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Archive for December, 2015

PostHeaderIcon Um Erro Olímpico

Não é sempre que temos uma folguinha para falarmos de outros esportes além do futebol. Mas vou aproveitar a pausa nos gramados e seguir um pouco do que o Alexandre escreveu na coluna anterior. Mas com foco maior nos ditos esportes olímpicos. E os Jogos do Rio são “logo ali”.

Já ouvi muita coisa sobre N projetos e planos para desenvolver o esporte olímpico no Brasil. O único que se mostrou perene e frutífero foi o do vôlei. Ainda que muito dependente de recursos públicos e com graves denúncias de desvios. Mas o resultado, nas quadras e areias, é indiscutível. Acontece que o vôlei é a exceção que confirma a regra.

Outro dia o Alexandre e eu conversamos sobre a seleção de handebol e suas possibilidades na Olimpíada. O handebol se encaixa numa categoria intermediária, onde o investimento é localizado e focado no alto desempenho. E, novamente, dependente de patrocínio de estatais. O Morten Soubak, na seleção feminina, conseguiu o quase impossível. Mas é um resultado temporário e que vai virar pó se não houver um investimento na base e numa liga nacional com competitividade e visibilidade.
seleção de handebol
Contratar um técnico estrangeiro e focar o trabalho na seleção pode até render algumas vitórias e medalhas. Ainda chama a atenção do público e da mídia. Mas ele não vai sustentar uma modalidade. É uma montanha russa, depois da subida, você já sabe o que vai acontecer.

O último modelo que temos é o da geração espontânea. Esperamos que o acaso faça aparecer um prodígio e que ele conquiste títulos mundiais. Depois, e só depois, recebe as glórias e os milhões dos patrocinadores. Temos alguns exemplos disso, que vão do tênis ao surf. E a nossa mídia, “resultadista”, insufla muito esta mentalidade. Tanto que já criamos o torcedor de campeões, aquele que só valoriza o ouro, não o esporte.

Recentemente, no Extra Ordinários, a Fabiana Murer foi indagada sobre as possibilidades do atletismo na próxima olimpíada. Então ela justificou o baixo rendimento dizendo que sempre foi assim; uma ou duas medalhas e tava de bom tamanho. Muito bem, sempre foi assim. Mas não deve ser mais. Hoje se investe muito no esporte amador, mesmo que de forma errada. E os resultados não acompanharam o investimento. Países africanos, Bahamas e até Cuba, com muito menos recursos, conseguem entregar mais. Sinal de que só dinheiro não garante muita coisa.

Eu não creio que aconteça, mas pode até ser que o COB consiga alcançar a meta de medalhas e que o Brasil fique entre os 10 primeiros no quadro geral. Mas o quadro de medalhas não deveria ser a prioridade do COB e das confederações. O foco deveria ser duplo: investir na base (estrutura) e investir na seleção (alto rendimento). Uma alimentaria a outra e os resultados seriam mais duradouros. Mas, preferem ilusões temporárias… Paciência!

* * * * *

Desejamos aos nossos leitores um ótimo 2016, com muita saúde e prosperidade. Vitórias para todos!

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PostHeaderIcon Futebol (Quase) Invisível

Não vou dizer que acompanho o futebol feminino de forma constante. Como a grande maioria do público, cometo o equívoco de enxergar o jogo com a medida que uso muitas vezes para enxergar o futebol masculino. E falo isso sem nenhum tipo de preconceito do tipo que acha que a mulher se masculiniza apenas por praticar uma modalidade que a sociedade moldou para ser mais voltada aos homens. Penso mesmo no nível técnico das partidas que nem sempre é alto, ainda que muitos jogos dos Brasileirão dos homens eu tenha a mesma sensação ruim…

Porém é notável que as meninas que atuam, principalmente aquelas com mais destaque na Seleção Brasileira se esforçam e muitas delas demonstram boa qualidade técnica, ainda que o Brasil não tenha vencido uma grande competição na modalidade, apesar de bater na trave duas vezes nas Olimpíadas de 2004 e 2008. No entanto algo nos últimos anos tem chamado minha atenção. futebol feminino brasil bola parada

Em todo fim de ano tem sido promovido, principalmente pela TV Bandeirantes e com patrocínio da Caixa um torneio internacional com algumas seleções atuando contra o time brasileiro e invariavelmente a equipe nacional tem vencido esta competição. Ok, é interessante fazer com que a Seleção atue e se mostre para o público local. Mas até que ponto uma competição com nível técnico discutível pode fazer com que a Seleção evolua? A performance no último Campeonato Mundial não foi boa, com o time caindo nas oitavas de final perdendo para a Austrália. Ou seja, são vitórias até agora um pouco inúteis.

