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PostHeaderIcon Copa do Brasil e a TV

Bola rolando, pela Copa do Brasil, e eu aqui teclando. E vou falar disso mesmo, nossa copa nacional. É um torneio interessante, num formato, de mata-mata, que muitos gostam. Sem esquecer que permite ocasionais surpresas, como a de ontem, quando o Luverdense pregou um susto no Corinthians.
Outra vantagem da Copa do Brasil é correr paralela ao Brasileirão. Pode ser uma saída honrosa para os clubes que estejam mal no campeonato brasileiro. Salva o ano. Ou afunda completamente.
Mas a fórmula implantada neste ano é um erro. Clube entrando no meio da competção não é muito bacana. Nem justo. Especialmente com os pequenos, que já entram em desvantagem técnica e financeira. Mas ninguém liga pros pequenos, não é mesmo? Especialmente a mídia.
E essa mudança no regulamento da Copa do Brasil tem o dedo sujo da televisão, pelo que percebo. A televisão é a maior interessada na entrada dos clubes que estavam na Libertadores, os peixes grandes. É vantagem pra quem busca audiência. Mas é ruim pra quem vinha jogando as fases iniciais.
Tenho certeza que meus argumentos serão rejeitados pelo torcedor comum. Esse quer ver seu clube em mais um torneio, buscando outro título. Não está ligando pro justo ou equânime. Quer é festejar.
Outro aspecto, o financeiro, também me desagrada. Os valores que os clubes recebem na CB é muito inferior ao do Brasileirão. É óbvio que não estou exigindo uma paridade, mas valores mais condizentes com essa fórmula inchada. Ainda mais que a Copa do Brasil é exibida em 2 redes abertas e 3 emissoras fechadas. E cada televisão fatura um pouco com a competição. Então é justo pedir que paguem mais.

* * * * *

Fazer previsões é bastante arriscado. E nunca foi meu forte. Mas é muito, muito provável que o Paulinho tenha sucesso no futebol inglês. Não pelos gols, como o feito hoje pela Liga Europa. É mais pelo estilo de jogo e mobilidade do volante/armador. Se encaixa bem no jogo de lá. A torcida do Tottenham terá muitos motivos para aplaudir o Little Paul.

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PostHeaderIcon Errar É Um Mano

Olá, novos e antigos amigos. Esta é a primeira coluna que escrevo pro Bola Parada. Espero que seja a primeira de muitas. E que o Bola Parada tenha uma vida longa e gloriosa.
A coluna é totalmente opinativa. E com um viés crítico, obviamente. Mas criticar não é simplesmente “falar mal”, como muitos pensam. O elogio também é uma crítica. E vou fazer um elogio espantado. Ele se destina ao técnico Mano Menezes, de quem nunca foi um grande admirador. Considero o Mano dentro da média dos principais técnicos do Brasil. Mas sua atitude após o jogo de domingo, contra o São Paulo, admitindo o erro, é digna de registro.
O Mano fez bobagem no 2º tempo do jogo citado. Seguindo uma cartilha surrada, trocou um meia por um centroavante. A intenção era tornar o Flamengo mais ofensivo e decidir o jogo. Mas entulhar 2 ou 3 atacantes na área adversária não significa, necessariamente, ser ofensivo. Já vi esse equívoco, centenas de vezes. Pouco adianta ter “N” atacantes se a bola não chega neles. Ou se a defesa faz a maldita ligação direta. Ou se o adversário toma conta do meio campo e passa a controlar o jogo.
Mas os nossos “professores” da bola teimam na estratégia de povoar o ataque, indiscriminadamente. E sua arrogância não permite que admitam o erro. Mesmo que, bem no fundo, saibam que fizeram besteira. É muito mais fácil desviar o foco e apontar um erro da arbitragem, dos jogadores, criticar o gramado, a torcida, a chuva… Mas o Mano fez diferente. Teve humildade. E espero que sirva de exemplo para seus colegas de profissão.
Desculpem o trocadilho podre, mas… Errar é um Mano.

* * * * *

O Arsenal é um grande clube, bem estruturado, rico e com uma torcida numerosa. Mas, nos últimos tempos, vem se comportando como clube pequeno; médio pra ser justo. Tá fazendo força pra ser coadjuvante. E isso deve se repetir nesta temporada 13/14 do Inglesão. Até quando, sr. Wenger??
Enquanto isso o Robin van Persie vai fazendo seus gols pelo M. United. E tome gol!

