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PostHeaderIcon A Regra Não É Clara

Antes da Copa de 14, e com a clara intenção de aumentar o número de gols, a d. FIFA soltou algumas recomendações aos árbitros. As recomendações surtiram efeito, ainda que questionável. Voltamos ao Brasileirão e a coisa foi levada ao extremo. Todo lance de bola na mão (ou mão na bola) virou falta (e pênalti). A intencionalidade é algo subjetivo e o soprador de apito interpreta como quiser. Na dúvida, é pênalti.

Passamos do país do pênaltis forjados para sermos o país da mão na bola. Como nunca antes na história deste país – já diria aquele barbudo famoso. E bem diferente do resto do universo conhecido. Até que, nesta semana, a FIFA resolveu avisar que não é bem assim. A recomendação, que não é regra, foi mal interpretada. E muito mal repassada. Volta tudo ao que era antes.

Pois é, colocaram a vaca na sala. E agora eles têm que tirar a vaca. Ainda bem. Caso contrário os jogadores teriam que jogar amarrados numa camisa de força.
juizes e erros
Eu, independente de qualquer recomendação esdrúxula, continuo achando que o juiz só deve soprar o apito quando um jogador leva o braço até a bola. Se ele move o braço na direção da bola, com ou sem intenção, é falta. E ponto final.

* * * * *

Ainda pelos lados da FIFA, linha dura. Mas a linha dura só vale para os clubes e empresários de jogadores pizza. Não vale pra própria FIFA. Resta ver se vão barrar mesmo os empresários que compram fatias de jogadores. E quando. E como.

Penso que a medida será benéfica para o futebol. Esses empresários não passam de aproveitadores. E a relação entre eles, clubes e jogadores, já foi além da promiscuidade. Sem falar que nossos clubes só perdem nestes negócios. Falo dos clubes, não dos cartolas. Mas vou esperar pela ação concreta contra os “investidores”, por enquanto é só uma intenção. E de intenções…

* * * * *

Depois do empate diante do São Paulo vi cresceram os elogios ao “melhor trabalho” de Luxemburgo nos últimos 5 anos, 158 dias, 3 horas e 44 minutos. É impressionante como a imprensa esportiva só analisa os resultados. E resultados que não são tão grandiosos assim. Falam de trabalho como se acompanhassem todos os treinos do Flamengo. Como se assistissem todas as preleções do Pofexô.

É claro que o Luxemburgo pegou o Fla na zona da degola. Também é nítido que deu uma organizada no time, especialmente na linha defensiva. Mas… Não tem muito mais. Sair da “confusão” não pode ser o objetivo de um grande clube. Mesmo com todos os problemas financeiros e esportivos. O Flamengo não pode pensar tão pequeno. O Flamengo é maior que o objetivo do Luxa.

Se a gente olhar a tabela, o Flamengo tem um desempenho similar ao Goiás. Mas vocês sabem o valor da folha salarial do Goiás? 1,5 milhão por mês. Sabem qual o teto salarial? É de 50 mil mensais.

Não estou desmerecendo o Goiás, ao contrário. O clube sempre teve um orçamento bem inferior ao dos grandes clubes. E sempre se segura na série A, vagando entre o 7º e 16º lugar. É um feito quase heroico. E coisa que grandes clubes não conseguem. Ainda que gastando 3 ou 4 vezes mais. Que sirva de exemplo.

* * * * *

Por outro lado, apesar de terem vencido na última rodada, SEP e BFR continuam correndo risco de rebaixamento. Um grande risco. Os motivos são muitos, começando pela direção dos clubes. É uma aula de erros. A única diferença entre os dois é que o Paulo Nobre tá bancando a conta do Palmeiras. Mas o empréstimo terá que ser devolvido. E aí o clube já compromete parte das receitas futuras. Se estiver na B…

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PostHeaderIcon A Ditadura dos Comentaristas de Arbitragem

Em várias ocasiões reclamamos de que não existe união entre as mais diferentes classes no Brasil. Professores, advogados, motoristas de ônibus, entre outras, raramente conseguem se juntar para reivindicar seus direitos e mesmo cobrar melhorias, além de se defenderem em alguma situação. Porém vemos que existe uma exceção: a classe de árbitros de futebol, ainda mais com aqueles que já pararam de apitar e ganharam um empreguinho na TV.

