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Archive for November, 2015

PostHeaderIcon 11 Revelações do Brasileirão 2015

Escolhemos algumas revelações do atual Campeonato Brasileiro. Revelações tanto no sentido de novidade, de aparecer agora, mas também algumas no sentido de maior destaque neste torneio, mesmo já tendo atuado em outras edições da competição. Vejam se concordam com a lista das 11 revelações do Brasileirão 2015:
valdívia revelação do Brasileirão

  • Danilo Fernandes (Sport): Ex-reserva do Corinthians, foi para o Sport e fez partidas espetaculares. Até deixar o antigo titular Magrão no banco.
  • Apodi (Chapecoense): Não é um jogador novato, mas foi neste ano que teve um maior destaque. Como a posição anda carente, foi nosso escolhido.
  • Felipe (Corinthians): Começou o ano contestado, mas se firmou na melhor defesa do campeonato. Tem potencial para evoluir mais.
  • Jemerson (CAM): Jogou algumas partidas ano passado, mas foi neste campeonato que virou titular e confirmou sua qualidade na zaga.
  • Douglas Santos (CAM): Tivemos vários bons jogadores na lateral esquerda: Renê, Jorge, Zeca… Mas optamos pelo lateral do Atlético. Bom na defesa e preciso nos cruzamentos.
  • Rodrigo Dourado (Internacional): Outra posição com fartura de revelações: Wallace, Otávio (CAP), Thiago Maia… Mas o volante do Inter demonstrou grande poder de marcação e muita aplicação em campo.
  • Gustavo Scarpa (Flu): Este foi um dos melhores jogadores do Fluminense no Brasileirão. Bom na armação e ainda chega na área para finalizar.
  • Marquinhos Gabriel (Santos): Ele demorou para se firmar num grande clube. Mas é inegável o excelente Brasileirão que o meia santista fez. Se seguir neste ritmo, o futuro é promissor.
  • Malcom (Corinthians): Depois de exagerarem nos elogios quando apareceu, caiu um pouco de rendimento, mas foi muito importante na reta final do campeonato e para o título corintiano.
  • Valdívia (Internacional): Não apareceu agora, mas este foi o campeonato e o ano da sua afirmação, vinha jogando muito bem até se contundir. Vamos ver se volta jogando bem.
  • Luan (Grêmio): Se afirmou neste ano. Cumpriu bem a função, pela esquerda, e ainda ajudou na posição de 9. Foi muito importante pro Grêmio e já conquistou seu espaço na seleção sub-20.

(A lista foi formulado por mim e pelo Alexandre. Mas só após acaloradas discussões, xingamentos e brigas violentas. 😛 )

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PostHeaderIcon O Mobral Concluído e a Incompetência

Alguns anos atrás o então presidente do São Paulo Juvenal Juvêncio deu uma entrevista dizendo que o problema do também ex-presidente do Corinthians Andrés Sanches era o “mobral inconcluso”. Isso representava uma superioridade do Tricolor Paulista em relação ao time de Parque São Jorge em termos estruturais e de grife. Inclusive foi Juvenal que definiu a alcunha de “Soberano”, que simbolizava o período de três títulos brasileiros vencidos em sequência entre 2006 e 2008.

Porém tudo na vida pode mudar, ainda mais se você não faz nada para manter a sua superioridade e principalmente quando você se acha muito superior aos demais. Depois dos tri-campeonato nacional, o São Paulo perdeu profissionais importantes na fisiologia e na preparação física. Achou que apenas a estrutura físíca faria o clube se manter no topo enquanto naufragava em gestões desastradas no futebol, com contratações erradas, absurdas e até mesmo suspeitas. Não que na época em que o time vencia mais tudo era perfeito. Mas ao menos havia uma maior capacidade de gestão dentro e fora de campo. Além disso algumas figuras se perpetuaram no clube, desde Juvenal Juvêncio que conseguiu um imoral terceiro mandato que prejudica a instituição desde então, tanto em termos políticos quanto financeiros, até chegar a Milton Cruz, um auxiliar-técnico que nunca quis ser técnico pois sabidamente não tem capacidade para tal.

E não deixa de ser simbólico que Milton Cruz tenha sido dublê de treinador mais uma vez na vextória derrota para o Corinthians no domingo passado. Poucas vezes um time teve tanto a cara do seu treinador. Acomodado, superestimado e displicente, o Tricolor foi presa fácil para o time de Parque São Jorge que teve a celebração perfeita para o seu título nacional, mesmo atuando com muitos reservas.

