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PostHeaderIcon Prêmios, Incoerências e Melhorias

Depois de sete anos o Brasil volta a ter um representante na festa de escolha do “melhor jogador do mundo”. Neymar está entre os três indicados à premiação, juntamente dos cativos Messi e Cristiano Ronaldo. É uma vitória pessoal do jogador do Barcelona e para o futebol brasileiro é bom ter um jogador nesta situação, midiaticamente falando. Mas será que isso é um bom ou mau sinal?

Primeiramente deixo claro que não acho as premiações um parâmetro definitivo sobre qualquer coisa. Já até dissemos isso aqui. Tudo gira em torno de algo extremamente midiático e comercial, infelizmente algo comum no mundo de hoje. Não é surpresa termos sempre jogadores dos mesmos times disputando essa honraria, desde que ela existe em escala mundial a partir de 1991. Clubes mais poderosos financeiramente conseguem os melhores ou mais famosos atletas e isso faz com que a disputa seja polarizada, além de ser marcada pela lembrança automática de alguns nomes. É claro que Messi e Cristiano Ronaldo tem mantido uma média muito alta de atuação, mas alguns nomes são esquecidos em determinados momentos.

Para ficar apenas em dois nomes atuais, Luis Suárez e Thomas Muller vem atuando com regularidade a algum tempo e mereciam certamente uma lembrança mais efetiva. Contra o uruguaio pesa o histórico de mau comportamento em campo e isso pode ser sempre usado contra ele. Já o alemão não tem nem o estereótipo (cada vez mais antigo e esquecido, é bom ressaltar) de jogador alemão sem habilidade, mas também não tem a leveza de um Messi ou Neymar, nem a força física de Cristiano Ronaldo, o que o deixa num meio termo, ainda que ele venha jogando com grande efetividade a muito tempo. bola de ouro 2015 bola parada

Além disso a questão de eleger O MELHOR é bem relativa. Se você premia por um ano apenas, nem sempre quem é o melhor de fato (e para mim a algum tempo Messi é o jogador mais diferenciado), fez a melhor temporada que todos. Um caso clássico aconteceu em 2010, quando Sneijder fez uma temporada espetacular tanto na Liga dos Campeões com o título da Internazionale quando na Copa do Mundo com o vice-campeonato mundial da Holanda. Mesmo assim, nem foi lembrado na votação. Portanto temos de relativizar algumas vezes essa parte “festeira” da mídia que adora apenas jogar confete e promover “duelos” entre os jogadores mais famosos.

O fato de Neymar chegar à esse posto mostra mais uma vez que não temos outro protagonista de maior relevância no momento. Mais uma vez caímos naquela discussão de que temos uma geração até com alguns bons jogadores mas que, na média, continua abaixo de outros momentos de nossa história futebolística. Mas não acho necessariamente bom construirmos um time em torno do, provavelmente, “terceiro melhor jogador do mundo” (e já prevejo gente da mídia reclamando da votação, como acontece sempre…). Temos de ter uma Seleção que jogue um futebol mais evoluído para que, dentro de uma melhor organização, Neymar possa ser mais útil.

A chegada de Neymar nessa condição mostra duas coisas; primeiro, algo já conhecido, que os olhos do mundo para qualquer eleição se voltam apenas para a Europa (bom lembrar que mesmo antes de jogar lá, Neymar conseguiu um título continental jogando pelo Santos). E segundo o fato que a performance dele na Seleção contou pouco para a sua indicação, o que demonstra, além do fato de que o futebol de clubes hoje tem um valor até superior ao das nações, pelo menos no ponto de vista midiático-comercial, que o futebol jogado pelo Brasil precisa melhorar. Até mesmo para disputar premiações.