Não vou dizer nada de novo, mas chega a impressionar o corporativismo que vemos nos comentários dos “analistas de arbitragem” que infestam as transmissões e mesmo os debates “pós-jogo” que agora temos aos montes principalmente na TV paga. É até possível supor que, quando a ideia começou a ser utilizada no Brasil, no final dos anos 80 pela Rede Globo com o Arnaldo Cezar Coelho (que permanece até hoje por lá), ela tinha como objetivo fazer com que um ex-árbitro explicasse um ou outro lance mais duvidoso e algo mais técnico ligado às regras. antônio carlos pênalti bola parada

Porém o que era uma pequena participação virou algo praticamente dominante em qualquer partida. Com o excesso de câmeras à disposição, todo e qualquer lance é esmiuçado, mas sempre com a “palavra final” do analista, que normalmente determina para a opinião pública se a jogada foi legal ou não. Claro que, muitas vezes, os comentaristas se equivocam, até mesmo brigando com a imagem que mostra algo que contradiz com o que eles dizem.

Mas duas coisas são ainda piores que possíveis equívocos dos analistas (que podem acontecer em qualquer área). A primeira é, como falei cima, a excessiva proteção que os juízes “da cabine” ou “do estúdio” dão para os atuais profissionais no campo. Quase sempre estão certos ou, na dúvida, vale a “nova interpretação” de alguma regra. Para citar um exemplo recente, temos o primeiro pênalti do Corinthians no jogo contra o São Paulo no último domingo. A bola bate no braço de Antônio Carlos que, no reflexo, até se assusta com o choque. Mas como a FIFA disse para os juízes serem mais rigorosos com esse tipo de lance, não importa a análise de que o jogador não tem nem o tempo de pensar em tocar a bola com o braço: o árbitro está certo e pronto! Na transmissão da Globo, o “decano” Arnaldo até se empolgou na sua defesa à Luiz Flávio de Oliveira, que no meu modo de ver errou nesse lance.

Outra coisa que me incomoda muito é o excesso de tempo que se gasta em todo e qualquer tipo de lance “polêmico”. Vejo por exemplo o Gian Oddi da ESPN Brasil reclamar sempre disso, mas a emissora dele aderiu à moda e tentativa de audiência fácil – pois inegavelmente esses tipos de lance geram repercussão até desejada pelas emissoras de TV – contratando um “consultor” (nome pomposo para uma função tão comum) de arbitragem, na figura de Sálvio Spínola, que pouco acrescenta ao programa. comentaristas de arbitragem globo bola parada

Esse tipo de postura em programas de TV não é novidade. Outro membro da ESPN, Paulo Calçade fez uma crítica interessante à esse espaço exagerado dado ao “jogo do replay” muitas vezes feito apenas para gerar polêmica em relação ao que acontece dentro de campo (veja neste LINK). O duro é lembrar que o próprio Calçade participou de um programa de TV que ajudou (e continua a ajudar) nessa cultura de falarmos mais dos juízes do que do jogo em si: o Terceiro Tempo com o “ex-pai” do Calçade, Milton Neves, que tinha o agitado Oscar Roberto de Godói, como figura de destaque.

Chega-se a conclusão que não adianta querer apenas culpar os juízes de campo pelos erros. Eles vão acontecer, ainda mais em um esporte que não permite a ajuda da eletrônica em alguns momentos em que ela poderia ser utilizada para acabar com dúvidas. Além disso talvez seja mais complicado ainda querer acabar com o sensacionalismo e os interesses escusos de parte da imprensa, que gosta de alguma confusão e de que alguns sejam mais favorecidos do que outros. Penso que quem assiste não deve se deixar levar pelo que alguns falam e ter a sua própria visão, não achando apenas que existe “complô” ou algo do gênero…Direcionamento porém existe em qualquer área de atividade, até na imprensa.