O que também me chama a atenção é que a alguns anos existe um Campeonato Nacional feminino de futebol, que até vem tendo transmissão do FOX Sports e da TV Brasil. Mas com exceção dessas emissoras o espaço dado à modalidade nas outras mídias é ainda pequeno. Além disso, tirando a equipe do Santos, não temos outros times de camisa pesada na disputa. Claro que não é fácil para alguns clubes brasileiros manterem equipes femininas de alto nível até mesmo por questões financeiras. Mas penso que só assim, com mais visibilidade na mídia e um apoio real dos clubes que já são consolidados no país, é que o futebol feminino possa ter uma realidade mais concreta por aqui.

Falo isso pois me incomoda a provável pressão que o futebol feminino (e mesmo outras modalidades menos midiáticas) terão no ano que está chegando com a Olimpíada no Rio de Janeiro. Muitos que não veem sempre alguns esportes vão cobrar medalhas de esportes que, ainda que possuam alguns talentos individuais, não são tão valorizados no país. E não falo apenas de recursos financeiros, mas sim de reconhecimento e respeito, além de maior organização. Sem contar a cultura nacional de apenas valorizar quem vence. É um assunto para ser muito discutido em 2016 e voltaremos ao tema…

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PostHeaderIcon Reverência ao Futebol

No último domingo tivemos mais uma conquista do Barcelona ao vencer o Mundial de Clubes sobre o River Plate por 3×0. A vitória reforça um ano maravilhoso do time espanhol que venceu quase tudo (faltando apenas a Supercopa da Espanha, perdida para o Atlético de Bilbao). Com 5 troféus em 2015 (Espanhol, Copa do Rei, Champions League, Supercopa da Europa e Mundial) já podemos colocar essa equipe treinada por Luis Enrique como uma das melhores de todos os tempos. Mas em que local ela se situaria na história?

Claro que ainda é difícil dimensionar isso de forma definitiva pois ela ainda está “na ativa”. A fome de conquistas parece que ainda não acabou e o time vem mantendo um ritmo intenso. Mas podemos já pensar como esse time pode se comparar com a equipe catalã treinada por Guardiola anos atrás. Esse time é mais incisivo, contando com três grandes craques na frente que monopolizam os gols da equipe. Messi, Neymar e Suárez (o craque do torneio) mostram um entrosamento incrível e com isso fazem o time de 2015 ser mortal no contra-ataque.

Mas em termos de domínio de jogo e ideias, o time que dominou o mundo do futebol entre 2009 e 2012 ainda é muito lembrado. O controle das partidas era ainda mais definitivo do que acontece atualmente por meio da posse de bola. As equipes adversárias entravam literalmente atemorizadas para enfrentar o time de Guardiola e ele realmente marcou época. Dizendo isso não quero diminuir o time de Luis Enrique, mas sem dúvida a ideia de jogo daquela equipe do “tiki-taka” era muito atraente. barcelona river plate bola parada

As duas equipes e os dois jeitos de jogar mostram porém o predomínio do time espanhol no futebol mundial atualmente. A administração do clube não é perfeita (inclusive em termos de idoneidade) como alguns tentam demonstrar muitas vezes em contraposição ao Real Madrid, numa rivalidade boba que aparece ainda mais fora da Espanha, com os “fãs de internet” de cada equipe. Mas é inegável que o clube catalão tem uma ideia muito mais clara do que quer para o seu presente e para seu futuro, sem deixar de reverenciar o seu passado, principalmente a sua fase holandesa com Rinus Michels e Johan Cruyff. E isso se reflete dentro do gramado, com uma equipe que joga ofensivamente e busca o gol acima de tudo.

Talvez só o Bayern de Munique se assemelhe hoje ao Barça no mundo na questão de força financeira, combinada a montagem de equipe e organização. Com a saída já definida por parte de Guardiola da equipe alemã, já foi contratado o substituto, Carlo Ancelotti. Não existe uma pressão exagerada como existe no Real. O time de Madrid vive uma intensa movimentação de estrelas dentro de campo que muitas vezes são contratadas sem maior critério e mesmo os treinadores vivem à mercê dessa aura de “time estelar” que prejudica a equipe madrilenha. Rafa Benítez parece ser a próxima vítima da roleta russa de treinadores dos merengues.

Enquanto isso o Barcelona se impõe como time dominante no planeta e faz isso de forma à reverenciar o futebol dentro do campo. Não tem como não aplaudir.

*****

Desejo à todos os leitores um Feliz Natal, com muita saúde, paz e tranquilidade! Voltaremos após o dia 25!

