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Arquivos da seção ‘Marco na Bola’

PostHeaderIcon Vitinho e os Negociantes da Bola

Eu não gosto de chamar os negociantes do futebol de empresários. É quase uma ofensa aos verdadeiros empresários. Também não gosto da palavra “agente”. Um agente deveria cuidar da imagem e da carreira do seu representado. Os negociantes, atravessadores, não fazem nada disso. Se preocupam unicamente em receber sua comissão e lucrar bastante comprando fatias de jovens jogadores.
Mas não pensem que sou contra quem ganha dinheiro no esporte. O esporte é um grande negócio, onde muitos ganham. Desde o garoto da base, recebendo “ajuda de custo”, passando pelos profissionais, empresas de material esportivo, emissoras de TV, prestadores de serviço, etc… A questão é como o empresário se insere no meio. O que vemos aqui é uma atuação que lembra os traficantes de escravos. Ainda que os “escravos” boleiros recebam salários altíssimos. O modus operandi é bem semelhante; por isso faço a analogia.
jogadores x empresários O futebol brasileiro é tradicional exportador de pé-de-obra. E continuará sendo, por muito tempo. Mesmo com o recente, e relativo, enriquecimento de nossos maiores clubes. O desnível, em comparação com os países mais ricos, continua alto. E é agravado pela péssima gestão de vários clubes daqui. Não somente a má gestão, creio que a presença de tantos empresários e investidores propicia arranjos e acordos ilegais e desonestos. Eu diria que isso é quase proposital. Conveniente.
No último ano tivemos diversos negócios envolvendo craques brasileiros. Oscar, Lucas, Fred, W. Nem, Fernando, Bernard, Paulinho e, ontem, o Vitinho. O caso do Lucas foi uma exceção, bem vendido e gerando uma receita importante ao São Paulo. O Paulinho, que já teve uma passagem infeliz pela Europa, também está fora do contexto. Ele escolheu o momento e o clube que desejava. A regra, quase geral, é empurrar esses jovens para qualquer clube, o primeiro que oferecer alguns milhões de Euros. Quase sempre clubes do “mundo russo”. Essa opção só se justifica pelo lado financeiro, principalmente dos “empresários”, que não viverão num país distante, gelado, com língua e cultura totalmente diferentes. Sem falar no prejuízo profissional (esportivo) que representa passar 4 ou 5 anos na terra do Dostoievski. O Vágner Love sabe bem como é bom jogar por lá.
O caso do Vitinho é emblemático. Um garoto da favela, talentoso e com muito potencial pra desenvolver, viu-se diante de uma oferta milionária, solução para si e sua família. Os empresários do jovem talentoso viram a possibilidade de lucro imediato. Ninguém imaginou o Vitinho jogando mais 2 anos no Botafogo, passando pela seleção sub-20, ganhando títulos, amadurecendo um pouco. Talvez até sendo testado pela seleção principal, como ocorreu com o Bernard. E aí, quem sabe, indo jogar na Juventus, M. United ou Borussia. Valendo o triplo dos 10 milhões de Euros que o CSKA pagou. Atravessador pensa no hoje, agente pensa no futuro.
Ao Botafogo fica a dolorosa lição de que a multa rescisória não é um detalhe contratual. E isso vale para todos os demais clubes, ávidos por vender jovens talentos e tapar o buraco com veteranos em final de carreira (com salários altíssimos). O BFR também deve entender que pouco adianta montar um time e vê-lo derreter ao longo do ano, igual picolé na praia. Sem administração e planejamento o clube nunca subirá o degrau que o PVC tanto fala. A bola pune, a má gestão pune mais ainda.

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PostHeaderIcon Meus Favoritos