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PostHeaderIcon Bárbara Seixas, Bela do Vôlei de Praia

Fim de semana, a raposa tranquila na liderança, alguns clubes lutando desesperados pra escapar do rebaixamento, a seleção do Dunga atrapalhando nosso calendário… É melhor deixar isso de lado e pensar em coisas mais amenas. Em coisas bárbaras.

Garanto que ninguém entendeu nada. Mas eu explico: estou falando em coisas bárbaras, no sentido literal. E no sentido literário também. Sim, hoje é dia de outra musa do esporte. E escolhi a Bárbara Seixas, do vôlei de praia. Ou de areia.

Acho que as fotos da Bárbara Seixas são autoexplicativas. E justificam sua escalação no nosso time de musas. Concordam comigo?? Então curtam as “ibagens”!

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PostHeaderIcon O Calendário e os Ilustres Desconhecidos

Uma mania vem ganhando corpo a cada convocação da Seleção Brasileira. Ainda sou do tempo em que se comemorava o chamado de um atleta. O torcedor do clube pelo qual o jogador atuava comemorava a lembrança por parte do treinador do escrete nacional. Hoje em dia isso mudou consideravelmente. Um pouco pelo desprezo que muitos sentem pelo “time da CBF”, em parte por teorias da conspiração furadas e muito pelo uso totalmente errado do nosso calendário.

O Marco já abordou esse tema neste TEXTO. O principal problema não é convocar jogador do time tal, mas fazer isso num calendário tão tosco quanto o Brasileiro. É impressionante que não parem o Campeonato Brasileiro para que a Seleção possa atuar de forma mais tranquila e possa até mesmo atrair mais a atenção de quem assiste. Não é raro hoje vermos as pessoas dando pouca importância para os jogos do Brasil e dizendo que “sua Seleção é seu clube”.

Só que o clube de cada um é conivente com a situação. Não vi até hoje um movimento sério por parte dos presidentes de cada instituição pedindo mudanças estruturais profundas na questão das datas de jogos. O que vemos apenas é a reclamação pontual de quem se sente prejudicado no momento. Na situação de agora, Cruzeiro, Corinthians, Atlético/MG e Botafogo tiveram jogadores convocados. Mas em outros momentos times que agora estão “livres” desse problema, eram aqueles que choramingavam.

Me chama a atenção também a falta de ação dos jogadores. Depois dos últimos jogos do Brasil nos EUA, vimos atletas que tinham acabado de atuar na partida contra o Equador voltarem correndo para suas equipes aqui e jogarem num período de tempo inferior às tais 66 horas previstas por lei como intervalo de uma partida e outra para cada atleta. Tirando a ação do Bom Senso F.C. (que aliás está meio sumido) vemos os próprios jogadores usando os seus direitos apenas quando lhes é conveniente. Na maior parte do tempo aceitam a situação caótica do nosso calendário de jogos. dunga gilmar gallo cbf bola parada

Em relação à reclamação dos torcedores fico com a opinião do Dunga. Discordo de muito do que ele diz, mas nessa ele foi correto. “Entendemos a situação dos clubes brasileiros, mas também temos de pensar na montagem da seleção. Logo em seguida teremos Copa América, e nós temos de ter uma estrutura. Se nós abrirmos exceção, toda convocação vamos ter problema de chamar ou não. Quando você não chama jogadores, tem muitas reivindicações que partem de vocês da imprensa. Se você chama, tem pressão. Se não chama, tem pressão da mesma forma”. Ele tem de fazer o trabalho dele e nesse sentido está certo. Poderia talvez ter uma postura mais crítica e exigir da própria CBF a mudança e melhoria do calendário, mas aí seria esperar demais.

O que não gosto na postura dos torcedores, que são passionais eu sei, é a procura de sempre tentar ver um prejuízo específico para seu clube. Como o Dunga disse; se não convocasse, por exemplo, o Everton Ribeiro, diriam em Minas Gerais que “só olham para o Eixo” (aliás sobre esse tema já disse algo a respeito AQUI). Como ele o chamou (além do Ricardo Goulart, merecidamente, é bom ressaltar), dizem que há interesse em prejudicar o time mineiro.