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PostHeaderIcon 11 Revelações do Brasileirão 2015

Escolhemos algumas revelações do atual Campeonato Brasileiro. Revelações tanto no sentido de novidade, de aparecer agora, mas também algumas no sentido de maior destaque neste torneio, mesmo já tendo atuado em outras edições da competição. Vejam se concordam com a lista das 11 revelações do Brasileirão 2015:
valdívia revelação do Brasileirão

  • Danilo Fernandes (Sport): Ex-reserva do Corinthians, foi para o Sport e fez partidas espetaculares. Até deixar o antigo titular Magrão no banco.
  • Apodi (Chapecoense): Não é um jogador novato, mas foi neste ano que teve um maior destaque. Como a posição anda carente, foi nosso escolhido.
  • Felipe (Corinthians): Começou o ano contestado, mas se firmou na melhor defesa do campeonato. Tem potencial para evoluir mais.
  • Jemerson (CAM): Jogou algumas partidas ano passado, mas foi neste campeonato que virou titular e confirmou sua qualidade na zaga.
  • Douglas Santos (CAM): Tivemos vários bons jogadores na lateral esquerda: Renê, Jorge, Zeca… Mas optamos pelo lateral do Atlético. Bom na defesa e preciso nos cruzamentos.
  • Rodrigo Dourado (Internacional): Outra posição com fartura de revelações: Wallace, Otávio (CAP), Thiago Maia… Mas o volante do Inter demonstrou grande poder de marcação e muita aplicação em campo.
  • Gustavo Scarpa (Flu): Este foi um dos melhores jogadores do Fluminense no Brasileirão. Bom na armação e ainda chega na área para finalizar.
  • Marquinhos Gabriel (Santos): Ele demorou para se firmar num grande clube. Mas é inegável o excelente Brasileirão que o meia santista fez. Se seguir neste ritmo, o futuro é promissor.
  • Malcom (Corinthians): Depois de exagerarem nos elogios quando apareceu, caiu um pouco de rendimento, mas foi muito importante na reta final do campeonato e para o título corintiano.
  • Valdívia (Internacional): Não apareceu agora, mas este foi o campeonato e o ano da sua afirmação, vinha jogando muito bem até se contundir. Vamos ver se volta jogando bem.
  • Luan (Grêmio): Se afirmou neste ano. Cumpriu bem a função, pela esquerda, e ainda ajudou na posição de 9. Foi muito importante pro Grêmio e já conquistou seu espaço na seleção sub-20.

(A lista foi formulado por mim e pelo Alexandre. Mas só após acaloradas discussões, xingamentos e brigas violentas. 😛 )

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PostHeaderIcon O Mobral Concluído e a Incompetência

Alguns anos atrás o então presidente do São Paulo Juvenal Juvêncio deu uma entrevista dizendo que o problema do também ex-presidente do Corinthians Andrés Sanches era o “mobral inconcluso”. Isso representava uma superioridade do Tricolor Paulista em relação ao time de Parque São Jorge em termos estruturais e de grife. Inclusive foi Juvenal que definiu a alcunha de “Soberano”, que simbolizava o período de três títulos brasileiros vencidos em sequência entre 2006 e 2008.

Porém tudo na vida pode mudar, ainda mais se você não faz nada para manter a sua superioridade e principalmente quando você se acha muito superior aos demais. Depois dos tri-campeonato nacional, o São Paulo perdeu profissionais importantes na fisiologia e na preparação física. Achou que apenas a estrutura físíca faria o clube se manter no topo enquanto naufragava em gestões desastradas no futebol, com contratações erradas, absurdas e até mesmo suspeitas. Não que na época em que o time vencia mais tudo era perfeito. Mas ao menos havia uma maior capacidade de gestão dentro e fora de campo. Além disso algumas figuras se perpetuaram no clube, desde Juvenal Juvêncio que conseguiu um imoral terceiro mandato que prejudica a instituição desde então, tanto em termos políticos quanto financeiros, até chegar a Milton Cruz, um auxiliar-técnico que nunca quis ser técnico pois sabidamente não tem capacidade para tal.

