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PostHeaderIcon Reverência ao Futebol

No último domingo tivemos mais uma conquista do Barcelona ao vencer o Mundial de Clubes sobre o River Plate por 3×0. A vitória reforça um ano maravilhoso do time espanhol que venceu quase tudo (faltando apenas a Supercopa da Espanha, perdida para o Atlético de Bilbao). Com 5 troféus em 2015 (Espanhol, Copa do Rei, Champions League, Supercopa da Europa e Mundial) já podemos colocar essa equipe treinada por Luis Enrique como uma das melhores de todos os tempos. Mas em que local ela se situaria na história?

Claro que ainda é difícil dimensionar isso de forma definitiva pois ela ainda está “na ativa”. A fome de conquistas parece que ainda não acabou e o time vem mantendo um ritmo intenso. Mas podemos já pensar como esse time pode se comparar com a equipe catalã treinada por Guardiola anos atrás. Esse time é mais incisivo, contando com três grandes craques na frente que monopolizam os gols da equipe. Messi, Neymar e Suárez (o craque do torneio) mostram um entrosamento incrível e com isso fazem o time de 2015 ser mortal no contra-ataque.

Mas em termos de domínio de jogo e ideias, o time que dominou o mundo do futebol entre 2009 e 2012 ainda é muito lembrado. O controle das partidas era ainda mais definitivo do que acontece atualmente por meio da posse de bola. As equipes adversárias entravam literalmente atemorizadas para enfrentar o time de Guardiola e ele realmente marcou época. Dizendo isso não quero diminuir o time de Luis Enrique, mas sem dúvida a ideia de jogo daquela equipe do “tiki-taka” era muito atraente. barcelona river plate bola parada

As duas equipes e os dois jeitos de jogar mostram porém o predomínio do time espanhol no futebol mundial atualmente. A administração do clube não é perfeita (inclusive em termos de idoneidade) como alguns tentam demonstrar muitas vezes em contraposição ao Real Madrid, numa rivalidade boba que aparece ainda mais fora da Espanha, com os “fãs de internet” de cada equipe. Mas é inegável que o clube catalão tem uma ideia muito mais clara do que quer para o seu presente e para seu futuro, sem deixar de reverenciar o seu passado, principalmente a sua fase holandesa com Rinus Michels e Johan Cruyff. E isso se reflete dentro do gramado, com uma equipe que joga ofensivamente e busca o gol acima de tudo.

Talvez só o Bayern de Munique se assemelhe hoje ao Barça no mundo na questão de força financeira, combinada a montagem de equipe e organização. Com a saída já definida por parte de Guardiola da equipe alemã, já foi contratado o substituto, Carlo Ancelotti. Não existe uma pressão exagerada como existe no Real. O time de Madrid vive uma intensa movimentação de estrelas dentro de campo que muitas vezes são contratadas sem maior critério e mesmo os treinadores vivem à mercê dessa aura de “time estelar” que prejudica a equipe madrilenha. Rafa Benítez parece ser a próxima vítima da roleta russa de treinadores dos merengues.

Enquanto isso o Barcelona se impõe como time dominante no planeta e faz isso de forma à reverenciar o futebol dentro do campo. Não tem como não aplaudir.

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Desejo à todos os leitores um Feliz Natal, com muita saúde, paz e tranquilidade! Voltaremos após o dia 25!

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PostHeaderIcon Chato, Cobrador e Mito

Aos 42 anos de idade, 25 dos quais dedicados ao futebol e ao São Paulo, Rogério Ceni encerrou sua carreira. Nem é preciso esforço para garantir que ele tem seu nome gravado, com letras maiúsculas, na história do Tricolor paulista. E olhando os números frios, também posso afirmar que o Ceni marcou seu nome na história do futebol brasileiro e até mundial. Os números dele são eloquentes. Mas eu não gosto de números; vou falar de palavras. E algumas palavras acompanharam a carreira do Rogério Ceni.

1- Chato. Muitos usaram essa palavra pra definir o goleiro. Sim, o Ceni é chato. Chato pra treinar. E treinar além de sua função. Chato na dedicação à carreira que abraçou. Chato profissionalmente. E profissional de verdade. Chato o bastante para expressar suas opiniões e ser contundente.
Quem dera tivéssemos muitos outros chatos no futebol brasileiro.

2- Cobrador. Sim, o Ceni foi um exímio cobrador de faltas e um bom cobrador de pênaltis. Mas ele também cobrava de si mesmo. E cobrava o máximo de empenho dos companheiros, dos técnicos, da diretoria…
Quem dera tivéssemos muitos outros cobradores no futebol brasileiro.