*****

Como não temos tanta mão de obra qualificada quanto queremos por aqui e também um pouco para não criar mais confusão com os clubes nacionais, o selecionador nacional acaba tendo de chamar jovens que pouco atuaram por aqui e que saem cedo para a Europa. Mário Fernandes e Dodô são dois novos exemplos disso. O lateral da Inter de Milão (emprestado pela Roma) começou bem a temporada, parece ter potencial, mas ainda é bom esperar para ver como ele se sai com a camisa amarela. Sobre o jogador do CSKA, ex-Grêmio, não posso falar muito, não tenho acompanhado tanto seus jogos. dodô mário fernandes bola parada

Mas o que salta aos olhos é que temos quase sempre a impressão de estarmos vendo ilustres desconhecidos (mesmo que eles não sejam) já alçados à condição de jogadores de seleção principal. Antigamente parecia mais complicado chegar lá. Não digo que isso seja culpa dos jogadores. Mas hoje em dia se joga demais e muitas vezes de forma desnecessária, talvez para atender certos interesses “empresariais”. Se o Brasil atuasse a cada dois ou três meses, fazendo essa série de dois jogos com mais tempo de treinamento e sem atrapalhar as competições nacionais, possivelmente não tivéssemos essas impressões. Mas quem tem interesse em mexer na situação atual? Ao que parece, pouca gente…

*Só para deixar claro: É evidente que os jogadores convocados pelo Dunga não são desconhecidos de quem acompanha mais atentamente o futebol internacional. Mas para o “senso comum” das pessoas em geral, eles não são tão conhecidos, até por terem saído cedo do Brasil.

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PostHeaderIcon Quase nada nos conformes

Exceção feita a vitória americana, de resto tivemos inúmeras surpresas nessa fase final da Copa do Mundo de Basquete.

A Eliminação Brasileira e a atuação sérvia

A questão maior não é a eliminação em si, e sim a margem de pontos. A Sérvia acabou provando que a primeira fase não serviu pra nada. Depois de vencer apenas as seleções mais fracas do seu grupo os herdeiros da antiga Iugoslávia passaram pela boa Grécia, trucidaram o Brasil e bateram a comprometida França para alcançar uma improvável final.

Enquanto para o Brasil significou muito o 6º lugar apesar da derrota, para a Sérvia o vice campeonato significou a manutenção da tradição do país do leste europeu. Há muito o que se aproveitar da participação brasileira e, talvez, a derrota acachapante para a Sérvia tenha sido muito benéfica no longo prazo. Serviu para não subirmos no salto e nos colocar nos eixos para as Olimpíadas do Rio, onde essa geração conturbada se unirá pela última vez. A missão é conseguir um bom resultado (medalha). O caminho, como escancarado pelos sérvios, é longo e cheio de obstáculos.

A Eliminação espanhola e a surpresa francesa

A França foi melhor, técnica e psicologicamente. Aproveitou-se de uma Espanha que aparentemente sentiu o peso de decidir em casa. Sem seus principais jogadores os franceses recorreram aos dois melhores destaques da NBA que estavam a sua disposição, Nicolas Batum e Boris Diaw e o armador Heurtel, que joga na Liga Espanhola para dominar os espanhóis e mandar a geração de Pau Gasol para as arquibancadas.

Aliás Boris Diaw talvez seja o jogador mais subvalorizado do basquete mundial atualmente. A vontade que demonstra em quadra nem sempre se traduz em números. Foi muito importante para o San Antonio Spurs na conquista da NBA esse ano e foi importantíssimo para a vitória francesa nessa partida. É o que no futebol chamaríamos de carregador de piano.

Para a Espanha ficou o vazio por perder o mundial em casa e com uma excelente geração. Talvez a única seleção que seria capaz de derrotar os americanos numa eventual final atualmente. Pesou o lado psicológico.

O domínio americano.

Sem novidades. Quando bem treinados e focados é praticamente impossível bater os EUA mesmo sem suas principais estrelas. Nesse mundial podemos chamar James Harden e Derrick Rose de estrelas. Só.

a

Unidos em torno de um dos maiores treinadores da história do basquete, Mike Krzyzewski, que guia os americanos desde 2006, e um time composto na sua maioria por jovens e talentosos jogadores já consolidados na NBA, a presença de superestrelas como LeBron James, Kevin Durant, Russel Westbrook, Chris Paul e companhia se torna dispensável.

