ainda que a intenção da UEFA tenha sido tentar equilibrar mais o futebol europeu e buscar um modo menos insano de gastos em contratações e salários, quem tem dinheiro, na maioria dos casos, continua esbanjando e que o Fair Play Financeiro ainda está longe de atingir seus principais objetivos.

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PostHeaderIcon Sobre a Champions no EI – A Transmissão

Agora com mais tempo pude ver com mais detalhes a forma de transmissão dos canais Esporte Interativo (os canais EIMAXX) na Liga dos Campeões da Europa. Não consegui assistir com muita precisão o que foi feito no começo da competição pois não tinha os canais em casa e não assinei o sistema de transmissão pela internet (o EI PLUS) – que, para quem possui, têm sido muito criticado pela sua qualidade – então me privei de ver a primeira fase em praticamente sua totalidade.

O que me recordo de falar é que a propaganda que faziam de transmitir “todos os jogos” era um pouco falha pois, nos canais normais, a maior parte das partidas transmitidas eram aquelas envolvendo os times de maior torcida aqui no Brasil, o que não é diferente do que a ESPN já vinha fazendo nos últimos anos. Eles passam todos os jogos, se você comprar o pacote para a internet, sempre bom deixar claro; mas dessa qualidade não posso falar muito. Os canais ESPN inclusive faziam boa cobertura em termos de análise dos jogos, mas em termos estruturais o EI me surpreendeu.

Agora nos jogos das oitavas-de-final me impressionou a extensão do pré-jogo do canal. Desde as 10 da manhã se fala de Champions com repórteres nos locais das partidas; as imagens estão boas (acabou aquela era do “streaming mal feito” com o dinheiro da Turner) e a atenção ao torneio, além da presença dos profissionais nos locais dos jogos são fatores para serem valorizados. Porém a extensão dessa preparação para as partidas é um pouco longa demais. Muitas matérias repetidas entre a manhã até o início das pelejas propriamente ditas; além disso, os outros assuntos do esporte (principalmente do futebol) ficam meio esquecidos. Como são 2 canais EIMAXX agora, poderiam dar uma balanceada no conteúdo que fica meio maçante. Entendo a importância da UCL e a cobertura que querem dar à competição, mas um equilíbrio seria interessante. uefa champions league esporte interativo bola parada

Sobre a transmissão em si acho um pouco chato, depois de um pré-jogo tão extenso e não falarem nada sobre o assunto, usarem o horário de transmissão de jogo para fazerem propaganda dos acordos com os clubes para a exibição de jogos do Brasileiro a partir de 2019. Entendo que é o momento de maior audiência e visualização, mas penso ser um pouco contraproducente parar uma narração no meio para se autoelogiar de forma constante. (A respeito desse assunto, ainda voltaremos ao tema…)

Sobre a narração em si; eu não gosto do estilo do locutor principal da emissora, muito exagerado e com uma fixação em citar e imitar o Galvão Bueno que beira a chatice. Ele até não é propriamente ruim, mas de fato irrita. Acho que poderiam investir mais em outros nomes para a locução e também para os comentários, ainda que os principais da casa (Vitor Sérgio e Bruno Formiga) tenham boa qualidade. Os ex-jogadores Sávio e Zico não acrescentam muito a meu ver, estão na média comum dos boleiros que já estão por aí na mídia.

Em resumo, a transmissão dos canais Esporte Interativo está melhor do que eu imaginava em termos estruturais e isso é um mérito claro do dinheiro de seu novo parceiro, e isso não é uma crítica necessariamente. A abrangência de reportagens está interessante, ainda que os times mais midiáticos continuam com espaço destacado (aliás a Globo e a Bandeirantes mais uma vez priorizaram o Barcelona ao invés do jogo mais emocionante das oitavas, Bayern x Juventus). Mas o canal ainda precisa colocar mais gente de qualidade para a análise dos jogos, além de variar um pouco o ritmo de matérias antes e depois das partidas.

Vendo o que o Marco analisou a algumas colunas atrás, o canal melhorou de sua situação de algum tempo atrás, mas precisa ainda precisa percorrer um caminho para ser mais levado à sério.

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PostHeaderIcon Francesco Totti, o Jogador Torcedor

Hoje voltamos com a seção de vídeos de futebol. E o escolhido desta edição é o atacante Francesco Totti, ídolo da Roma e de Roma. O Totti se enquadra naquela minúscula classe de torcedores jogadores. Eles são poucos, e vão rareando a cada dia. Aqui no Brasil o exemplo mais recente foi o Rogério Ceni; já aposentado. E o Totti também está perto da aposentadoria dos gramados.

Sei muito bem que o Totti não chega perto dos super craques de quem foi contemporâneo, como Zidane, Ronaldo, Rivaldo e cia. Talvez o Totti também fique um pouquinho abaixo do Bagio e Del Piero. Mas isso não é demérito algum. Nem tira o fato de ter sido um dos maiores atacantes que a Itália já produziu. Dentro da área era frio e calculista. Não se apavorava diante do goleiro. E também era extremamente eficiente nos chutes de longe e faltas. Um jogador praticamente sem falhas técnicas.

Totti só jogou pela Roma, desde 92. Quase sempre com elenco inferior aos rivais de Turim e Milão. Talvez por isso ele só tenha um título italiano (em 2001) e duas Copas da Itália (em 2007 e 2008). Sem esquecer da Copa do Mundo de 2006.

Fiquem com algumas jogadas históricas e belos gols de Francesco Totti:

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