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Archive for December, 2013

PostHeaderIcon Caindo Pelos Erros

Não quero perder meu tempo analisando decisões da justiça esportiva. Não gosto disso, prefiro falar de futebol. E futebol se decide em campo, não nos tribunais. Quem torce por um clube, vibra com os gols e vitórias, não com votos e liminares. Se alguém torce pelo time dos advogados, que pare de ler o resto da coluna.

Desde meu tempo de garoto, ouvindo rádio, acompanho as manobras jurídicas e armações para reverter o resultado do campo e favorecer algum clube. Temos dezenas de casos, que só mancham o futebol brasileiro. Nosso futebol ainda brilha (com menor intensidade) no gramado, mas é podre fora das 4 linhas. É podre por ser comandado por gente podre e incompetente. Pessoas assim existem em todos os lugares, não é privilégio do Brasil. Mas não sei de outro país onde exista tanta disputa jurídica e tantas viradas de mesa. Se souberem, me informem.

No campo o Fluminense e Vasco foram rebaixados. Ponto! O recurso do Vasco foi rejeitado, felizmente. Já o Fluminense, é bem provável que escape do rebaixamento e afunde a Portuguesa. Portuguesa que errou, ao escalar um jogador irregular; assim como o Flamengo.
administração futebol
Relevante, pra mim, é que o Fluminense e Vasco são clubes de futebol, não de tribunais. Seus dirigentes (e torcedores) deveriam estar preocupados é com o futebol de seus times. Mas o jogo jogado virou um fator secundário. Uma cortina de fumaça jurídica para encobrir suas falhas.

A briga do Fluminense deveria ser contra o modelo atual de gestão do clube. Já passou da hora do tricolor se livrar das garras de sua patrocinadora. O Flu não precisa de um mecenas para ser grande e disputar títulos. O desempenho horrível deste ano deveria servir para a ruptura definitiva. É, ou seria, o momento de andar com as próprias pernas e orgulhar sua torcida. Por mais duro que seja.

O Vasco, administrado como clube da 4ª divisão, é outro que precisa se reinventar. Faz tempo que é mero coadjuvante. Sofreu 2 rebaixamentos em curto período. Está atolado em dívidas e a beira do caos. A queda deste ano era mais que previsível. E o futuro do clube exige uma reformulação administrativa e diretiva profunda. Ou isso, ou o clube seguirá definhando ano após ano.

O mais grave é que os erros atuais não serviram de lição. As recentes atitudes do Siemsen e do Dinamite revelam que nada será alterado drasticamente. O Fluminense, caso caia de fato, corre o risco de ter contratado um jogador com salário de 700 mil para jogar a Série B! Já o Vasco está ameaçado de perder sua única revelação deste ano, Marlone. O Flu detona a verba da Unimed e da TV de um jeito que não consigo entender. O Vasco, com os bloqueios e execuções judiciais, mal consegue pagar a folha e as contas básicas. Mas os dirigentes da dupla insistem no discurso demagógico e se isentam de qualquer responsabilidade. Vivem num universo paralelo. Talvez o dos tribunais.

Os clubes brasileiros, não somente o Vasco e Fluminense, precisam passar por um choque de gestão. Devem ser administrados como empresas, não apenas contratar um gerente ou diretor de marketing. Isso é perfumaria. Eu falo de gestão remunerada, balanço e contas auditadas. E que a direção seja responsabilizada pelos rombos e dívidas. Não existe outra opção. Ou fazem assim ou pagarão com derrotas e rebaixamentos. Escolham.