E não deixa de ser simbólico que Milton Cruz tenha sido dublê de treinador mais uma vez na vextória derrota para o Corinthians no domingo passado. Poucas vezes um time teve tanto a cara do seu treinador. Acomodado, superestimado e displicente, o Tricolor foi presa fácil para o time de Parque São Jorge que teve a celebração perfeita para o seu título nacional, mesmo atuando com muitos reservas.

Da mesma forma que, quando o São Paulo venceu seus títulos brasileiros não havia perfeição em todos os aspectos do clube, o mesmo acontece agora com o Corinthians. O time chegou a dever direito de imagem a seus atletas durante a competição e sofreu com a saída de algumas peças importantes como Guerrero e Fábio Santos. Some-se a isso uma certa rejeição que o Corinthians sofre por ter uma exposição massiva e exagerada na mídia o que, somado a uma certa proximidade de algumas figuras do clube com pessoas até mesmo do Governo Federal faz com que qualquer erro favorável ao time seja visto como algo acima do normal. Os erros de fato, em determinado momento, se sucederam de forma estranha, mas como o Marco já ressaltou aqui no blog, existem níveis diferentes e não se pode colocar todos os equívocos no mesmo cesto. E isso não apaga o mérito da administração corinthiana que mostra que dar mais tempo ao treinador e a um grupo de jogadores pode ajudar no fim das contas. são paulo corinthians bola parada

Tite conseguiu remontar a equipe e fazer com que um time com dois meias armadores clássicos (Renato Augusto e Jadson) conseguisse render, sendo ao mesmo tempo criativo e compacto, conceitos que, para muitos, são excludentes. Foi possível ver nesse campeonato que isso não é verdade. Renato Augusto se recuperou de uma fase em que vivia mais machucado do que em campo e foi fundamental na conquista, assim como Jadson que sempre foi bom jogador, mas passou um período ruim no São Paulo e foi usado por algumas pessoas como um dos símbolos do desinteresse e do pouco caso de alguns jogadores do Tricolor em campo. Temos aí então um caso simbólico que mostra que o ambiente de trabalho nos dois clubes é diferente a algum tempo e dentro de um sistema eficiente as peças de qualidade podem sim render.

Ainda que o São Paulo consiga, quase que de forma inacreditável e muito devido a incompetência alheia, a vaga para a Libertadores, é mais do que necessária uma mudança de rota; no jeito de comandar, de gerir e administrar dentro e fora de campo. Diminuir a soberba e a arrogância também seria um bom caminho, inclusive para tratar com o pessoal que não tinha “concluído o Mobral”. Pois hoje o Corinthians conseguiu, administrativamente falando, se formar com louvor e competência e com isso os resultados aparecem em campo.

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PostHeaderIcon Desunião e Mesmice

Já começaram as discussões sobre a revisão do valor das cotas de TV, pagas aos clubes brasileiros pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. O atual contrato vale até 2018, mas a Globo já procura os clubes para discutir uma prorrogação desse compromisso até 2020. Mas chama a atenção algo que já acontece de forma recorrente em qualquer acordo proposto ou pensado para o nosso futebol. A falta de união.

Flamengo e Corinthians recebem mais dinheiro a partir de uma negociação individual feita após a “implosão” do Clube dos 13 em 2011. Pelo fato de terem mais audiência e contarem com uma exposição até mesmo exagerada em relação aos adversários, se sentem no direito (auxiliados pelo pensamento favorável por parte da Globo) de receber mais e agora, segundo matéria publicada no UOL semana passada, não mudar o modelo individual do atual contrato. O Corinthians, também segundo o UOL, já até teria acertado sua renovação. futebol e comércio

Não se discute que os times com mais exposição recebam um adicional nas suas cotas. Porém nivelar apenas por esse quesito o que os clubes recebem é algo que não ajuda na melhoria das contas e mesmo no equilíbrio do campeonato nacional. O ideal seria um modelo que contemplasse, além da audiência, o aspecto técnico (observando a colocação no último torneio) somando-se a igualdade de um valor para todos, algo que o Marco já discutiu aqui e concordo com ele.