3- Mito. Sem dúvida essa é a palavra preferida pelos torcedores do São Paulo. Mas muitos outros torcedores reconhecem a grandiosa carreira do Rogério, mesmo na condição de adversário.
Quem dera se todo torcedor tivesse um mito para chamar de seu. (Eu, felizmente, tenho).

Este vídeo é uma pequena amostra de tudo que o Rogério Ceni fez em sua longa e vitoriosa carreira:

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PostHeaderIcon Informação e Sonegação

Com o passar do tempo e mais experiência na vida, deixamos de ser muitas vezes iludidos e vemos algumas coisas mais claramente. Por exemplo, o que se convenciona chamar de jornalismo nem sempre é algo que noticia aquilo que é mais relevante ou mais desejado pela maioria. Quando faz isso não é necessariamente por interesse público ou interesse DO público (o que é bem diferente) e sim por razões meramente comerciais.

Causou bastante repercussão a decisão da Globo em praticamente ignorar a partida de despedida de Rogério Ceni no São Paulo, disputada na última sexta. O assunto foi praticamente sonegado tanto da emissora aberta, quanto do seu canal fechado (Sportv) e do seus sites na internet. O tema só voltou à pauta depois da realização do jogo-despedida, que foi transmitido com exclusividade pela FOX Sports, numa cobertura ostensiva durante todo o dia. No fim das contas, penso que os dois lados estão um pouco certos e um pouco errados. canais-transmissão-bolaparada

A FOX, por não ter tantos eventos paralelos ao futebol, supervaloriza os torneios que transmite (Libertadores e Sul-Americana principalmente). É algo compreensível, mas que pode causar uma certa repulsa de quem quer ver outras coisas, o que possivelmente ocorreu para quem NÃO queria assistir ao jogo de despedida do são-paulino. A cobertura foi bem completa, mas pendeu um pouco a um certo exagero, como por exemplo colocar o famigerado selo “AGORA-EXCLUSIVO” na tela a todo momento durante a partida. Ora, se estou vendo o jogo teoricamente já sei que está sendo exibido apenas lá! Mais do que tentar ressaltar essa exclusividade a todo momento, seria melhor se preocuparem mais em qualificar o canal como um todo, tanto na parte técnica, quanto na contratação de bons profissionais.

No caso da Globo/Sportv até compreendo o fato de não querer falar tanto de algo que não será transmitido por eles; mas daí a sonegar algo de quem assiste a sua programação eu não considero certo. Não é só a Globo que faz isso, sabemos bem. Mas também sabemos que tudo que o canal líder de audiência faz tem uma repercussão maior. O pior é que, ao mesmo tempo em que pouco falou da despedida de um jogador de futebol tão relevante à história do esporte no país, o canal continua a tentar “empurrar” o campeonato automobilístico de Stock Car, que é tecnicamente discutível e que não tem a mesma relevância para a maioria das pessoas. Isso sem falar do UFC, que virou moda por aqui recentemente muito pelo sucesso de alguns brasileiros em algumas categorias.

O hoje apresentador de “entretenimento” Tiago Leifert, que ficou com a pecha de ter infantilizado o jornalismo esportivo (até um pouco injusta, já que não foi apenas ele que deu esse tom engraçadinho à cobertura esportiva) deu uma ENTREVISTA certa vez falando que existem os tais direitos de transmissão e que ele não iria noticiar algo que a Globo não transmite. Não defendo uma “pauta única” em todos os canais, seja qual for o assunto, mas penso que a divulgação da informação deveria ser mais valorizada e não apenas usada como moeda comercial para quem detém os direitos sobre determinado evento. Acho que o que é de interesse DO público não é sempre garantia de qualidade, mas algo relevante e que atrai de fato a atenção deve ser mais bem relatado.

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star wars espn bola paradaPorém fica meio complicado querer algo mais próximo do que chamamos de JORNALISMO de fato em nossas TVs esportivas se temos exemplos que vão completamente ao lado oposto disso. Ainda estou para entender qual a relação (além da comercial é claro) da ESPN tentar colocar a toda hora alguma coisa relacionada ao filme Star Wars (Guerra nas Estrelas) no meio da programação. É vinheta, inserções no meio de programas ditos (olha aí!) jornalísticos, inclusive com participações constrangedoras dos participantes das atrações. Tudo bem a Disney ser parceira do projeto, existem muitos “fãs do esporte” que são fãs do “videogame cinematográfico” que terá outra edição sendo lançada recentemente, mas não vejo nenhuma necessidade dessa forçada de barra tão exagerada.