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PostHeaderIcon Confusões que se Cruzam

Eu ia acabar escrevendo sobre a violência do confronto entre marginais disfarçados de torcedores na última rodada do Brasileiro durante o jogo entre Atlético/PR x Vasco. Porém esse assunto começa a ficar escanteado na mídia devido à possível reviravolta na questão do rebaixamento para a série B de 2014. Como vocês já devem estar sabendo a Portuguesa corre o risco de perder 4 pontos por ter escalado o jogador Héverton, teoricamente, sem condições legais de jogo na partida contra o Grêmio no domingo passado (8/12). Se isso realmente acontecer, a Lusa cairia para a segunda divisão “salvando” o Fluminense. Agora já se “descobriu” que o Flamengo teria cometido o mesmo erro ao escalar André Santos no jogo contra o Cruzeiro também na rodada final. Os casos da barbárie em Joinville e o da possível mudança dos rebaixados do Brasileiros obviamente não possuem relação direta, mas entre eles existem algumas semelhanças que explicam bem o país em que vivemos. briga joinville bola parada

No caso da briga entre os marginais, só depois de tudo acontecido é que ficamos sabendo que o Ministério Público de Santa Catarina não permite que a Polícia Militar faça segurança de “eventos privados” em Joinville. Por isso o Atlético/PR era o incumbido de levar a segurança particular até à Arena da cidade. Só aí já temos duas marcas da nossa sociedade, que são bem visíveis também na área esportiva: o desconhecimento de acordos pré-estabelecidos e o jogo de “empurra” na questão das responsabilidades. Tanto a polícia, quanto o Ministério Público e o time paranaense são responsáveis nesse caso, mas fundamentalmente nossa justiça tem culpa sempre pois não pune os baderneiros de estádios como deveria, até porque a maioria deles é bem conhecida da polícia pois arrumam briga em vários lugares, com a certeza da impunidade.

Também nossa justiça desportiva empurra há tempos, com preguiça notável, a questão do efeito suspensivo nas punições de atletas. No caso da Portuguesa, o clube alega que pensava que Héverton tinha sido suspenso por um jogo apenas (que era o da pena automática). Se soubesse que ele tinha sido punido com mais uma partida, muito provavelmente o time paulista teria recorrido da decisão e mais provavelmente ainda, o STJD teria aceito o recurso.

Outro absurdo recorrente é o atraso que permeia tudo que é feito no país; há anos se discute uma forma de coibir a violência nos estádios. Nos próximos dias esse tema será certamente muito lembrado, mas tudo indica que voltará a ser esquecido, até a próxima briga notável em algum jogo com maior repercussão. No caso da Justiça Desportiva, é injustificável que se demore tanto para se julgar qualquer atleta depois de alguma expulsão. Após as rodadas de fim de semana, por exemplo, nada impede que os julgamentos sejam feitos todos na terça-feira subsequente aos jogos.

Tudo porém nos leva a outra marca “registrada” de nosso país. As coisas estão ruins, mas a maioria só se mexe quando algo acontece para lhe prejudicar, ou então, quando enxerga a chance de levar vantagem. O Vasco chegou ao ápice da desfaçatez pedindo a perda dos 3 pontos conquistados no campo pelo Atlético/PR (e a consequente adição desses pontos à sua ridícula campanha no Brasileiro desse ano), isso depois de ter perdido a partida por sonoros 5×1. Caso conquiste esse absurdo (o que acho meio impossível de ocorrer, mas sabe-se lá…), o Vasco poderia ter a decência de “devolver” o ponto que conquistou no empate com o Corinthians em Brasília no primeiro turno deste mesmo campeonato, já que era o mandante de um jogo em que também tivemos confusão entre marginais. E com isso fica claro que marginais existem em todas as torcidas, de todos os times grandes do país, infelizmente. tapetão portuguesa flamengo bola parada

No caso da Portuguesa, o maior beneficiado do problema seria o Fluminense. Penso que, caso se confirme que o time paulista cometeu o equívoco de escalar o jogador sem condições legais, ele deva perder os pontos. Mas fico me perguntando se o time envolvido no caso não tivesse a força política e midiática do time das Laranjeiras; será que o caso seria levado à frente? Além disso, caso a Lusa seja realmente punida, o Flamengo também correria risco de rebaixamento. Será que a ânsia punitiva do STJD da CBF seria levada à frente, ou correríamos o risco de vermos um campeonato “agrupando” todo mundo? (não caindo ninguém da Série A e subindo os 4 que vieram da B, quase como uma “nova COPA JOÃO HAVELANGE”). Para a TV poderia ser bom, com uma possível volta do mata-mata. Para a moralidade e evolução do futebol brasileiro, seria um tremendo retrocesso. (E que fique bem claro que não estou defendendo essa ideia, só estou alertando para um possível golpe que pode acontecer, conhecendo nossos cartolas como conhecemos…)