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PostHeaderIcon Sem a Menor Graça

Na última semana tivemos aqui no Brasil dois exemplos claros da cada vez mais presente influência da TV nos rumos do esporte. A discussão para o regulamento do próximo campeonato do NBB (Novo Basquete Brasil, o campeonato masculino da modalidade) gerou a possibilidade, ainda não confirmada, de que a próxima final da competição seja realizada em 2 jogos, em substituição ao jogo único. O mais incrível dessa ideia seria a chance do campeonato ser resolvido pelo “saldo de cestas”, numa clara alusão aos critérios de desempate vindos do futebol. Outra mudança, esta já confirmada, é a diminuição de pontos dos sets de 25 para 21 em cada jogo da Superliga de vôlei, tanto no feminino, quanto no masculino.

O que mais me chama a atenção, além da clara interferência de uma rede de TV (no caso a Rede Globo) sobre os regulamentos de modalidades esportivas, é a subserviência das confederações em relação a esse desejo de tornar o esporte mais midiático. Mas o mais incrível é que, mesmo com toda essa camaradagem, o espaço dos “outros esportes” (tirando o futebol) na nossa midia, principalmente na TV aberta, e aí não só na Globo, é cada vez mais diminuto e relegado ao segundo plano. Quando vemos alguma reportagem sobre algum jogador ou jogadora de vôlei, basquete, alguém ligado ao atletismo, entre outros, invariavelmente é uma reportagem chamada de “comportamental”, mas que no português claro, é voltada para o lado “alegrinho” do jornalismo.

Muita gente visualiza no atual Globo Esporte, principalmente na edição exibida para São Paulo, o representante maior desse estilo “descontraído” de se fazer jornalismo, mas eu noto que isso vem de algum tempo. Por incrível que pareça, um dos jornalistas que começaram a dar um tom mais pretensamente divertido às reportagens esportivas, foi o hoje apresentador policialesco José Luiz Datena, na época em que trabalhava como repórter esportivo na Globo e depois na Bandeirantes. Depois tivemos a presença do Márcio Canuto no nordeste e do Regis Rosing no Sul, tentando dar um tom mais autoral às suas matérias. Nada contra o repórter tentar colocar um tempero a mais nos seus textos, mas penso que esse modelo saiu um pouco do controle.

Tudo que faz um pouco de sucesso parece causar a vontade de todos correrem atrás da mesma fórmula e isso acontece de maneira bem clara; parece que hoje praticamente não existe reportagem esportiva em que não exista a vontade de se tentar fazer uma piadinha, uma ironia, ou então algum jogo de palavras. E isso acontece, na Record (que mal cobre esportes, mas que quando faz, não foge desse estilo), na Bandeirantes, no Esporte Interativo, e mesmo na Tv por assinatura, até na ESPN que é um canal que prima por uma maior preocupação com o jornalismo, mas não tem fugido ultimamente de utilizar o mal fadado bom humor em vários de seus programas.

Em se tratando do futebol, o espaço dedicado à modalidade é tão extenso, que ainda é possível vermos um pouco mais de profundidade em algumas análses, ainda que, até para ver gols, temos dificuldade de assistirmos locuções mais sérias como essa aqui:
Assista
(Gols do Fantástico lá pelos idos de 1983).

Tinha só 2 anos de idade na época, mas ainda peguei mais à frente os bons temos do Fernando Vanucci e do Léo Batista, que não queriam aparecer mais do que os próprios artilheiros do domingo. Mas pensando em todos os esportes penso que a situação é mais preocupante ainda; enquanto ficarmos apenas na superfície da análise, nos surpreenderemos sempre que o Brasil for mal em alguma competição, como aconteceu agora no Mundial de Atletismo ou até mesmo quando surgir algum fenômeno, como Guga ou Cesar Cielo. Enquanto os programas esportivos TV se preocuparem mais em fazer piadinhas, continuaremos a ser apenas o país do futuro no esporte, com um presente lotado de frustrações.

(ALEXANDRE RODRIGUES ALVES)

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