*****

globo olimpíadas 2 bola paradaA Globo renovou os direitos de transmissão das Olimpíadas até a edição de 2032. Não é novidade isso e mostra que, mesmo com erros, é talvez a única emissora com real interesse (e condição financeira claro) em fazer um trabalho mais constante na cobertura olímpica. Ainda que não dê o espaço correto e necessário em TV aberta, ao menos no Sportv existe um acompanhamento um pouco mais detalhado. Mas o fundamental é que a “emissora do esporte olímpico no Brasil” nem chegou perto de obter ou mesmo querer tamanho privilégio. Talvez agora o esporte na Record se concentre nas provas da Fazenda…

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Sobre o Rogério Ceni já fiz um post sobre ele a dois anos atrás, depois de uma atuação espetacular contra o Universidad Católica do Chile. Acho que ele continua valendo. Veja AQUI.

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PostHeaderIcon Os Fiascos da Champions

Acabou a fase de classificação e de grupos da UEFA Champions League. Diferentemente de outros anos, vou falar um pouco sobre o que vimos no torneio antes mesmo do sorteio das oitavas de final pois algo chamou muito a atenção. Não que seja algo novo mas que ficou ainda mais claro nessa competição.

A Champions League é sempre vista como a “nata” do futebol internacional, o maior torneio interclubes do mundo. Mas mesmo com todo esse cartaz não podemos ficar alheios a um grande desnível que temos visto nos últimos tempos. Claro que os clubes mais endinheirados dominam o mercado e, consequentemente, a própria competição. Temos visto um predomínio nos últimos anos de Barcelona, Real Madrid e Bayern de Munique que, mais uma vez, pintam como grandes favoritos ao título. Além deles Manchester City, Chelsea e PSG são candidatos a surpreenderem, devido muito à injeção financeira que tiveram de algum tempo para cá. Nada que fuja muito ao padrão recente do futebol. manchester united bola parada

Porém o que me deixou mais espantado é a falta de força de times que, em tese, poderiam chegar na disputa com mais força e que fizeram pouco, ou nada, como é o caso do Manchester United que foi desclassificado na primeira fase. E aí não podemos apenas dizer que o problema é a falta de dinheiro. O time inglês gastou muito para montar uma equipe para voltar a brigar pelo título, e isso não ficou nem perto de acontecer. O Valência, que acabou de ser comprado por um bilionário tailandês, ficou pelo caminho ao ser ultrapassado pelo modesto Gent da Bélgica. Com menos potencial financeiro, mas também com uma perspectiva de ao menos ir mais longe na competição, o Porto decepcionou e ficou fora das oitavas de final ao ser eliminado pelo Dynamo de Kiev.

Mesmo times que se classificaram também decepcionaram; Roma e Arsenal, que ainda não venceram a UCL e sempre são criticados por suas “entregadas” em diversas oportunidades, conseguiram avançar, mas com desempenhos bem discutíveis. O time italiano fez a pior campanha de um classificado para as oitavas em toda a história da competição neste formato atual (apenas 6 pontos e saldo de gols negativo). A equipe inglesa conseguiu novamente a vaga, mas também novamente em segundo lugar e levando uma goleada do Bayern e sem maiores perspectivas de título, analisando bem friamente para o futuro.

Isso mostra que o nível da competição, em alguns momentos, é inflado para cima pela presença de alguns grandes times, mas a qualidade nem sempre é compartilhada por todos. Vamos ver se, na fase de mata-mata, as grandes equipes fazem jus a todo “glamour” da disputa.

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PostHeaderIcon Seleção do Brasileirão 2015

E chegamos ao momento mais aguardado pelos boleiros de todo o planeta; quiçá da galáxia: a escolha da seleção do Brasileirão. É o Bola Parada Golden Awards. Mas, diante dessa crise toda, abandonamos a parte do golden e investimos todos os recursos do blog no awards. Isto posto, vamos ao que interessa, a lista com os melhores do campeonato:

  • Danilo Fernandes – Além de ser uma revelação, o Danilo acabou sendo o goleiro mais regular no meio de tantos outros destaques. Menção honrosa para o Alex Muralha.
  • Apodi – A posição anda bem carente. Até mesmo em nível mundial. Mas eu e o Alexandre acabamos escolhendo o lateral da Chapecoense.
  • Gil – Um zagueiro tranquilo e muito eficiente. É raro ver o Gil cometendo uma falha grosseira ou apelando pra violência. Uma escolha bem merecida.
  • Geromel – Chegou ao Grêmio sob uma grande desconfiança, mas acabou se firmando. Hoje é um dos melhores da posição e está na nossa seleção.
  • Renê – Tivemos alguns bons laterais esquerdos neste Brasileirão. Mas o lateral do Sport foi o mais regular durante a competição.
  • Wallace – Outra posição bem servida; foi até difícil escolher o melhor volante do ano. Optamos pelo Wallace por causa da regularidade e eficiência.
  • Renato Augusto – Talvez tenha sido o melhor jogador do Brasileirão. Eficiente na armação e ainda colaborou muito com os volantes. Sem esquecer de marcar alguns gols importantes.
  • Jádson – Começou o ano meio desacreditado e quase foi para a China. Acabou ficando e sendo decisivo no título do Corinthians. Escolha fácil.
  • Lucas Lima – É um meia clássico; posição bem carente em nosso futebol. Teve seu ano de afirmação, inclusive na seleção brasileira. Se continuar evoluindo terá um futuro glorioso.
  • Luan – O meia atacante gremista une habilidade, rapidez e um bom poder de finalização. Já tem presença na seleção olímpica e pode até conseguir uma vaga na principal.
  • Ricardo Oliveira – Chegou ao Santos como uma grande interrogação. Mais pelo aspecto físico; futebol ele sempre teve. Acabou sendo o artilheiro disparado do Brasileirão 2015.
  • Técnico: Tite – Essa escolha foi tão óbvia que nem merece maiores explicações. Até os torcedores rivais do Corinthians reconhecem a importância do Tite para o time.

renato augusto

Essa foi a nossa seleção do Brasileirão 2015. Se tiverem uma, deixem nos comentários.

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PostHeaderIcon Um Título Não É Tudo

O torcedor palmeirense tem mais é que comemorar, gritar, pular, dançar, cantar, etc… Deve festejar bastante. Merece, após a “sofrência” dos últimos anos. Não vou exigir de torcedor algum que tenha racionalidade e frieza nesta hora. Mas vou cobrar racionalidade da direção do Palmeiras e da mídia esportiva. O título da Copa do Brasil não resolveu os problemas do clube.

É notório que o Palmeiras está numa situação financeira mais confortável neste ano; mesmo devendo mais de 100 milhões ao próprio presidente e extremamente dependente de um único grande patrocinador. É um conforto perigoso. O Fluminense sabe bem como é isso. A única diferença é que o Palestra tem uma boa receita oriunda do programa de sócios.

Mas o dinheiro não é o fator decisivo na gestão do clube. O fundamental é a aplicação desta receita. E o clube cometeu vários erros na formação do elenco deste ano. Faltou equilíbrio e uma avaliação melhor dos contratados. Assim como erraram ao demitir o Osvaldo Oliveira no meio do ano. Acabou que o Marcelo Oliveira teve que se adequar ao elenco que não foi formado por ele. Pro ano que vem é preciso evitar decisões equivocas e precipitadas.

A mídia esportiva entrou na empolgação da torcida palmeirense. Até alguns dias se criticava a gestão, o técnico (incluindo uma possível demissão), e o desempenho de vários jogadores. Entendo que o Santos, pelo futebol apresentado, era favorito. Mas os últimos resultados do Palmeiras no Brasileirão não estão de acordo com as possibilidades do time. Mesmo na Copa do Brasil as atuações não foram grande coisa. Mas o futebol é assim, o Palmeiras venceu o Fluminense e Santos nos pênaltis e tudo mudou. Agora sobram elogios pra direção, pro técnico, pros atletas… Santa coerência!
022prass
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Já pelo lado da Vila… Ainda não consigo entender essa lógica absurda de abandonar uma competição importante e optar por outra. Ainda mais que o Santos tinha uma possibilidade real de garantir uma vaga na Libertadores pelo Brasileirão. Acabou sem a vaga. E ainda perdeu uma grana considerável, do prêmio que a TV divide de acordo com a classificação no Campeonato Brasileiro.

Parabéns aos envolvidos!

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Volta o papo sobre os Naming Rights do estádio do Corinthians. Agora tudo depende do aval da Globo. O “vendedor de nomes” espera que a emissora cite o novo nome do estádio. E, ao que parece, a emissora está inclinada ao acordo. Mas, sendo assim, deveria ser coerente e citar o nome de todos os estádios e arenas. Não é mesmo?

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Finalmente o Del Nero se afastou do cargo de presidente da CBF. Ele anda mais preocupado em safar o seu pescoço da investigação feita pela polícia americana. Investigam ele e o Ricardo Teixeira. O Marin já está preso.

Triste observar que a polícia brasileira nunca chegou perto destes respeitáveis senhores. Ou, como diria o sr. Omar, trágico, muito trágico!

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Só pra não passar batido… Que papelão do Sportv! Nem o Pânico, em seus piores dias, foi tão apelativo e infantilóide. Os espectadores não mereciam ser alvo da chacota. Mas o canal conseguiu um pouco mais de audiência; devem estar eufóricos. Sendo assim, vou dar uma sugestão que vai triplicar a audiência do Extra Super Ordinários:
Demitam todos os panacas do programa. Deixem só o cenário. Vai melhorar 200%!

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