O basquete americano é tão natural na essência que o maior trabalho que o treinador tem é manter os jogadores focados. O show, como aconteceu na final contra a dura e esforçada seleção sérvia, acontece naturalmente.

Com a vitória os EUA detêm o bi-campeonato Mundial e Olímpico.

Rio 2016

Podemos esperar um grande torneio nas Olimpíadas do Rio daqui a 2 anos.

É provável mas não é certeza de que os americanos trarão um time mais recheado de estrelas. O mundial costuma ser usado mais a fim de dar rodagem a alguns jogadores sem tanta mídia. Repetir uma escalação como a de Londres em 2012 provavelmente nos presentearia com a presença de James, Durant, Paul, Harden, Love e etc.

E as expectativas para o desempenho da nossa seleção também serão grandes. Temos que trabalhar para que nossos jogadores demonstrem um bom psicológico e não sejam abatidos como os espanhóis nesse mundial.

É muito provável que o “sorteio” seja tão favorável quanto o da FIBA, que opôs Espanha e EUA nesse mundial.

Temos potencial sim para alcançarmos uma semi final Olímpica. A partir dai, sonhar é possível.

 

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PostHeaderIcon Temos Um Campeonato

E em uma das muitas “finais antecipadas” que sempre temos em campeonatos de pontos corridos, o São Paulo conseguiu vencer o Cruzeiro e diminuir a vantagem do time mineiro na liderança. Foi um bom jogo, com alternativas e mudanças de comando na partida, ou seja, um jogo equilibrado, como deve ser uma partida de grandes equipes.

O Cruzeiro começou o jogo melhor, pressionando a saída de bola do São Paulo de forma bem inteligente. Muitas vezes Rogério tinha de dar um chutão para a frente pois não tinha com quem sair jogando. Além disso Ricardo Goulart deu dois chutes perigosíssimos ao gol paulista. E Everton Ribeiro se movimentava aproveitando as costas do meio campo Tricolor. Até naquele momento imaginei uma troca, com o Michel Bastos entrando no lugar de um dos atacantes para recompor a meia cancha. Mas com a movimentação de Kaká e Alan Kardec o time encontrou espaço para criar uma jogada de toque de bola que resultou no pênalti indiscutível cometido por Dedé. Aí entra a questão da expulsão do zagueiro que já tinha amarelo. Não há nada escrito na regra afirmando que ele TINHA de ser expulso. Mas o normal para uma falta em que um zagueiro vai no corpo do adversário, como o próprio Dedé reconheceu, seria um segundo amarelo. são paulo cruzeiro 2014 bola parada

Com isso o Tricolor teve mais espaço para jogar e começou o segundo tempo melhor, mais bem composto em campo, ainda que tendo dificuldades com a rapidez dos cruzeirenses na frente. Porém o técnico Marcelo Oliveira fez algo que, a meu ver, ajudou a definir o jogo em favor do São Paulo. Ao tirar Lucas Silva e colocar Dagoberto, o time mineiro ficou com o meio campo aberto e deu todo o espaço que Denilson, Souza, Ganso e Kaká queriam. Com o gol de Kardec o jogo ficou bem mais tranquilo.

Até entendo que o técnico cruzeirense imaginou que, com uma boa margem de pontos de vantagem na tabela, ganhar ou perder esse jogo no Morumbi não seria tão decisivo. Talvez ele tenha pensado em pressionar e empatar o jogo mostrando a qualidade técnica do time que dirige. Mas acho que ele se equivocou ao tirar o Lucas Silva, justamente o jogador que dá estabilidade ao seu meio campo.

Com a vitória o São Paulo se aproxima mas têm uma sequência de jogos bem complicada; nas próximas sete partidas enfrenta Coritiba, Corinthians, Grêmio e Atlético/MG fora e o Cruzeiro faz seus jogos mais complicados (Atlético/MG, Corinthians e Internacional) no Mineirão. Talvez só depois dessa série de partidas poderemos dizer se ainda há disputa ou não. Mas que no momento temos um campeonato, isso temos sim.

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