Por tudo isso, não dá para dizer que as mazelas e os erros acontecem por acidente. Sempre que algo ruim acontece, existe alguém para tirar vantagem. E nessas horas de confusão é sempre bom ficar atento àqueles que gostam de aparecer ou propor soluções mirabolantes. O Brasil é pródigo em ter especialistas em tudo (e nada) ao mesmo tempo. Enquanto isso, ficamos esperando a próxima briga ou a próxima confusão de tribunal, ambas criadas pela nossa incompetência e incapacidade de se organizar, lamentavelmente.

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PostHeaderIcon Seleção do Brasileirão 2013 e do Ano

Hoje a seção 11 na Lista é especial. Teremos a seleção do ano, feita por mim, e a seleção do Brasileirão 2013, sob os cuidados do Alexandre. A minha lista leva em conta todo o ano, mas com peso maior para o Brasileirão e a Libertadores. Também fiz uma espécie de banco, com os segundos colocados. Eis a minha seleção do ano:

Goleiro: Victor (Atlético MG) , com o Jefferson (Botafogo) na reserva.

Lateral Direito: Marcos Rocha (Atlético MG), com Luís Ricardo (Portuguesa) na reserva.

Zagueiro Central: Manoel (CAP), com o Gil (Corinthians) na reserva.

Quarto Zagueiro: Réver (Atlético MG), com o Dória (Botafogo) na reserva.

Lateral Esquerdo: Júnior César (CAM), com o Carlinhos (Fluminense) na reserva.

Volante: Nilton (Cruzeiro), com o Souza (Grêmio) na reserva.

2º Volante: Elias (Flamengo), com o Willians (Inter) na reserva.

Meia: Seedorf (Botafogo), com Ronaldinho Gaúcho (CAM) na reserva.

Meia: Éverton Ribeiro (Cruzeiro), com D’Alessandro (Internacional) na reserva.

Atacante: Diego Tardelli (CAM), com o Walter (Goiás) na reserva.

Atacante: Ederson (CAP), com o Jô (CAM) na reserva.

everton ribeiro

E completando:
Técnico: Marcelo Oliveira (Cruzeiro)

Revelação: Marcelo (Atlético PR)
* * * * *

Seleção do Brasileirão 2013 (também com os reservas):

Goleiro: Fábio (Cruzeiro), com o Weverton (Atlético/PR) na reserva.

Lateral Direito: Léo (Atlético/PR), com o Mayke (Cruzeiro) na reserva.

Zagueiro Central: Manoel (Atlético/PR), com o Ernando (Goiás) na reserva.

Quarto Zagueiro: Gil (Corinthians), com o Dória (Botafogo) na reserva.

Lateral Esquerdo: Alex Telles (Grêmio), com o William Matheus (Goiás) na reserva.

Volante: Nilton (Cruzeiro), com o David (Atlético/PR) na reserva

2º Volante: Souza (Grêmio), com o Lucas Silva (Cruzeiro) na reserva.

Meia: Everton Ribeiro (Cruzeiro), com o Cícero (Santos) na reserva.

Meia: Seedorf (Botafogo), com o Alex (Coritiba) na reserva.

Atacante: Walter (Goiás), com o Diego Tardelli (Atlético/MG) na reserva.

Atacante: Marcelo (Alético/PR), com o Ederson (Atlético/PR) na reserva.