Da mesma forma que, quando o São Paulo venceu seus títulos brasileiros não havia perfeição em todos os aspectos do clube, o mesmo acontece agora com o Corinthians. O time chegou a dever direito de imagem a seus atletas durante a competição e sofreu com a saída de algumas peças importantes como Guerrero e Fábio Santos. Some-se a isso uma certa rejeição que o Corinthians sofre por ter uma exposição massiva e exagerada na mídia o que, somado a uma certa proximidade de algumas figuras do clube com pessoas até mesmo do Governo Federal faz com que qualquer erro favorável ao time seja visto como algo acima do normal. Os erros de fato, em determinado momento, se sucederam de forma estranha, mas como o Marco já ressaltou aqui no blog, existem níveis diferentes e não se pode colocar todos os equívocos no mesmo cesto. E isso não apaga o mérito da administração corinthiana que mostra que dar mais tempo ao treinador e a um grupo de jogadores pode ajudar no fim das contas. são paulo corinthians bola parada

Tite conseguiu remontar a equipe e fazer com que um time com dois meias armadores clássicos (Renato Augusto e Jadson) conseguisse render, sendo ao mesmo tempo criativo e compacto, conceitos que, para muitos, são excludentes. Foi possível ver nesse campeonato que isso não é verdade. Renato Augusto se recuperou de uma fase em que vivia mais machucado do que em campo e foi fundamental na conquista, assim como Jadson que sempre foi bom jogador, mas passou um período ruim no São Paulo e foi usado por algumas pessoas como um dos símbolos do desinteresse e do pouco caso de alguns jogadores do Tricolor em campo. Temos aí então um caso simbólico que mostra que o ambiente de trabalho nos dois clubes é diferente a algum tempo e dentro de um sistema eficiente as peças de qualidade podem sim render.

Ainda que o São Paulo consiga, quase que de forma inacreditável e muito devido a incompetência alheia, a vaga para a Libertadores, é mais do que necessária uma mudança de rota; no jeito de comandar, de gerir e administrar dentro e fora de campo. Diminuir a soberba e a arrogância também seria um bom caminho, inclusive para tratar com o pessoal que não tinha “concluído o Mobral”. Pois hoje o Corinthians conseguiu, administrativamente falando, se formar com louvor e competência e com isso os resultados aparecem em campo.

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PostHeaderIcon Desunião e Mesmice

Já começaram as discussões sobre a revisão do valor das cotas de TV, pagas aos clubes brasileiros pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. O atual contrato vale até 2018, mas a Globo já procura os clubes para discutir uma prorrogação desse compromisso até 2020. Mas chama a atenção algo que já acontece de forma recorrente em qualquer acordo proposto ou pensado para o nosso futebol. A falta de união.

Flamengo e Corinthians recebem mais dinheiro a partir de uma negociação individual feita após a “implosão” do Clube dos 13 em 2011. Pelo fato de terem mais audiência e contarem com uma exposição até mesmo exagerada em relação aos adversários, se sentem no direito (auxiliados pelo pensamento favorável por parte da Globo) de receber mais e agora, segundo matéria publicada no UOL semana passada, não mudar o modelo individual do atual contrato. O Corinthians, também segundo o UOL, já até teria acertado sua renovação. futebol e comércio

Não se discute que os times com mais exposição recebam um adicional nas suas cotas. Porém nivelar apenas por esse quesito o que os clubes recebem é algo que não ajuda na melhoria das contas e mesmo no equilíbrio do campeonato nacional. O ideal seria um modelo que contemplasse, além da audiência, o aspecto técnico (observando a colocação no último torneio) somando-se a igualdade de um valor para todos, algo que o Marco já discutiu aqui e concordo com ele.

Mas o mais incrível é ver que os outros clubes adversários de Flamengo e Corinthians contribuíram para essa situação de predomínio financeiro dos dois clubes. Não conseguiram se unir para formar um grupo forte para combater isso e manter a negociação como sendo algo coletivo. Lembro de uma entrevista do ex-presidente do Botafogo Mauricio Assunção no Bate-Bola da ESPN onde ele só faltava pedir permissão à Globo para poder falar qualquer coisa. E aí não coloco a Globo como culpada pela situação e sim a incapacidade dos clubes de pensar em conjunto para o bem da maioria e do futebol como um todo.