Mas o mais incrível é ver que os outros clubes adversários de Flamengo e Corinthians contribuíram para essa situação de predomínio financeiro dos dois clubes. Não conseguiram se unir para formar um grupo forte para combater isso e manter a negociação como sendo algo coletivo. Lembro de uma entrevista do ex-presidente do Botafogo Mauricio Assunção no Bate-Bola da ESPN onde ele só faltava pedir permissão à Globo para poder falar qualquer coisa. E aí não coloco a Globo como culpada pela situação e sim a incapacidade dos clubes de pensar em conjunto para o bem da maioria e do futebol como um todo.

Outro exemplo claro vemos agora na formação da Liga Sul-Minas-Rio, principalmente na questão da transmissão de TV que deve ficar novamente sob o comando da Globo. Não que a transmissão de outros canais seja melhor que a tradicional exibidora das competições nacionais. Mas foco na questão da mesmice das picuinhas de bastidores e brigas por causa do calendário. Não se pensa no todo de modo algum. Fala-se agora que essa Liga postiça pode desembocar numa liga nacional no futuro. Até pode vir a acontecer, mas seguindo os mesmos preceitos de sempre que vemos em nosso futebol, continuaremos a ver uma desunião que supera qualquer possibilidade de melhora para todos.

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PostHeaderIcon A Conta, a Guerra e o Filho Feio

Estou escrevendo este texto antes do jogo entre o Brasil e o Peru. Propositalmente. Para que um eventual mau resultado não seja a referência para minha opinião. Um bom resultado não seria mais do que a obrigação da seleção brasileira. Mas pro Dunga, e seus defensores, será a evidência de que o Brasil está no rumo certo. Só que não.

Quero deixar bem claro: Sou contra a permanência do Dunga. Sou contra ele completar o tal “ciclo”. Sem esquecer que ele já completou um ciclo anterior, o da Copa de 2010; E não considero que ele tenha ido bem naquele período; ainda que muitos aprovem aquela passagem do Dunga. Penso que ele foi mal, sobrevivendo com resultados enganadores. E agora está repetindo os mesmos erros do ciclo anterior.
dunga coletiva bola parada
Mas o Dunga não falha apenas na montagem da seleção, dentro de campo. Suas recentes declarações revelam que sua mente está atolada em algum lugar, nebuloso, do passado. É o que eu chamo de “dunguices”. A primeira dunguice foi ao defender seu grupo, afirmando que, injustamente, eles estão pagando a conta dos 7×1.

Ora, mas de quem é essa conta? Eu penso que a conta é de todo o futebol brasileiro. Dos jogadores, técnicos, cartolas e até dos torcedores. Cada um com sua parcela; uns mais e outros menos. Alguns dos atuais jogadores da seleção estavam presentes em 2014; tem responsabilidade direta. Outros, assim como o Dunga, tem responsabilidade indireta. Mas, repito, todos tem uma parcela nessa conta.

O que eu acho curioso é que só se reclama do ônus. Mas todos querem receber o bônus. Canso de ver jogador se dizendo tetra, penta, mesmo sem participar do sucesso das seleções de 58, 62 ou 70. Nenhum reclama de ser considerado tetra, mesmo só tendo vencido a Copa de 94. Mas acham injusto quando se cobra (de quem participou) a conta do fracasso de 2014. Santa coerência!

A segunda dunguice foi antes do jogo contra a Argentina, quando o Dunga falou que seria uma guerra. Uma bobagem tão grande que ele mesmo tentou consertar e desconversar. Esse discurso é totalmente anacrônico, não cola mais. Não é assim que se motiva um grupo.