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PostHeaderIcon Chato, Cobrador e Mito

Aos 42 anos de idade, 25 dos quais dedicados ao futebol e ao São Paulo, Rogério Ceni encerrou sua carreira. Nem é preciso esforço para garantir que ele tem seu nome gravado, com letras maiúsculas, na história do Tricolor paulista. E olhando os números frios, também posso afirmar que o Ceni marcou seu nome na história do futebol brasileiro e até mundial. Os números dele são eloquentes. Mas eu não gosto de números; vou falar de palavras. E algumas palavras acompanharam a carreira do Rogério Ceni.

1- Chato. Muitos usaram essa palavra pra definir o goleiro. Sim, o Ceni é chato. Chato pra treinar. E treinar além de sua função. Chato na dedicação à carreira que abraçou. Chato profissionalmente. E profissional de verdade. Chato o bastante para expressar suas opiniões e ser contundente.
Quem dera tivéssemos muitos outros chatos no futebol brasileiro.

2- Cobrador. Sim, o Ceni foi um exímio cobrador de faltas e um bom cobrador de pênaltis. Mas ele também cobrava de si mesmo. E cobrava o máximo de empenho dos companheiros, dos técnicos, da diretoria…
Quem dera tivéssemos muitos outros cobradores no futebol brasileiro.

3- Mito. Sem dúvida essa é a palavra preferida pelos torcedores do São Paulo. Mas muitos outros torcedores reconhecem a grandiosa carreira do Rogério, mesmo na condição de adversário.
Quem dera se todo torcedor tivesse um mito para chamar de seu. (Eu, felizmente, tenho).

Este vídeo é uma pequena amostra de tudo que o Rogério Ceni fez em sua longa e vitoriosa carreira:

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PostHeaderIcon Informação e Sonegação

Com o passar do tempo e mais experiência na vida, deixamos de ser muitas vezes iludidos e vemos algumas coisas mais claramente. Por exemplo, o que se convenciona chamar de jornalismo nem sempre é algo que noticia aquilo que é mais relevante ou mais desejado pela maioria. Quando faz isso não é necessariamente por interesse público ou interesse DO público (o que é bem diferente) e sim por razões meramente comerciais.

Causou bastante repercussão a decisão da Globo em praticamente ignorar a partida de despedida de Rogério Ceni no São Paulo, disputada na última sexta. O assunto foi praticamente sonegado tanto da emissora aberta, quanto do seu canal fechado (Sportv) e do seus sites na internet. O tema só voltou à pauta depois da realização do jogo-despedida, que foi transmitido com exclusividade pela FOX Sports, numa cobertura ostensiva durante todo o dia. No fim das contas, penso que os dois lados estão um pouco certos e um pouco errados. canais-transmissão-bolaparada

A FOX, por não ter tantos eventos paralelos ao futebol, supervaloriza os torneios que transmite (Libertadores e Sul-Americana principalmente). É algo compreensível, mas que pode causar uma certa repulsa de quem quer ver outras coisas, o que possivelmente ocorreu para quem NÃO queria assistir ao jogo de despedida do são-paulino. A cobertura foi bem completa, mas pendeu um pouco a um certo exagero, como por exemplo colocar o famigerado selo “AGORA-EXCLUSIVO” na tela a todo momento durante a partida. Ora, se estou vendo o jogo teoricamente já sei que está sendo exibido apenas lá! Mais do que tentar ressaltar essa exclusividade a todo momento, seria melhor se preocuparem mais em qualificar o canal como um todo, tanto na parte técnica, quanto na contratação de bons profissionais.

No caso da Globo/Sportv até compreendo o fato de não querer falar tanto de algo que não será transmitido por eles; mas daí a sonegar algo de quem assiste a sua programação eu não considero certo. Não é só a Globo que faz isso, sabemos bem. Mas também sabemos que tudo que o canal líder de audiência faz tem uma repercussão maior. O pior é que, ao mesmo tempo em que pouco falou da despedida de um jogador de futebol tão relevante à história do esporte no país, o canal continua a tentar “empurrar” o campeonato automobilístico de Stock Car, que é tecnicamente discutível e que não tem a mesma relevância para a maioria das pessoas. Isso sem falar do UFC, que virou moda por aqui recentemente muito pelo sucesso de alguns brasileiros em algumas categorias.

O hoje apresentador de “entretenimento” Tiago Leifert, que ficou com a pecha de ter infantilizado o jornalismo esportivo (até um pouco injusta, já que não foi apenas ele que deu esse tom engraçadinho à cobertura esportiva) deu uma ENTREVISTA certa vez falando que existem os tais direitos de transmissão e que ele não iria noticiar algo que a Globo não transmite. Não defendo uma “pauta única” em todos os canais, seja qual for o assunto, mas penso que a divulgação da informação deveria ser mais valorizada e não apenas usada como moeda comercial para quem detém os direitos sobre determinado evento. Acho que o que é de interesse DO público não é sempre garantia de qualidade, mas algo relevante e que atrai de fato a atenção deve ser mais bem relatado.