Outro exemplo claro vemos agora na formação da Liga Sul-Minas-Rio, principalmente na questão da transmissão de TV que deve ficar novamente sob o comando da Globo. Não que a transmissão de outros canais seja melhor que a tradicional exibidora das competições nacionais. Mas foco na questão da mesmice das picuinhas de bastidores e brigas por causa do calendário. Não se pensa no todo de modo algum. Fala-se agora que essa Liga postiça pode desembocar numa liga nacional no futuro. Até pode vir a acontecer, mas seguindo os mesmos preceitos de sempre que vemos em nosso futebol, continuaremos a ver uma desunião que supera qualquer possibilidade de melhora para todos.

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PostHeaderIcon A Conta, a Guerra e o Filho Feio

Estou escrevendo este texto antes do jogo entre o Brasil e o Peru. Propositalmente. Para que um eventual mau resultado não seja a referência para minha opinião. Um bom resultado não seria mais do que a obrigação da seleção brasileira. Mas pro Dunga, e seus defensores, será a evidência de que o Brasil está no rumo certo. Só que não.

Quero deixar bem claro: Sou contra a permanência do Dunga. Sou contra ele completar o tal “ciclo”. Sem esquecer que ele já completou um ciclo anterior, o da Copa de 2010; E não considero que ele tenha ido bem naquele período; ainda que muitos aprovem aquela passagem do Dunga. Penso que ele foi mal, sobrevivendo com resultados enganadores. E agora está repetindo os mesmos erros do ciclo anterior.
dunga coletiva bola parada
Mas o Dunga não falha apenas na montagem da seleção, dentro de campo. Suas recentes declarações revelam que sua mente está atolada em algum lugar, nebuloso, do passado. É o que eu chamo de “dunguices”. A primeira dunguice foi ao defender seu grupo, afirmando que, injustamente, eles estão pagando a conta dos 7×1.

Ora, mas de quem é essa conta? Eu penso que a conta é de todo o futebol brasileiro. Dos jogadores, técnicos, cartolas e até dos torcedores. Cada um com sua parcela; uns mais e outros menos. Alguns dos atuais jogadores da seleção estavam presentes em 2014; tem responsabilidade direta. Outros, assim como o Dunga, tem responsabilidade indireta. Mas, repito, todos tem uma parcela nessa conta.

O que eu acho curioso é que só se reclama do ônus. Mas todos querem receber o bônus. Canso de ver jogador se dizendo tetra, penta, mesmo sem participar do sucesso das seleções de 58, 62 ou 70. Nenhum reclama de ser considerado tetra, mesmo só tendo vencido a Copa de 94. Mas acham injusto quando se cobra (de quem participou) a conta do fracasso de 2014. Santa coerência!

A segunda dunguice foi antes do jogo contra a Argentina, quando o Dunga falou que seria uma guerra. Uma bobagem tão grande que ele mesmo tentou consertar e desconversar. Esse discurso é totalmente anacrônico, não cola mais. Não é assim que se motiva um grupo.

A dunguice mais recente foi a declaração de que a seleção é como um filho. Que a gente não deixa de amar um filho, mesmo ele fazendo coisas erradas. Filho???? Olha, a seleção não é meu filho(a). Pode ser filho(a) do Ricardo Teixeira, do Marin, do Del Nero, do Dunga… Não meu!!! Não tenho qualquer relação familiar com a CBF e a seleção. E, pra ser franco, nem uma relação patriótica. Não tenho que amar o time da CBF. Nem ignorar seus erros, como se fosse um filho.

Aliás, que filho feio é esse!! Vocês gostariam de ter um filho assim??

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PostHeaderIcon Bom Resultado, Apresentação Nem Tanto…

Depois de um começo ruim, o Brasil conseguiu chegar ao empate contra a Argentina pelas Eliminatórias para a Copa de 2018. Como resultado até que não foi algo ruim, mas em termos de desempenho a equipe brasileira continua bem aquém de qualquer boa expectativa.