A dunguice mais recente foi a declaração de que a seleção é como um filho. Que a gente não deixa de amar um filho, mesmo ele fazendo coisas erradas. Filho???? Olha, a seleção não é meu filho(a). Pode ser filho(a) do Ricardo Teixeira, do Marin, do Del Nero, do Dunga… Não meu!!! Não tenho qualquer relação familiar com a CBF e a seleção. E, pra ser franco, nem uma relação patriótica. Não tenho que amar o time da CBF. Nem ignorar seus erros, como se fosse um filho.

Aliás, que filho feio é esse!! Vocês gostariam de ter um filho assim??

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PostHeaderIcon Bom Resultado, Apresentação Nem Tanto…

Depois de um começo ruim, o Brasil conseguiu chegar ao empate contra a Argentina pelas Eliminatórias para a Copa de 2018. Como resultado até que não foi algo ruim, mas em termos de desempenho a equipe brasileira continua bem aquém de qualquer boa expectativa.

No começo do jogo o Brasil ficou totalmente controlado pelo time argentino. O meio-campo brasileiro padeceu mais uma vez tanto de movimentação (os jogadores brasileiros muito estáticos, cada um em sua posição fixa) quanto de qualidade e articulação. Não coloco apenas a manutenção de Elias como volante fixo, diferente do que ele faz no Corinthians onde chega mais como “elemento surpresa”, como a causa dessa situação, até porque não acho ele um jogador tão espetacular assim. O Brasil continua com muitos jogadores que correm sem parar, mas que articulam pouco o jogo. Um pouco por característica própria, mas também por falta de comando técnico para pensar um pouco além disso.

Por sua vez a Argentina também não conta, a algum tempo, com jogadores que armem o jogo de forma mais incisiva. O time tem bons volantes e uma profusão de atacantes, mas falta alguém para auxiliar Messi na criação ofensiva de jogadas. Ontem Banega (um volante) e Di Maria (um meia mas que joga pelos lados do campo) conseguiram no primeiro tempo fazer essa articulação, mas estranhamente depois de conseguir fazer o primeiro gol, o time argentino tentou controlar excessivamente a partida e permitiu uma melhora brasileira.

O Brasil, justiça seja feita, conseguiu melhorar pressionando mais a saída de bola da Argentina, e querendo um pouco mais ficar com a posse. Teve a sorte também de fazer o gol logo depois da entrada de Douglas Costa no lugar de Ricardo Oliveira. Não coloco o fato do time jogar sem uma “referência” como problema. Dá para jogar das duas formas, dependendo do jogo. O que chama a atenção negativamente é a nossa carência na posição de centroavante e termos de recorrer a um jogador que até no começo do ano era praticamente descartado por todos, voltando de um longo período no “mundo árabe”. E deixo claro que gosto do futebol do Ricardo Oliveira. argentina brasil eliminatórias bola parada

Além disso fica claro que a insistência no David Luiz na zaga brasileira é próximo do injustificável. É um jogador até com velocidade para a posição, mas que erra demais e o gol argentino saiu muito pela falha de posicionamento dele (além do sono do Daniel Alves ao marcar o Lavezzi). Existem outras opções para a posição.

Falta ainda para o Brasil uma ideia de jogo. A entrada do Renato Augusto no segundo tempo é um caminho a se seguir no meu modo de ver. É um jogador que pode ajudar a reter mais a bola, desafogar o jogo apenas de correria que vemos na Seleção e dar mais opções de armação da equipe, além de liberar o Neymar para poder jogar mais perto do gol e isso com ou sem algum centroavante no time. A geração que temos tem alguns problemas e defeitos, mas com o que temos dá para fazer o time jogar um pouco mais. A questão é saber se o treinador conseguirá fazer isso…

E outra coisa: Temos de parar de tentar sempre querer justificar algum mau desempenho brasileiro com alguma piadinha ou usando sempre a Argentina como base. Essa procura por tentar sempre desmerecer o rival e esquecer dos nossos problemas, ainda mais com a mania atual do jornalismo esportivo de sempre valorizar as “zuações” só mascara muitas vezes os nossos erros.

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