Existe uma máxima do futebol que diz: Time ganha jogos, elenco ganha campeonatos. E isso é bem verdadeiro. Um time médio, ou limitado, pode ganhar um torneio curto, no estilo mata-mata. Mas num campeonato como o Brasileiro, com 38 rodadas, a estória é outra. Exemplo perfeito disso é o Palmeiras do ano passado, campeão da Copa do Brasil e rebaixado no BR12.
clubes do BrasilAcho que essa máxima vai prevalecer no BR13. O Coritiba foi a primeira vítima da falta de elenco. É muito dependente do Alex Cabeção. É o único diferenciado no elenco. Outro clube que deve sentir esse problema é o Botafogo. Os 11 titulares são de bom nível, mas faltam opções no banco. Creio que a luta vai ser somente por uma vaga na Libertadores.
Dos clubes que contam com um elenco mais recheado, alguns vivem momentos complicados, como o Fluminense e o Atlético. O Galo vive o “drama” de quem ganha a Libertadores, perde o foco e depois se fixa no Mundial de Clubes. Não gosto disso; mas é o que acontece. O tricolor carioca confiou demais em algumas individualidades. E errou nessa avaliação.
O Corinthians é uma das minhas apostas. Ou seria, não sei mais. O time não jogou um futebol de encher os olhos, nem quando ganhou o BR, Libertadores e Mundial. Mas era um futebol aplicado e pragmático. Neste ano está pra lá de apático. Morno. Mas ainda pode acordar e brigar pelo título.
O Inter é daqueles bonitos no papel, apesar de não gostar nada da defesa. Do meio pra frente as opções são muitas e de qualidade. O problema do Inter é o mesmo dos últimos anos, perder pontos bobos em casa. O jogo de ontem, contra o Goiás, ilustra meus receios, o time levou 3 gols e arrancou o empate nos instantes finais. 2 pontos perdidos. Quem deseja o título não pode dar esses vacilos.
O tricolor gaúcho é outro com elenco rico. Mas não me convence. Não sei nem o motivo exato. Sempre fico achando que falta alguma coisa. Mas não posso descartar o Grêmio.
A Raposa não é líder por acaso. Isso pode acontecer nas primeiras rodadas, mas a casualidade não dura até a metade do campeonato. O Cruzeiro é candidatíssimo ao título. Inclusive ao da Copa do Brasil. Vem jogando bem, convencendo. O banco do Cruzeiro, que não é o do Marcelo Ricardo Guimarães, pode fazer a diferença.

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O ponto negativo da rodada foi a briga envolvendo corintianos e vascainos em Brasília. Não vou me alongar nesse assunto cansativo e irritante. Ainda mais que ele é recorrente. Eu só quero saber quando esses bandidos, disfarçados de torcedores, serão punidos de fato. Se continuar essa moleza, toda semana teremos uma ocorrência parecida pra comentar.

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PostHeaderIcon O Idiota e os Bilionários

Os jogadores de futebol raramente se notabilizam por seus pensamentos ou atos fora de campo. Ao contrário. Nem vou listar os exemplos, seria um trabalho colossal. Mas é certo que o Emerson Sheik estaria nesse rol.
O histórico do Emerson Sheik é vasto. Começando pelo apelido e fraude nos documentos. Passando por negócios obscuros com carros importados. Ou pela atitude pouco profissional quando defendia o Fluminense. Mesmo agora, no Corinthians, os problemas são constantes. E todos foram perdoados.
Mas nessa semana o Sheik se envolveu em nova polêmica, com o selinho num amigo. Beijo selado e foto publicada, para exibir uma suposta liberalidade sexual. Até aí, pouco me importa. Poderia beijar um hipopótamo e publicar em alguma rede social da moda.
Acontece que aqui é Brasil, mano. Não deu tempo nem dos ativistas gays festejarem o selinho. Até tentaram, mas uma parte da torcida resolveu cobrar uma atitude de “ômi”. E o Sheik decidiu atender as reclamações e se explicou. Disse que não era. Até por não ser são-paulino.
Ah, agora sim, uma atitude de “ômi”. O sujeito bota uma foto beijando outro cara, querendo passar uma ideia de tolerância. Daí completa reforçando o estereótipo de que todo são-paulino é gay. Parabéns, Sheik! Talvez você não seja gay, mas é um idiota. Um completo idiota!

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Cruzeiro e Botafogo fizeram bonito nos jogos do meio de semana, pela Copa do Brasil. Não só pelas vitórias, importantes. Tiveram atuações convincentes. E abriram uma relativa vantagem. Mas nada está resolvido e os jogos da volta prometem. Atlético e Flamengo não vão deixar barato. Principalmente se a torcida empurrar.
Nos outros jogos a situação está mais encaminhada. Mesmo no caso do Grêmio e Corinthians. Acho que os dois avançam. Assim como Flu, Vasco e Inter. Já o Palmeiras… Deixo em aberto.

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futebol bola
Quando alguns criticam a presença dos bilionários e seus investimentos em clubes de futebol, não é por simples chatice. O primeiro ponto é a distorção provocada quando eles chegam com um caminhão de Euros (ou Dólares). Chegam comprando, gastando, planejando grandes vitórias. A torcida normalmente adora.
O segundo ponto é quando eles resolvem abandonar o “pojeto” e levar seus milhões de volta. Dane-se o clube! Já tivemos vários desses casos, no Brasil, Espanha, Itália… O mais recente envolve o Anzhi, do “mundo russo”. Vende-se tudo, até as chuteiras. Mas não é por dinheiro de pinga, como alguns clubes daqui.
O pé-de-obra mais valioso do Anzhi é o meia Willian, cobiçado pelo Tottenham e Chelsea. Só não sei se vale 30 e tantos milhões de Euros. Mas o mercado europeu tá aquecido. Em grande parte por conta desses mesmos bilionários.