Técnico: Marcelo Oliveira (Cruzeiro)
Revelação: Mayke (Cruzeiro)
Melhor jogador: Everton Ribeiro (Cruzeiro)

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PostHeaderIcon O sorteio da Copa e as trapalhadas da FIFA

Finalmente na última sexta (6/12) foi realizado o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2014. Nem falarei muito do evento, que muitas vezes é enfadonho em sua duração. Além disso a melhor atração dele foi a presença da estonteante Fernanda Lima na apresentação. Mas o fato é que depois de muitas especulações sobre grupos da “morte” ou da “vida”, o caminho de cada seleção foi definido. O que chama a atenção porém é que muitas dessas perspectivas de grupos ou até mesmo situações absurdas estão ligadas aos equívocos (programados ou não) da FIFA. Fernanda Lima bola parada

Começa com o absurdo de “mudar” até mesmo a geografia dos países, como no caso da Austrália; o país da Oceania teve aceito seu pedido de atuar nas Eliminatórias asiáticas. Além disso, mesmo com um torneio de 32 seleções, a entidade resiste a dar uma vaga direta para o continente das ilhas, fazendo com que a Nova Zelândia tenha de disputar uma repescagem contra alguma equipe quase que invariavelmente mais forte, como foi o caso nesse ano contra o México.

No caso específico da Copa realizada no Brasil as coisas estapafúrdias já começam com a quantidade de cidades-sede. Até mesmo Carlos Alberto Parreira, funcionário quase eterno da CBF, criticou recentemente a escolha de Manaus para ser uma das sedes dos jogos, sendo aí algo feito em conluio entre a FIFA e o governo brasileiro, que quis politicamente contemplar o máximo de cidades, mesmo que algumas tenham pouca estrutura e quase nenhuma tradição no futebol. Nem vou falar tanto dos atrasos das obras já falei sobre isso neste texto. Agora mesmo, após a divulgação dos jogos, a FIFA “descobriu” que faz calor no Brasil e desandou a mudar horários de jogos previamente marcados a algum tempo. Com a definição das partidas procura-se atender as TVs principalmente da Europa, mas olha-se pouco para o torcedor que vai aos jogos, para os jogadores que terão de atuar no alto calor (pois os jogos das 13 horas ainda não foram alterados) e principalmente para o nível técnico das partidas, que muitas vezes fica abaixo do desejado.

Depois temos o caso dos “cabeças de chave”. A FIFA mantém um ranking que normalmente é desprezado durante a maioria do tempo, mas que de duas Copas para cá, começou a ser utilizado como critério para a definição dos times do “primeiro pote” do sorteio. Com isso, o que deveria ser algo positivo para o índice técnico do torneio, causa distorções incríveis como o fato de termos um grupo de primeira fase com 3 campeões mundiais, como teremos agora em 2014, com Uruguai, Itália e Inglaterra. Para mim é claro que os dirigentes da FIFA observam a Copa como um produto e tentam criar uma atração logo na primeira fase, mesmo que, para isso, os melhores times sejam sacrificados como certamente acontecerá nesse grupo, pois uma grande seleção cairá fora logo na fase classificatória. grupos Copa bola parada

Mesmo assim, pela magia do futebol, os erros e absurdos feitos pelos organizadores são deixados um pouco de lado (sem serem esquecidos) para quem gosta do esporte. Sobre os grupos, quando estivermos mais próximos ao início do torneio, faremos aqui uma análise mais detalhada de cada Seleção. Mas já posso dizer que o grupo do Brasil, com Croácia, México e Camarões é interessante para se preparar para as oitavas de final; não é fraco mas é bem acessível; lembrando que o time do México, teoricamente, não existe ainda, pois o treinador Miguel Herrera deve trazer de volta alguns estrangeiros que não jogaram a repescagem, mas terá poucos jogos para formatar o time; a Croácia é instável, e Camarões sintetiza a bagunça do futebol africano; alguns bons jogadores, mas muita desorganização. O que pode complicar para o time de Felipão é o confronto das oitavas de final que pode ser contra Espanha ou Holanda.

Argentina, França e Bélgica pegaram um bom caminho na primeira fase, mas penso que a Alemanha, se mantiver o nível do seu futebol, não sentir o calor em demasia e não falhar em momentos decisivos, é o time com mais condição técnica de se sobressair, ainda que tenha pego um grupo bem equilibrado com Portugal, Gana e EUA.