No começo do jogo o Brasil ficou totalmente controlado pelo time argentino. O meio-campo brasileiro padeceu mais uma vez tanto de movimentação (os jogadores brasileiros muito estáticos, cada um em sua posição fixa) quanto de qualidade e articulação. Não coloco apenas a manutenção de Elias como volante fixo, diferente do que ele faz no Corinthians onde chega mais como “elemento surpresa”, como a causa dessa situação, até porque não acho ele um jogador tão espetacular assim. O Brasil continua com muitos jogadores que correm sem parar, mas que articulam pouco o jogo. Um pouco por característica própria, mas também por falta de comando técnico para pensar um pouco além disso.

Por sua vez a Argentina também não conta, a algum tempo, com jogadores que armem o jogo de forma mais incisiva. O time tem bons volantes e uma profusão de atacantes, mas falta alguém para auxiliar Messi na criação ofensiva de jogadas. Ontem Banega (um volante) e Di Maria (um meia mas que joga pelos lados do campo) conseguiram no primeiro tempo fazer essa articulação, mas estranhamente depois de conseguir fazer o primeiro gol, o time argentino tentou controlar excessivamente a partida e permitiu uma melhora brasileira.

O Brasil, justiça seja feita, conseguiu melhorar pressionando mais a saída de bola da Argentina, e querendo um pouco mais ficar com a posse. Teve a sorte também de fazer o gol logo depois da entrada de Douglas Costa no lugar de Ricardo Oliveira. Não coloco o fato do time jogar sem uma “referência” como problema. Dá para jogar das duas formas, dependendo do jogo. O que chama a atenção negativamente é a nossa carência na posição de centroavante e termos de recorrer a um jogador que até no começo do ano era praticamente descartado por todos, voltando de um longo período no “mundo árabe”. E deixo claro que gosto do futebol do Ricardo Oliveira. argentina brasil eliminatórias bola parada

Além disso fica claro que a insistência no David Luiz na zaga brasileira é próximo do injustificável. É um jogador até com velocidade para a posição, mas que erra demais e o gol argentino saiu muito pela falha de posicionamento dele (além do sono do Daniel Alves ao marcar o Lavezzi). Existem outras opções para a posição.

Falta ainda para o Brasil uma ideia de jogo. A entrada do Renato Augusto no segundo tempo é um caminho a se seguir no meu modo de ver. É um jogador que pode ajudar a reter mais a bola, desafogar o jogo apenas de correria que vemos na Seleção e dar mais opções de armação da equipe, além de liberar o Neymar para poder jogar mais perto do gol e isso com ou sem algum centroavante no time. A geração que temos tem alguns problemas e defeitos, mas com o que temos dá para fazer o time jogar um pouco mais. A questão é saber se o treinador conseguirá fazer isso…

E outra coisa: Temos de parar de tentar sempre querer justificar algum mau desempenho brasileiro com alguma piadinha ou usando sempre a Argentina como base. Essa procura por tentar sempre desmerecer o rival e esquecer dos nossos problemas, ainda mais com a mania atual do jornalismo esportivo de sempre valorizar as “zuações” só mascara muitas vezes os nossos erros.

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PostHeaderIcon Futebol Sem Base

Pífio e patético, como diria aquele comentarista da ESPN. Assim tem sido o desempenho recente das nossas seleções de base. O recém terminado Mundial sub-17 foi a prova cabal de que estamos no caminho errado. E a questão principal, pra mim, nem é ganhar ou perder o título. É a qualidade do futebol que praticamos. Ou a falta de qualidade.

Nem vou chegar aqui e passar a estatística dos jogos pra mostrar que nossa seleção teve tanto tempo de posse de bola, errou tantos passes ou deu X chutes ao gol. Não preciso fazer isso; e nem gosto. Eu vejo e analiso, a estatística só serve pra auxiliar. Ou pra corroborar. Mas, em casos evidentes, ela é até dispensável. E a péssima qualidade da nossa base é algo que grita aos olhos. É berrante!

Então resolvi buscar 2 vídeos que mostram campanhas antigas das seleções de base. O primeiro é do Mundial Sub-17 de 1997, no Egito. O Brasil não tinha uma safra muito boa, exceto pelo Ronaldinho Gaúcho. O Brasil venceu todos os jogos, incluindo a final contra Gana.

O outro vídeo é do Mundial Sub-20 de 2001, na Colômbia. O Brasil contava com Kaká, Adriano, Luisão e o Maicon. Mas abusava das bolas levantadas na área. Ainda assim chegou até a semifinal, quando foi eliminado por Gana. Na final os ganeses perderam para a Argentina.

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