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PostHeaderIcon Copa do Brasil e a TV

Bola rolando, pela Copa do Brasil, e eu aqui teclando. E vou falar disso mesmo, nossa copa nacional. É um torneio interessante, num formato, de mata-mata, que muitos gostam. Sem esquecer que permite ocasionais surpresas, como a de ontem, quando o Luverdense pregou um susto no Corinthians.
Outra vantagem da Copa do Brasil é correr paralela ao Brasileirão. Pode ser uma saída honrosa para os clubes que estejam mal no campeonato brasileiro. Salva o ano. Ou afunda completamente.
Mas a fórmula implantada neste ano é um erro. Clube entrando no meio da competção não é muito bacana. Nem justo. Especialmente com os pequenos, que já entram em desvantagem técnica e financeira. Mas ninguém liga pros pequenos, não é mesmo? Especialmente a mídia.
E essa mudança no regulamento da Copa do Brasil tem o dedo sujo da televisão, pelo que percebo. A televisão é a maior interessada na entrada dos clubes que estavam na Libertadores, os peixes grandes. É vantagem pra quem busca audiência. Mas é ruim pra quem vinha jogando as fases iniciais.
Tenho certeza que meus argumentos serão rejeitados pelo torcedor comum. Esse quer ver seu clube em mais um torneio, buscando outro título. Não está ligando pro justo ou equânime. Quer é festejar.
Outro aspecto, o financeiro, também me desagrada. Os valores que os clubes recebem na CB é muito inferior ao do Brasileirão. É óbvio que não estou exigindo uma paridade, mas valores mais condizentes com essa fórmula inchada. Ainda mais que a Copa do Brasil é exibida em 2 redes abertas e 3 emissoras fechadas. E cada televisão fatura um pouco com a competição. Então é justo pedir que paguem mais.

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Fazer previsões é bastante arriscado. E nunca foi meu forte. Mas é muito, muito provável que o Paulinho tenha sucesso no futebol inglês. Não pelos gols, como o feito hoje pela Liga Europa. É mais pelo estilo de jogo e mobilidade do volante/armador. Se encaixa bem no jogo de lá. A torcida do Tottenham terá muitos motivos para aplaudir o Little Paul.

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PostHeaderIcon Errar É Um Mano

Olá, novos e antigos amigos. Esta é a primeira coluna que escrevo pro Bola Parada. Espero que seja a primeira de muitas. E que o Bola Parada tenha uma vida longa e gloriosa.
A coluna é totalmente opinativa. E com um viés crítico, obviamente. Mas criticar não é simplesmente “falar mal”, como muitos pensam. O elogio também é uma crítica. E vou fazer um elogio espantado. Ele se destina ao técnico Mano Menezes, de quem nunca foi um grande admirador. Considero o Mano dentro da média dos principais técnicos do Brasil. Mas sua atitude após o jogo de domingo, contra o São Paulo, admitindo o erro, é digna de registro.
O Mano fez bobagem no 2º tempo do jogo citado. Seguindo uma cartilha surrada, trocou um meia por um centroavante. A intenção era tornar o Flamengo mais ofensivo e decidir o jogo. Mas entulhar 2 ou 3 atacantes na área adversária não significa, necessariamente, ser ofensivo. Já vi esse equívoco, centenas de vezes. Pouco adianta ter “N” atacantes se a bola não chega neles. Ou se a defesa faz a maldita ligação direta. Ou se o adversário toma conta do meio campo e passa a controlar o jogo.
Mas os nossos “professores” da bola teimam na estratégia de povoar o ataque, indiscriminadamente. E sua arrogância não permite que admitam o erro. Mesmo que, bem no fundo, saibam que fizeram besteira. É muito mais fácil desviar o foco e apontar um erro da arbitragem, dos jogadores, criticar o gramado, a torcida, a chuva… Mas o Mano fez diferente. Teve humildade. E espero que sirva de exemplo para seus colegas de profissão.
Desculpem o trocadilho podre, mas… Errar é um Mano.

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O Arsenal é um grande clube, bem estruturado, rico e com uma torcida numerosa. Mas, nos últimos tempos, vem se comportando como clube pequeno; médio pra ser justo. Tá fazendo força pra ser coadjuvante. E isso deve se repetir nesta temporada 13/14 do Inglesão. Até quando, sr. Wenger??
Enquanto isso o Robin van Persie vai fazendo seus gols pelo M. United. E tome gol!

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