O nível técnico da maioria das seleções classificadas é bom. Se a FIFA deixar e os jogadores chegarem com o mínimo de condição física adequada, a Copa promete bons jogos. Dentro de campo a coisa pode ir bem. Já fora…

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PostHeaderIcon Balanço Final do Brasileirão 13

Chegamos na última rodada do Brasileirão. Resta resolver as últimas vagas na Libertadores e mais dois rebaixados (provavelmente os 2 cariocas). Não é pouco, nem é muito. É o que temos pro momento. É isso e fazer uma avaliação do campeonato de cada um.

Todos os 20 clubes da Série A disputam o mesmo campeonato, mas cada um tem seu objetivo. É o campeonato individual. O objetivo da Portuguesa ou do Bahia é bem diferente da meta de um São Paulo, Corinthians ou Inter. Mesmo que, neste ano, estes últimos tenham decepcionado. Perderam o seu “campeonato individual”. E aí também posso incluir o CAM, o Fluminense, Flamengo, talvez até o Santos.
Brasileirão-2013
O fraco desempenho dos clubes mais ricos e populares permitiu que outros, menos abastados mas com times razoáveis, pudessem terminar no topo da tabela. E isso precisa ser bem mensurado. A presença do Atlético Paranaense, Goiás e Vitória, no topo, é, em boa parte, fruto da ineficiência dos clubes mais tradicionais. Não digo que eles não tenham mérito algum, mas é bom avaliar o aspecto geral dos 20 clubes.

Outro ponto interessante é que o campeonato deste ano sepultou algumas teorias conspiratórias que costumam ser lançadas pelos desocupados de plantão. O jogo entre SPFC e Criciúma, com a vitória do time catarinense, foi o melhor exemplo. O gol irregular praticamente salvou o Criciúma e vai rebaixar 1 ou 2 cariocas. Se fosse o contrário…

Na Série B também tivemos algo parecido. Pipocaram vários boatos sobre mala branca e mala preta. Pode até ser que tenha ocorrido o “incentivo” financeiro. Mas o Ceará e o Icasa tropeçaram e a vaga na elite ficou com o Figueirense. Então é bom ir com calma ao lançar teorias e criar polêmicas. Mas boa parte da imprensa e dos torcedores adora isso. Paciência!

Também acho importante ressaltar o mau desempenho de vários jogadores e técnicos medalhões. Alguns clubes gastaram fortunas comprando jogadores e pagando altos salários. O Internacional é o exemplo mais notório. Muita grife e pouca bola. E vai chegar na rodada final com um pequeníssimo risco de rebaixamento. Considerando a folha salarial e os nomes do elenco, é um fiasco. O Fluminense, com folha igualmente cara e grande risco de rebaixamento, aí nem se fala. Deveria cair, pra servir de lição. Mas o pior é que nem assim a lição será aprendida.

O que falei sobre o Flu serve pra quase todos os clubes. Poucos vão aprender com os erros. Tenho certeza que irão tropeçar nas mesmas “pedras” deste ano. É certo. Assim como é certo que muitos times terão que remontar o elenco pra 2014. O mercado estará agitado. Ainda mais aumentando a cota de estrangeiros para 5 jogadores. Creio que teremos um Brasileiron 2014.

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PostHeaderIcon Um grande camisa 10

Infelizmente mais um gigante do futebol mundial nos deixou nesse ano. Pedro Virgílio Rocha Franchetti faleceu na última segunda (2/2) em São Paulo. Ex-meia do Peñarol veio para o Brasil em 1971 atuar pelo São Paulo e se transformou num dos maiores camisas 10 que passou pelo Morumbi. Quem o viu em campo sempre o elogia dizendo se tratar de um craque na acepção da palavra.

Pedro Rocha era armador que chegava na frente e fazia muitos gols (só no São Paulo foram 113). Jogou 4 Copas pela Seleção Uruguaia e deixou sua marca também no fim de carreira atuando pelo Coritiba. Deixo um vídeo feito pelo site Arquibancada Tricolor com as grandes jogadas dele no São Paulo.

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