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star wars espn bola paradaPorém fica meio complicado querer algo mais próximo do que chamamos de JORNALISMO de fato em nossas TVs esportivas se temos exemplos que vão completamente ao lado oposto disso. Ainda estou para entender qual a relação (além da comercial é claro) da ESPN tentar colocar a toda hora alguma coisa relacionada ao filme Star Wars (Guerra nas Estrelas) no meio da programação. É vinheta, inserções no meio de programas ditos (olha aí!) jornalísticos, inclusive com participações constrangedoras dos participantes das atrações. Tudo bem a Disney ser parceira do projeto, existem muitos “fãs do esporte” que são fãs do “videogame cinematográfico” que terá outra edição sendo lançada recentemente, mas não vejo nenhuma necessidade dessa forçada de barra tão exagerada.

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globo olimpíadas 2 bola paradaA Globo renovou os direitos de transmissão das Olimpíadas até a edição de 2032. Não é novidade isso e mostra que, mesmo com erros, é talvez a única emissora com real interesse (e condição financeira claro) em fazer um trabalho mais constante na cobertura olímpica. Ainda que não dê o espaço correto e necessário em TV aberta, ao menos no Sportv existe um acompanhamento um pouco mais detalhado. Mas o fundamental é que a “emissora do esporte olímpico no Brasil” nem chegou perto de obter ou mesmo querer tamanho privilégio. Talvez agora o esporte na Record se concentre nas provas da Fazenda…

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Sobre o Rogério Ceni já fiz um post sobre ele a dois anos atrás, depois de uma atuação espetacular contra o Universidad Católica do Chile. Acho que ele continua valendo. Veja AQUI.

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PostHeaderIcon Os Fiascos da Champions

Acabou a fase de classificação e de grupos da UEFA Champions League. Diferentemente de outros anos, vou falar um pouco sobre o que vimos no torneio antes mesmo do sorteio das oitavas de final pois algo chamou muito a atenção. Não que seja algo novo mas que ficou ainda mais claro nessa competição.

A Champions League é sempre vista como a “nata” do futebol internacional, o maior torneio interclubes do mundo. Mas mesmo com todo esse cartaz não podemos ficar alheios a um grande desnível que temos visto nos últimos tempos. Claro que os clubes mais endinheirados dominam o mercado e, consequentemente, a própria competição. Temos visto um predomínio nos últimos anos de Barcelona, Real Madrid e Bayern de Munique que, mais uma vez, pintam como grandes favoritos ao título. Além deles Manchester City, Chelsea e PSG são candidatos a surpreenderem, devido muito à injeção financeira que tiveram de algum tempo para cá. Nada que fuja muito ao padrão recente do futebol. manchester united bola parada

Porém o que me deixou mais espantado é a falta de força de times que, em tese, poderiam chegar na disputa com mais força e que fizeram pouco, ou nada, como é o caso do Manchester United que foi desclassificado na primeira fase. E aí não podemos apenas dizer que o problema é a falta de dinheiro. O time inglês gastou muito para montar uma equipe para voltar a brigar pelo título, e isso não ficou nem perto de acontecer. O Valência, que acabou de ser comprado por um bilionário tailandês, ficou pelo caminho ao ser ultrapassado pelo modesto Gent da Bélgica. Com menos potencial financeiro, mas também com uma perspectiva de ao menos ir mais longe na competição, o Porto decepcionou e ficou fora das oitavas de final ao ser eliminado pelo Dynamo de Kiev.

Mesmo times que se classificaram também decepcionaram; Roma e Arsenal, que ainda não venceram a UCL e sempre são criticados por suas “entregadas” em diversas oportunidades, conseguiram avançar, mas com desempenhos bem discutíveis. O time italiano fez a pior campanha de um classificado para as oitavas em toda a história da competição neste formato atual (apenas 6 pontos e saldo de gols negativo). A equipe inglesa conseguiu novamente a vaga, mas também novamente em segundo lugar e levando uma goleada do Bayern e sem maiores perspectivas de título, analisando bem friamente para o futuro.

Isso mostra que o nível da competição, em alguns momentos, é inflado para cima pela presença de alguns grandes times, mas a qualidade nem sempre é compartilhada por todos. Vamos ver se, na fase de mata-mata, as grandes equipes fazem jus a todo “glamour” da disputa.

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